Cadastre seu e-mail para receber as atualizações deste blog.

incluir retirar

29 de jul de 2017

INSCRIÇÕES ABERTAS para Novas Turmas de Cursos à Distância


1. Educação para a Segurança das Crianças no Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 15 de agosto de 2017

2. A Música e a Contação de Histórias na Educação para o Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 10 de outubro de 2017.

3. Campanhas Educativas para o Trânsito - EAD - 3ª Edição
Início em 19 de outubro de 2017

DOCENTE: Irene Rios
CARGA HORÁRIA: 40 horas (cada curso)
REALIZAÇÃO: Instituto Ousar
INVESTIMENTO: R$ 135,00 (cada curso)


Saiba mais sobre os cursos, clique nos títulos.

PROMOÇÕES


Dois Cursos EAD
Desconto de 10% = R$ 243,00

PagSeguro - Clique aqui!3 parcelas de R$ 85,89
5 parcelas de R$ 53,05
Enviar e-mail para transito@institutoousar.com.br, informando o nome dos cursos.

Três Cursos EAD
Desconto de 10% + Guia Didático de Educação para o Trânsito: Digital = R$ 364,00.

PagSeguro - Clique aqui!3 parcelas de R$ 128,66
6 parcelas de R$ 67,17

LIVRO: "Projetos de Educação para o Trânsito"


Feliz por fazer parte do livro "PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO", organizado pela Professora Alessandra Bianchi, da Universidade Federal do Paraná.

Na obra consta o artigo, de minha autoria, "O TRÂNSITO NA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA: uma experiência com adolescentes".


Baixe a publicação gratuitamente.

2. Clique na caixa de seleção, ao lado do livro
3. Clique em adicionar ao meu carrinho
4. Clique em comprar (custa 000 (zero))
5. Faça o registro na página da editora (somente e-mail e senha)
6. Baixar o aplicativo da editora para o celular ou tablet e com o mesmo email e senha do registro na página entrar, o livro estará lá!!!
7. Caso não apareça clicar em sincronizar no aplicativo.

Observação: Caso dê algum erro, talvez seja necessário limpar os dados de navegação nas configurações do Chrome.


LIVRO: "Cultura de Segurança no Trânsito - Casos brasileiros"


O livro “Cultura de Segurança no Trânsito – Casos brasileiros”, de J. Pedro Corrêa, ganha versão digital! Viabilizado pela Lei Rouanet com o patrocínio Volvo, a obra divulga ações que incentivam a educação e a cultura do trânsito brasileiro, que pode, indiretamente, reduzir os acidentes com fatalidades. Baixe a versão digital aqui!

MÚSICA: Um trânsito de paz



Composição e voz: Tatiane Correia Silva
Violão: André Lomi

LIVRO: "Guia Didático de Educação para o Trânsito - Digital"


AUTORA: Irene Rios
  • Livro interativo, com mais de 15 capítulos.
  • Atualização mensal.
  • Ao adquirir, o leitor terá direito de acessar a obra durante um ano e acompanhar todas as atualizações neste período.
  • Lançamento em 31 de agosto de 2017, com os 10 primeiros capítulos.
  • Valor da obra: R$ 149,00 
  • VALOR DE LANÇAMENTO: R$ 98,00 (Para aquisições até 11 de setembro de 2017).

FORMAS DE PAGAMENTO
1. Depósito BancárioBanco do BrasilAgência: 2638-7 - Conta: 38842-4Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.
Envie o comprovante de pagamento para o e-mail transito@institutoousar.com.br
2. PagSeguro - Valor até 11 de setembro de 2017 - Clique aqui!1 parcela de R$ 98,002 parcelas de R$ 51,213 parcelas de R$ 34,64
Sobre a autora
IRENE RIOS, Mestra em Educação, com a pesquisa: "Campanhas Educativas para o Trânsito: A percepção sensível de jovens e adultos" (2013); Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora dos livros "Coleção Transitando com Segurança" (2016); "Guia didático de Educação para o Trânsito" (2012); "Manual para Motorista: com agenda" (2009); "Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito" (2007); "Transitando com Segurança" (2005). Seu Currículo está disponível em http://lattes.cnpq.br/0363235000015600.
Instituto Ousar / Ilha Mágica Editora
São José - SC - Fone: 48 3246-8038
transito@institutoousar.com.br

LIVRO: "Mobilidade Humana para um Trânsito mais Seguro"


PUBLICAÇÃO - ANTP - 2017.



28 de jul de 2017

Doze razões para usar o cinto de segurança

Por David Duarte Lima
A história do cinto de segurança começou nos Estados Unidos em 1885, quando Edward Claghorn depositou a patente de um equipamento que retinha as pessoas em seus lugares durante a viagem de diligências. Eram cintos de segurança na sua forma mais rudimentar. Naquela época, os caminhos eram precários, tinham muitos buracos e curvas, os eram veículos puxados por animais, o que tornava as viagens desconfortáveis. Não era raro as pessoas caírem quando a diligência passava nos buracos ou fazia uma curva mais fechada.
Na corrida de carros de Paris a Marselha em 1896 alguns pilotos utilizaram cinto de segurança para evitar cair do carro nas curvas. Em 1903 o francês  Gustave Désiré Liebau  patenteou as “correias protetoras para carros e outros”. Era uma espécie de cinto de segurança que mantinha o condutor amarrado ao banco do carro. É na aeronáutica, porém, que o cinto se populariza, especialmente a partir da Primeira Guerra Mundial.
O cinto com três pontos de fixação foi desenvolvido por Nils Bohlin, engenheiro de segurança da Volvo, em 1959. Chocado com a morte de James Dean em 1955 ao volante de um Porsche Spyder, ele desenvolveu o equipamento para evitar novas tragédias.
No Brasil, o Artigo 65 do Código de Trânsito diz que “É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN”.
Independentemente da lei, vejamos algumas razões para usar o cinto:
  • O cinto de segurança é imprescindível para proteger os ocupantes do veículo. É um equipamento simples, fácil de usar e que não traz desconforto. Quando ocorre uma colisão, todos corpos soltos continuam na mesma velocidade do veículo até encontrarem algo que os retenha. Se não estiverem de cinto, as pessoas se chocam umas com as outras ou contra o para-brisa, o volante, o painel do carro. Geralmente as consequências são graves. O primeiro papel do cinto de segurança é impedir que as pessoas se choquem contra as paredes do veículo ou se choquem umas contra as outras.
  • Usar cinto de segurança diminui o risco de morte em 50%. Essa estatística leva em conta todos os tipos de colisão. A eficácia do cinto varia segundo o tipo de colisão (frontal, lateral, traseira), segundo a velocidade, o tipo de veículo.
  • Se a pessoa for arremessada para fora do veículo em uma colisão, sua chance de sobreviver é dividida por cinco. Além do impacto da queda, há o risco de ela se chocar contra o meio-fio ou objetos fixos nas laterais da via. Se cair ficar na pista, pode atropelada por veículos.
  • O cinto é eficaz em colisões leves, que são as mais frequentes. Nesses casos o cinto permite sair ileso do acidente. Cerca de 70% das colisões ocorrem com velocidades inferiores a 50 km/h, quando o cinto de segurança é muitíssimo eficaz. Mesmo em altas velocidades a gravidade dos ferimentos diminui consideravelmente com o uso do cinto. Um estudo europeu que considerou 28 mil acidentes mostrou que não houve óbito em colisões ocorridas com velocidades inferiores a 100 km/h e utilizavam o cinto.
  • Há inúmeros registros de ocupantes sem cinto que tiveram ferimentos graves ou morreram em colisões em velocidades inferiores a 20km/h.
  • A força de um impacto de uma colisão a 50 km/h corresponde a 35 vezes o peso da pessoa. Uma pessoa de 70 quilos sofrerá um impacto de 2450 quilos. Uma criança de 30 quilos receberá um impacto de mais de uma tonelada (1050kg). Sem cinto ninguém consegue segurar a multiplicação do peso. É o cinto que faz esse Para lembrar: um choque a 50km/h corresponde a cair de uma altura de mais de 10 metros!
  • Igualmente submetidos às leis da Física, os passageiros do banco de trás também devem usar o cinto de segurança. Mais: sem usar o cinto, os passageiros do banco de trás ameaçam a segurança de quem está nos bancos da frente. 80% das mortes de pessoas dos bancos da frente são causadas por passageiros sem cinto no banco de trás.
  • O cinto de segurança reduz em 40% o risco de traumatismo crâneo encefálico (TCE), que são os mais graves. Metade dos mortos em acidentes de trânsito tem esse tipo de lesão.
  • Os argumentos de que se o veículo pegar fogo ou afundar n’água os ocupantes morreriam não se sustentam. Nessas situações, usando o cinto de segurança as pessoas têm grandes chances de sobreviver, pois irão continuar conscientes e poderão se soltar do cinto.
  • Usado corretamente, o cinto de segurança protege a vida da mãe e aumenta as chances de sobrevivência do feto. A alça inferior do cinto deve ser apoiada no osso da bacia da mãe.
  • Algumas pessoas argumentam que correr risco é uma questão de liberdade pessoal. Porém, os custos decorrentes dos acidentes são distribuídos sobre toda sociedade. Além pessoal, a segurança é também uma questão social.
  • Metade dos brasileiros sofrerá pelo menos um acidente de trânsito na vida. O cinto de segurança é como uma vacina, quem estiver protegido se salvará.
Conclusão: use sempre o cinto de segurança.

VÍDEO: Paris dá sustos em pedestres em campanha de trânsito

MÚSICA: Minha escolha faz a diferença no trânsito



Composição, voz e violão: Renan Fontes
Voz: Roberta Torres


LETRA

Saber
Olhar pra si mesmo e se perguntar o que fazer 
Pra um trânsito mais seguro isso é só querer

Direitos iguais, ir e vir para todos e saber
que a minha escolha faz a diferença, isso é viver

Ninguém precisa ir embora, a vida foi feita afinal pra que
enquanto estivermos aqui pergunto porque não sorrir

Não é preciso apagar essa luz que existe em você
educação e respeito, pra um trânsito melhor 

É, se educar leva tempo 
Mas vale a pena, tem que começar por você
pra partilhar cada exemplo
não espere, acredite é tudo questão de querer

Apoiar a causa, gerar tolerância e saber
que um gesto gentil já salvou uma vida, isso é pensar

Na mãe, na criança nos seus e nos meus e assim crer
que a segurança está ao seu lado, isso é amar

Mais amor, por favor, isso nem é difícil é só querer
gerar gentileza é sempre mais chance de viver

Mais tempo com quem você ama, a vida foi feita afinal pra que 
a sua atitude por simples que seja é grande 

É, se educar leva tempo 
Mas vale a pena, tem que começar por você
pra partilhar cada exemplo
não espere, acredite é tudo questão de querer

É tudo questão de querer

VÍDEO: Respeito ao idoso no trânsito

13 de jul de 2017

Curso de Métodos e Técnicas Educativas para a Segurança do Trânsito, com Irene Rios, em Foz do Iguaçu


Inscrições Encerradas!


Local do Curso: Hotel Foz do Iguaçu - Av. Brasil, 97 - Centro - Foz do Iguaçu - PR - www.hotelfozdoiguacu.com.br - facebook.com/hotelfozdoiguacu

Data: 31 de agosto e 01 de setembro de 2017.

Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:30 às 19:00.

Carga horária: 20 horas aula

Objetivos

Proporcionar a aquisição de conhecimentos sobre conteúdos, métodos e técnicas educativas de trânsito, para o desenvolvimento de aulas, palestras, campanhas educativas e demais atividades em prol da segurança viária.

Público Alvo: Gestores de trânsito, coordenadores de educação para o trânsito, professores, supervisores, orientadores e demais interessados nos temas.

Conteúdos

1. Reflexões sobre procedimentos metodológicos

2. Análise de boas práticas em educação para a segurança do trânsito

3. Educação para a segurança das crianças e dos adolescentes no trânsito

4. A contação de história como recurso educativo para a segurança do trânsito

5. A música na educação para o trânsito

6. Campanhas educativas para o trânsito

7. Visita de estudo a Foz do Iguaçu e Paraguai.

Metodologia e Recursos Educativos: Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos e exercícios práticos.

Docente

Irene Rios - Mestra em Educação, com a pesquisa: "Campanhas Educativas para o Trânsito: A percepção sensível de jovens e adultos" (2013); Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora dos livros "Coleção Transitando com Segurança" (2016); "Guia didático de Educação para o Trânsito" (2012); "Manual para Motorista: com agenda" (2009); "Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito" (2007); "Transitando com Segurança" (2005).

Currículo: http://lattes.cnpq.br/0363235000015600

Facebook: Educação para a Segurança do Trânsito

Referências
SEMOB - João Pessoa - PB (2016): Clique aqui!
Foz do Iguaçu - PR (2016): Clique aqui!
Balneário Camboriú - SC (2016): Clique aqui!
Santarém - PA (2016): Clique aqui!
Detran Rondônia - Porto Velho (2015): Clique aqui!
Detran Pará - Belém (2015): Clique aqui!
Detran Maranhão - São Luís (2015): Clique aqui!
Prefeitura de Brusque - SC (2015): Clique aqui!
Foz do Iguaçu - PR (2015): Clique aqui!
Florianópolis - SC (2014): Clique aqui!

Investimento: R$ 550,00

No valor está incluso:

Grupos com mais de três pessoas, desconto de 10%.

Formas de pagamento

1. Depósito Bancário

Banco do Brasil

Agência: 2638-7 - Conta: 38842-4

Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.

2. PagSeguro


1 parcela de R$ 550,00

3 parcelas de R$ 194,41

4 parcelas de R$ 147,94

5 parcelas de R$ 120,07

6 parcelas de R$ 101,49

7 parcelas de R$ 88,24

O Instituto Ousar se dá o direito de adiar ou cancelar o referido curso caso não haja a quantidade mínima de 20 participantes, com o prazo de 14 dias antes do início do curso. Neste caso, o valor das inscrições pagas será reembolsado.

Instituto Ousar
transito@institutoousar.com.br - institutoousar@gmail.com
Fone: (48) 98496-1702 (48) 3246-8038 – www.institutoousar.com.br

29 de jun de 2017

Curso para Professores Multiplicadores de Educação para o Trânsito, em Lages, com Irene Rios


Curso realizado no dia 20 de junho de 2017.

Diretran promove curso para multiplicar a educação no trânsito


Em dois dias entre teoria e prática os professores adquirem amplo conhecimento para multiplicar o que aprenderam em salas de aulas.


Fotos: Marcelo Pakinha


Na manhã desta terça-feira (20) teve início, no Teatro do Sesc, o Curso dos Multiplicadores em Educação para o Trânsito, promovido pela Diretoria de Trânsito (Diretran). Participam das aulas, até quarta-feira (21), professores das redes estadual e municipal de ensino. A proposta é repassar conhecimentos e transformar os profissionais da educação em multiplicadores, no aprendizado em noções de civilidade, respeito, obediência às sinalizações e cumprimento às normas e legislações de trânsito. São 16 horas/aula, com direito à certificação.


Durante todo o dia, a professora, especialista em educação de trânsito, de São José, Irene Rios, passou aos presentes inúmeras técnicas que envolvem a abordagem e os métodos educativos, visando ampliar a segurança em meio ao trânsito. Segundo ela, a morte de um irmão dela no trânsito foi o que a motivou a trabalhar no campo da educação, proporcionando nas abordagens conteúdos sobre conceitos, métodos e técnicas educativas, justamente para pessoas que possam levar para as salas de aula, as orientações sobre as consequências da violência viária.

De acordo com o executivo de Trânsito, Jacinto Bet, este é o primeiro curso do gênero praticado este ano aos professores. O entendimento é de que a força da educação diretamente aplicada às crianças nas escolas, é a maneira mais rápida para ampliar conhecimento em setores essenciais como o trânsito. O repasse de informações às crianças é fundamental, pois, pressupõe-se que os adultos devidamente habilitados com suas CNHs já sabem sobre todas as regras. “Entendo que a melhor maneira de se conseguir modificar certos comportamentos no trânsito, seja somente através da educação”, ressaltou.








Indenizações pagas pelo DPVAT têm queda de 33,4% em 2016


No total, foram 434 mil indenizações e R$ 1,7 bilhão em pagamentos. Motos lideram acidentes, com 76% dos casos.



O número de indenizações pagas pelo seguro DPVAT diminuiu 33,4% em 2016, na comparação com o ano anterior, segundo informou nesta terça-feira (27) a Líder-DPVAT, que administra o consórcio de seguradoras.

Pelo segundo ano seguido, houve uma baixa no número de indenizações, já que em 2015 haviam diminuído 15%.

No total, em 2016 foram pagas 434 mil indenizações, somando R$ 1,7 bilhão em reembolsos de despesas hospitalares, invalidez permanente ou morte para vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.

De acordo com a seguradora Líder, a queda na quantidade de indenizações está ligada ao combate a fraudes e ações de prevenção de acidentes no trânsito. Devido aos menores pagamentos, o DPVAT ficou mais barato em 2017.

Segundo a entidade, 9.493 tentativas de fraudes foram identificadas, o que evitou a perda de R$ 120,2 milhões.

Acidentes por tipo de veículo


Motos: 330.130 (76% do total) - em 2015, foram 497.009

Automóveis: 83.542 (19%) - em 2015, foram 124.267

Caminhões e pick-ups: 12.515 (3%) - em 2015, foram 17.973

Ônibus, micro-ônibus e vans: 7.712 (1,9%) - em 2015, foram 13.100

Ciclomotores (veículos de duas rodas de até 50 cilindradas) 347 (0,1%) - não havia esta categoria em 2015

As indenizações por mortes somaram 33.547 casos, enquanto as por invalidez permanente foram 346.060 e os reembolsos por despesas médicas chegaram a 54.639 casos.

“Acidentes envolvendo motocicletas corresponderam a 76% do total, um número alarmante, levando-se em conta que as mesmas respondem por 27% da frota de veículos automotores em circulação”, aponta Ismar Torres, diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT.


No entanto, mesmo entre as motos houve um recuo no número de indenizações, passando de 497.009, em 2015, para 330.130, no ano passado, o que corresponde a uma queda de 33,6%.

Motociclista morre em acidente na MG-10, em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)

Motociclista morre em acidente na MG-10, em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)

Indenizações por Região/ todos os veículos

Nordeste – 29%

Sudeste – 29%

Sul – 21%

Centro-Oeste – 12%

Norte – 9%

Madrugada tem mais acidentes

O período com mais registros é a madrugada, das 0h às 5h59, informou o relatório. 30% das indenizações foram pagas para acidentes neste período.

Madrugada - das 0h às 5h59 (30%)

Amanhecer - das 6 às 8h59 (9%)

Manhã - das 9h às 12h59 (14%)

Tarde - das 13h às 16h59 (16%)

Anoitecer - das 17h às 19h59 (18%)

Noite - das 20h às 23h59 (13%)

Veja a tabela do DPVAT 2017 (sem considerar taxa e imposto)

Automóveis: R$ 63,69 (era de R$ 101,10)

Motocicletas: R$ 180,65 (era de R$ 286,75)

Caminhões e caminhonetes: R$ 66,66 (era de R$ 105,81)

Ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete e lotação de mais de 10 passageiros: R$ 246,23

Ônibus e micro-ônibus sem cobrança de frete ou lotação de até 10 passageiros, com cobrança de frete: R$ 152,67

Ciclomotores de até 50 cilindradas ('cinquentinhas'): R$ 81,90 (era de R$ 130)

Indenizações

O valor de indenizações não mudou em relação a 2016. Ela é de R$ 13.500 por morte, de até R$ 13.500 por invalidez permanente e de até R$ 2.700 para despesas médicas.

O que é DPVAT

O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.

O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos.

A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

Fonte:

A importância do Parachoque Traseiro nos Veículos de Carga

A Cidade Ideal


Pesquisa revela percepção dos jovens com o trânsito

Entrevistados admitem combinação de álcool e volante, dirigir acima do limite de velocidade e uso de celular.

Pesquisa aponta que um em cada quatro motoristas brasileiros dirige, em raras ocasiões, após consumir bebida alcoólica. E mais da metade usa o celular enquanto guia

Rio - Pesquisa encomendada pela Arteris, concessionária de rodovias no país, revelou que apenas 2,3% dos jovens brasileiros entre 12 e 17 anos consideram o trânsito seguro. O levantamento, batizado de ‘O Jovem e o Trânsito’, reforça outro estudo, encomendado pela empresa em 2016, que mostrou que quase metade dos motoristas admite nem sempre respeitar os limites de velocidade das ruas, avenidas e rodovias. E que um em cada quatro motoristas brasileiros dirige, ainda que raramente, após consumir bebida alcoólica. Ainda segundo o levantamento, mais da metade dos motoristas usa o celular enquanto dirige, ainda que em raras ocasiões.
A diretora de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade da Arteris, Alessandra Vasconcelos, reforça a importância dessas análises. “As pesquisas têm mostrado que o comportamento inadequado e de risco é a principal causa de acidentes de trânsito no Brasil e no mundo. Os jovens estão entre os mais vulneráveis. E, por isso, é fundamental que a educação para o trânsito faça parte do cotidiano deles. É preciso quebrar este ciclo de tolerância e de irresponsabilidade, construindo uma conduta responsável e cidadã no trânsito em benefício da preservação da vida”, afirma.
O estudo atual foi feito entre 8 e 18 de maio deste ano, com 1.001 jovens das cinco regiões do país, com idade entre 12 e 17 anos, que responderam um conjunto de perguntas sobre o trânsito, incluindo informações sobre o seu próprio comportamento e de seus pais e responsáveis. A mostra retrata a distribuição no território nacional de jovens desta faixa etária. A margem de erro é de 3,1%.
Agentes da PRF atuaram no feriado para combater infrações de trânsito e conscientizar a população
Principais resultados
O estudo ‘O Jovem e o Trânsito’ permitiu algumas interpretações. Segundo a Arteris, apenas 2,3% dos jovens acham o trânsito seguro no país e indicam que os três aspectos que mais impactam a segurança no trânsito são: dirigir após consumo de bebida alcoólica (70,6%), utilização do celular por motoristas e pedestres (53,7%) e excesso de velocidade (53,7%).
Um dado positivo é que mais de 90% dos jovens entrevistados informaram não ter participado, como pedestre ou enquanto passageiros, de acidentes de trânsito nos últimos 12 meses. Contudo, quase 1/4 lembra de ter perdido algum familiar em acidente de trânsito.
Mais perigo entre amigos
Sobre o próprio comportamento, 74,1% dos jovens brasileiros acreditam ter comportamento seguro como pedestres. Porém, quando estão em turma, o índice cai quase 30 pontos, chegando 45,3%. Além disso, o hábito de usar cinto não está totalmente assimilado: 1/3 dos jovens admite nem sempre utilizar o cinto no banco da frente, enquanto 65% dizem não usar no assento traseiro.
O tema ainda não é abordado nas escolas. Apesar de os riscos do trânsito estarem tão presentes no cotidiano dos jovens brasileiros, a grande maioria deles (71,2%) admitiu que a educação para o trânsito não aparece na grade curricular. Sobre os pais, quando questionados sobre o comportamento de seus responsáveis, os jovens afirmaram que 40% deles dirigem, mesmo que raramente, após consumo de bebida alcoólica. Quase 57% nem sempre respeitam os limites de velocidades. E 61% utilizam o celular enquanto dirigem.
O mais alarmante, de acordo com a concessionária, é que, mesmo após admitir reconhecer a conduta imprudente de pais ou responsáveis no trânsito, 83% dos jovens dizem que confiam neles como condutores. Isso significa que a grande maioria dos jovens brasileiros, de certa forma, tolera a atitude imprudente de seus tutores no trânsito.
PRF registra 68 acidentes durante feriado
A PRF divulgou o balanço da operação para o feriado de Corpus Christ, que atuou da quarta (14) ao domingo passado. Foram registrados 68 acidentes, uma morte e 58 feridos em rodovias federais no Rio. A fiscalização nos trechos com maiores índices de acidentes registrou cerca de 4 mil infrações de trânsito.
Policiais rodoviários federais flagraram 15 motoristas dirigindo sob efeito de álcool e 2.319 por excesso de velocidade. Além dessas, as infrações mais incidentes foram o não uso do cinto de segurança, motociclista sem usar capacete, criança sem cadeirinha e ultrapassagem proibida.
Ações de educação no trânsito com o objetivo de sensibilizar motoristas e passageiros alcançaram aproximadamente 3,4 mil pessoas.