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1 de out de 2017

Pesquisa inédita confirma imprudência de motoristas brasileiros em rodovia

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A Arteris, uma das maiores companhias do setor de concessões de rodovias do Brasil, realizou pesquisa inédita de observação sobre o comportamento de condutores em rodovias no Brasil. O método também foi aplicado, neste ano, em rodovias da França, Espanha, Argentina, Chile e Porto Rico. Os dados da França e da Espanha já foram divulgados, o que permite comparação, reservadas as distintas realidades.

A pesquisa apresentada hoje durante o 4º Fórum Arteris de Segurança tem por objetivo para aprofundar o conhecimento sobre os comportamentos de usuários e identificar alternativas para a mitigação de riscos e para a intensificação de campanhas. O levantamento também fornece informações estratégicas para fiscalização rodoviária com foco em segurança no trânsito.

“Conhecer a fundo o costume dos usuários tem se revelado cada vez mais importante para desenhar e executar ações mais estratégicas para sensibilizar e provocar mudanças de comportamento no trânsito, reduzindo assim fatalidades”, afirmou o coordenador da pesquisa e gerente de operações da Arteris, Elvis Granzotti.

Durante os sete dias de observação, passaram pelo trecho escolhido, na Autopista Régis Bittencourt, 82 mil veículos, cujo comportamento de condutores foi registrado por sensores fixos em pontos estratégicos da rodovia, além de monitorado por pesquisadores, que acompanharam, em tempo real, o trajeto de motoristas no trecho avaliado.

O levantamento inédito no País, confirma a tese de que uma parcela dos motoristas desrespeita a legislação na rodovia, contribuindo para o aumento das situações de risco que podem ter impacto direto no número de acidentes e de mortes.
 
Sobre o uso de celular ao volante
Alguns segundos de distração ao manusear o celular podem levar a um desvio de atenção grave, inclusive possibilitando que motoristas percorram vários metros “às cegas”.

O uso do celular é uma infração gravíssima e a multa no Brasil pode chegar a quase R$ 300 reais, além de render sete pontos na carteira de habilitação. Contudo, o manuseio do aparelho é uma realidade, sobretudo, nas grandes cidades. Nas rodovias, ainda que de forma mais tímida, o celular continua sendo usado, mesmo gerando um risco de alta periculosidade. No período pesquisado, 1,19% dos motoristas foi visto com celular em mãos no Brasil. Na França, 4,1% dos usuários dirigiam manuseando o celular, e na Espanha, 4,6%.

 Excesso de velocidade e ausência de distância mínima de segurança podem provocar acidentes mais graves

O desrespeito à distância mínima de segurança de dois segundos, associado ao excesso de velocidade, potencializa exponencialmente o risco e a gravidade de acidentes. Na distância e velocidade adequadas, os condutores e demais usuários da rodovia ampliam a capacidade de reação, têm melhor visibilidade da via e da sinalização, e, portanto, contam com maiores chances de adotar atitudesdefensivas corretamente.

Os dados coletados indicam que 15,9% dos usuários parecem ignorar a recomendação expressa no Código de Trânsito Brasileiro de manter a distância mínima de segurança entre veículos. O resultado brasileiro é bastante similar ao espanhol, que foi de 16,5%. A França, por sua vez, apresentou o percentual mais alto de desrespeito à distância mínima de segurança, 25%.

O desrespeito aos limites de velocidade é alto para os três países. Na França, 41% dos veículos observados excedem o limite, 38,3% na Espanha e 29,6%, no Brasil. A infração é classificada entre média e grave no Brasil, pode gerar multa de até R$ 293,47 reais, e levar à suspensão da licença para dirigir.

Mais da metade dos motoristas no Brasil não sinaliza ao mudar de faixa

A pesquisa relevou também que a comunicação no trânsito pode estar bastante prejudicada. No Brasil, 57,5% dos condutores observados foram flagrados mudando de faixa sem sinalizar. O dado registrado é superior ao verificado na França (26%) e na Espanha (39,6%). A manobra inesperada sem a utilização da seta é uma infração grave e impede que os demais motoristas possam tomar medidas preventivas para evitar, por exemplo, colisões laterais e traseiras.

Elvis Granzotti, gerente de operações da Arteris, destacou, durante a apresentação da pesquisa, que atitudes imprudentes podem colocar em risco a vida do próprio usuário e de outros condutores, pedestres e ciclistas, e que por isso exigem cada vez mais ações preventivas diferenciadas por parte das concessionárias, do poder concedente, dos órgãos de controle e fiscalização.

Ainda é possível flagrar motoristas e passageiros sem cinto de segurança

O especialista também se mostrou bastante surpreso com os resultados relativos ao uso do cinto de segurança. Para ele, o comportamento dos responsáveis pela condução dos veículos possivelmente está muito mais vinculado à fiscalização do que propriamente a uma consciência e preocupação com a preservação da vida. Além disso, indicou que o percentual maior de não utilização do cinto de segurança no banco traseiro pode estar vinculado a uma falsa sensação de maior proteção, o que é sem dúvida uma interpretação equivocada. “O passageiro no banco de trás, sem cinto de segurança, amplia a possibilidade de sofrer e ser agente de lesões, ao ser projetado para frente no caso de acidentes ”.
 
Usar o cinto de segurança pode reduzir pela metade as chances de ferimentos fatais para condutores e passageiros que trafegam no banco da frente, e em 3/4 para aqueles que viajam no banco de trás. Mas, ainda assim, no Brasil, por exemplo, o dispositivo é ignorado por 1% dos condutores e por 48% dos passageiros no banco traseiro. Na Espanha, o uso do cinto é praticamente universal no banco da frente, mas ainda deixa de ser usado por 21,3% dos passageiros no banco de trás.

Estudo inédito revela de quem é a culpa dos acidentes nas rodovias brasileiras

2 de set de 2017

Sumário Preliminar do GUIA DIDÁTICO DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: Digital

  • Livro interativo, com mais de 30 capítulos. 
  • Atualização, com inserção de novos conteúdos mensalmente. 
  • Ao adquirir, o leitor terá direito de acessar a obra durante um ano e acompanhar todas as atualizações neste período. 
  • Valor da obra: R$ 149,00
  • Promoção até 17 de outubro de 2017: R$ 98,00
Para adquirir, cadastre-se no site www.institutoousar.com.br/ead e escolha a forma de pagamento.

Sumário

PÁGINAS INICIAIS

  1. Folha de Rosto
  2. Ficha Catalográfica
  3. Sobre a Autora
  4. Sumário
  5. Apresentação
UNIDADE 1 - Fundamentos da Educação
  1. Iniciando os Estudos
  2. Educação e Aprendizagem Relacionada ao Trânsito
  3. Os Quatro Pilares da Educação Aplicados ao Trânsito
  4. Características da Aprendizagem
  5. Motivações para a Aprendizagem
UNIDADE 2 - Educação para a Segurança das Crianças no Trânsito
  1. O Mundo da Criança
  2. Características da Criança no Trânsito
  3. Por que educar as crianças para o trânsito?
  4. A Importância da Família na Educação das Crianças para o Trânsito
  5. O que ensinar às crianças
  6. Como educar as crianças para o trânsito
UNIDADE 3 - Música e Trânsito
  1. A Importância da Música
  2. Música e Cultura no Trânsito
  3. A Música como Recurso Educativo para Crianças
  4. Músicas para Adolescentes e Adultos
  5. Elaboração de Paródias
UNIDADE 4 - Contação de Histórias na Educação para o Trânsito
  1. Histórias para Crianças
  2. Histórias para Adolescentes e Adultos
  3. Criando Histórias
  4. Contando Histórias
UNIDADE 5 - O Trânsito como Tema Transversal na Escola
  1. O Trânsito Contextualizado com as Disciplinas Curriculares
  2. O Trânsito em Língua Portuguesa
  3. O Trânsito em Matemática
  4. O Trânsito em Ciências Naturais
  5. O Trânsito e a História
  6. O Trânsito em Geografia
  7. O Trânsito na disciplina de Arte
  8. O Trânsito em Educação Física
  9. Educação para o Trânsito Contextualizada com Livros Didáticos
  10. A transversalidade da educação para o trânsito nas escolas tem atingido seus objetivos?
REFERÊNCIAS

ANEXO I - Slides para PalestrasPasta 
  • Palestra para Adolescentes - "Minha escolha faz a diferença no trânsito"
ANEXO II - Paródias Educativas para o Trânsito
  • Paródias para Crianças
FORMAS DE PAGAMENTO

1. Depósito Bancário: Banco do Brasil - Agência: 2638-7 - Conta: 38842-4 - Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.

Envie o comprovante de pagamento para o e-mail transito@institutoousar.com.br

2. PagSeguro - Clique aqui!

Sobre a autora

IRENE RIOS é Mestra em Educação, com a pesquisa: "Campanhas Educativas para o Trânsito: A percepção sensível de jovens e adultos" (2013); Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora dos livros "Coleção Transitando com Segurança" (2016); "Guia didático de Educação para o Trânsito" (2012); "Manual para Motorista: com agenda" (2009); "Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito" (2007); "Transitando com Segurança" (2005). Seu Currículo está disponível em http://lattes.cnpq.br/0363235000015600


Instituto Ousar / Ilha Mágica Editora
São José - SC - Fone: 48 3246-8038transito@institutoousar.com.br

1 de set de 2017

Audiência do Site em Agosto de 2017


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II Encontro Nacional de Educadores do SNT

O Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN está organizando o  II Encontro Nacional de Educadores do SNT, a ser realizado em Brasília, nos dias 4 e 5 de outubro deste ano.
O Encontro tem como objetivo fortalecer o diálogo com os órgãos do SNT na construção de ações educativas de trânsito mais efetivas em todo o país, promovendo palestras de renomados especialistas tratando o tema "Minha escolha faz a diferença no trânsito", além de proporcionar um momento de troca de experiências, no qual os participantes poderão apresentar ações em desenvolvimento nos seus estados.

Com uma carga horária de 12 horas, o Encontro será realizado no auditório da sede do Ministério das Cidades, no endereço SHCS 01 Bloco H 01/06 Ed. Telemundi II - Brasília, DF.

As inscrições são gratuitas para representantes de órgãos do SNT. Esclarecemos que este DENATRAN não irá arcar com despesas de deslocamento e diárias.

Para confirmar sua inscrição, envie um email para educacao.denatran@cidades.gov.br com as seguintes informações:

Nome:
Órgão:
Estado:
Cargo/emprego/função:
Telefone:
Email:

Participe desse importante momento de discussão e construção coletiva do conhecimento acerca de novas perspectivas no alcance da segurança vária em nosso país!

Fonte:

Concurso Cultural Volvo


"Quer ganhar uma viagem para viver uma experiência de segurança na sede do Grupo Volvo América Latina em Curitiba? Conte pra gente a sua história relacionada à segurança que tenham provocado alguma mudança de comportamento na sua vida a partir do Programa Volvo de Segurança. Ou então alguma experiência com os equipamentos de segurança Volvo, que tenham sido fundamentais para evitar ou minimizar os impactos de acidentes. Envie para www.pvst30anosdehistorias.com.br, vídeo, áudio ou texto."

VÍDEO - Minha escolha faz a diferença no trânsito

POESIA - A criança é a esperança de um trânsito mais seguro


Esta poesia foi elaborada durante o CURSO DE EDUCAÇÃO PARA A SEGURANÇA DAS CRIANÇAS NO TRÂNSITO - À Distância - 1ª Edição.

Contação de Histórias, com Irene Rios, na XI Feira do Livro de Jaraguá do Sul

No papel de "Faixa de Pedestre" contando histórias, na XI Feira do Livro de Jaraguá do Sul - SC, dia 12 de agosto de 2017.





Visitas técnicas do DENATRAN aos Estados e Municípios



Dispõe sobre a realização de visitas técnicas do DENATRAN aos Estados e Municípios para o aprimoramento da gestão do trânsito e da segurança viária.

VÍDEO - Toquinho no Mundo da Criança - A BICICLETA

29 de jul de 2017

INSCRIÇÕES ABERTAS para Novas Turmas de Cursos à Distância


1. Educação para a Segurança das Crianças no Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 15 de agosto de 2017

2. A Música e a Contação de Histórias na Educação para o Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 10 de outubro de 2017.

3. Campanhas Educativas para o Trânsito - EAD - 3ª Edição
Início em 19 de outubro de 2017

DOCENTE: Irene Rios
CARGA HORÁRIA: 40 horas (cada curso)
REALIZAÇÃO: Instituto Ousar
INVESTIMENTO: R$ 135,00 (cada curso)


Saiba mais sobre os cursos, clique nos títulos.

PROMOÇÕES


Dois Cursos EAD
Desconto de 10% = R$ 243,00

PagSeguro - Clique aqui!3 parcelas de R$ 85,89
5 parcelas de R$ 53,05
Enviar e-mail para transito@institutoousar.com.br, informando o nome dos cursos.

Três Cursos EAD
Desconto de 10% + Guia Didático de Educação para o Trânsito: Digital = R$ 364,00.

PagSeguro - Clique aqui!3 parcelas de R$ 128,66
6 parcelas de R$ 67,17

LIVRO: "Projetos de Educação para o Trânsito"


Feliz por fazer parte do livro "PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO", organizado pela Professora Alessandra Bianchi, da Universidade Federal do Paraná.

Na obra consta o artigo, de minha autoria, "O TRÂNSITO NA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA: uma experiência com adolescentes".


Baixe a publicação gratuitamente.

2. Clique na caixa de seleção, ao lado do livro
3. Clique em adicionar ao meu carrinho
4. Clique em comprar (custa 000 (zero))
5. Faça o registro na página da editora (somente e-mail e senha)
6. Baixar o aplicativo da editora para o celular ou tablet e com o mesmo email e senha do registro na página entrar, o livro estará lá!!!
7. Caso não apareça clicar em sincronizar no aplicativo.

Observação: Caso dê algum erro, talvez seja necessário limpar os dados de navegação nas configurações do Chrome.


LIVRO: "Cultura de Segurança no Trânsito - Casos brasileiros"


O livro “Cultura de Segurança no Trânsito – Casos brasileiros”, de J. Pedro Corrêa, ganha versão digital! Viabilizado pela Lei Rouanet com o patrocínio Volvo, a obra divulga ações que incentivam a educação e a cultura do trânsito brasileiro, que pode, indiretamente, reduzir os acidentes com fatalidades. Baixe a versão digital aqui!

MÚSICA: Um trânsito de paz



Composição e voz: Tatiane Correia Silva
Violão: André Lomi

LIVRO: "Guia Didático de Educação para o Trânsito - Digital"


AUTORA: Irene Rios
  • Livro interativo, com mais de 15 capítulos.
  • Atualização mensal.
  • Ao adquirir, o leitor terá direito de acessar a obra durante um ano e acompanhar todas as atualizações neste período.
  • Lançamento em 31 de agosto de 2017, com os 10 primeiros capítulos.
  • Valor da obra: R$ 149,00 
  • VALOR DE LANÇAMENTO: R$ 98,00 (Para aquisições até 11 de setembro de 2017).

FORMAS DE PAGAMENTO
1. Depósito BancárioBanco do BrasilAgência: 2638-7 - Conta: 38842-4Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.
Envie o comprovante de pagamento para o e-mail transito@institutoousar.com.br
2. PagSeguro - Valor até 11 de setembro de 2017 - Clique aqui!1 parcela de R$ 98,002 parcelas de R$ 51,213 parcelas de R$ 34,64
Sobre a autora
IRENE RIOS, Mestra em Educação, com a pesquisa: "Campanhas Educativas para o Trânsito: A percepção sensível de jovens e adultos" (2013); Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora dos livros "Coleção Transitando com Segurança" (2016); "Guia didático de Educação para o Trânsito" (2012); "Manual para Motorista: com agenda" (2009); "Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito" (2007); "Transitando com Segurança" (2005). Seu Currículo está disponível em http://lattes.cnpq.br/0363235000015600.
Instituto Ousar / Ilha Mágica Editora
São José - SC - Fone: 48 3246-8038
transito@institutoousar.com.br

LIVRO: "Mobilidade Humana para um Trânsito mais Seguro"


PUBLICAÇÃO - ANTP - 2017.



28 de jul de 2017

Doze razões para usar o cinto de segurança

Por David Duarte Lima
A história do cinto de segurança começou nos Estados Unidos em 1885, quando Edward Claghorn depositou a patente de um equipamento que retinha as pessoas em seus lugares durante a viagem de diligências. Eram cintos de segurança na sua forma mais rudimentar. Naquela época, os caminhos eram precários, tinham muitos buracos e curvas, os eram veículos puxados por animais, o que tornava as viagens desconfortáveis. Não era raro as pessoas caírem quando a diligência passava nos buracos ou fazia uma curva mais fechada.
Na corrida de carros de Paris a Marselha em 1896 alguns pilotos utilizaram cinto de segurança para evitar cair do carro nas curvas. Em 1903 o francês  Gustave Désiré Liebau  patenteou as “correias protetoras para carros e outros”. Era uma espécie de cinto de segurança que mantinha o condutor amarrado ao banco do carro. É na aeronáutica, porém, que o cinto se populariza, especialmente a partir da Primeira Guerra Mundial.
O cinto com três pontos de fixação foi desenvolvido por Nils Bohlin, engenheiro de segurança da Volvo, em 1959. Chocado com a morte de James Dean em 1955 ao volante de um Porsche Spyder, ele desenvolveu o equipamento para evitar novas tragédias.
No Brasil, o Artigo 65 do Código de Trânsito diz que “É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN”.
Independentemente da lei, vejamos algumas razões para usar o cinto:
  • O cinto de segurança é imprescindível para proteger os ocupantes do veículo. É um equipamento simples, fácil de usar e que não traz desconforto. Quando ocorre uma colisão, todos corpos soltos continuam na mesma velocidade do veículo até encontrarem algo que os retenha. Se não estiverem de cinto, as pessoas se chocam umas com as outras ou contra o para-brisa, o volante, o painel do carro. Geralmente as consequências são graves. O primeiro papel do cinto de segurança é impedir que as pessoas se choquem contra as paredes do veículo ou se choquem umas contra as outras.
  • Usar cinto de segurança diminui o risco de morte em 50%. Essa estatística leva em conta todos os tipos de colisão. A eficácia do cinto varia segundo o tipo de colisão (frontal, lateral, traseira), segundo a velocidade, o tipo de veículo.
  • Se a pessoa for arremessada para fora do veículo em uma colisão, sua chance de sobreviver é dividida por cinco. Além do impacto da queda, há o risco de ela se chocar contra o meio-fio ou objetos fixos nas laterais da via. Se cair ficar na pista, pode atropelada por veículos.
  • O cinto é eficaz em colisões leves, que são as mais frequentes. Nesses casos o cinto permite sair ileso do acidente. Cerca de 70% das colisões ocorrem com velocidades inferiores a 50 km/h, quando o cinto de segurança é muitíssimo eficaz. Mesmo em altas velocidades a gravidade dos ferimentos diminui consideravelmente com o uso do cinto. Um estudo europeu que considerou 28 mil acidentes mostrou que não houve óbito em colisões ocorridas com velocidades inferiores a 100 km/h e utilizavam o cinto.
  • Há inúmeros registros de ocupantes sem cinto que tiveram ferimentos graves ou morreram em colisões em velocidades inferiores a 20km/h.
  • A força de um impacto de uma colisão a 50 km/h corresponde a 35 vezes o peso da pessoa. Uma pessoa de 70 quilos sofrerá um impacto de 2450 quilos. Uma criança de 30 quilos receberá um impacto de mais de uma tonelada (1050kg). Sem cinto ninguém consegue segurar a multiplicação do peso. É o cinto que faz esse Para lembrar: um choque a 50km/h corresponde a cair de uma altura de mais de 10 metros!
  • Igualmente submetidos às leis da Física, os passageiros do banco de trás também devem usar o cinto de segurança. Mais: sem usar o cinto, os passageiros do banco de trás ameaçam a segurança de quem está nos bancos da frente. 80% das mortes de pessoas dos bancos da frente são causadas por passageiros sem cinto no banco de trás.
  • O cinto de segurança reduz em 40% o risco de traumatismo crâneo encefálico (TCE), que são os mais graves. Metade dos mortos em acidentes de trânsito tem esse tipo de lesão.
  • Os argumentos de que se o veículo pegar fogo ou afundar n’água os ocupantes morreriam não se sustentam. Nessas situações, usando o cinto de segurança as pessoas têm grandes chances de sobreviver, pois irão continuar conscientes e poderão se soltar do cinto.
  • Usado corretamente, o cinto de segurança protege a vida da mãe e aumenta as chances de sobrevivência do feto. A alça inferior do cinto deve ser apoiada no osso da bacia da mãe.
  • Algumas pessoas argumentam que correr risco é uma questão de liberdade pessoal. Porém, os custos decorrentes dos acidentes são distribuídos sobre toda sociedade. Além pessoal, a segurança é também uma questão social.
  • Metade dos brasileiros sofrerá pelo menos um acidente de trânsito na vida. O cinto de segurança é como uma vacina, quem estiver protegido se salvará.
Conclusão: use sempre o cinto de segurança.