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19 de jan de 2015

Um Olhar sobre as Campanhas Educativas para o Trânsito

Irene Rios

Não deixe um acidente obrigar você a reaprender. Seja você a mudança no trânsito.
Campanha Semana Nacional de Trânsito 2013.

A frase da Campanha Semana Nacional de Trânsito 2013 (disponível em http://www.youtube.com/watch?v=OXk65UArlag) faz parte de uma campanha educativa para o trânsito, promovida pelo Ministério das Cidades, em parceria com o Denatran. Essa campanha exibe cenas de pessoas que, após a violência viária, precisaram reaprender a fazer coisas comuns como andar, comer e falar.
Campanhas educativas fazem parte do marketing social e, conforme Cobra (2010), elas buscam incidir no comportamento do público para o seu bem e da sociedade em geral. O autor esclarece que há dois níveis de aplicação no marketing social: o operacional que “se refere à aplicação de programas específicos” e o estratégico que “compreende a formulação de políticas e estratégias globais”. (COBRA, 2010, p. 101).
As campanhas educativas para o trânsito geralmente correpondem ao nível operacional e costumam ser difundidas por vários meios de comunicação (televisão, rádio, internet, material impresso, dentre outros).
Conforme Pinto (2002), os temas das campanhas de educação para o trânsito classificam-se em:
  • Gerais: peças publicitárias que tratam da questão do álcool e da direção, por exemplo.
  • Sazonais: campanhas que acontecem ciclicamente, como, por exemplo, as preocupações com os períodos festivos de fim de ano.
  • Específicos: temas que usualmente antecedem mudanças na legislação e/ou políticas de fiscalização. Um exemplo de tema específico são as campanhas realizadas sobre a “Lei Seca”. (Lei federal, nº 11.705, em vigor desde 20 de junho de 2008, proíbe o consumo de qualquer quantidade de bebidas alcoólicas por condutores de veículos.)

O autor esclarece ainda:

Qualquer situação de comunicação humana compreende a produção da mensagem por alguém e a recepção dessa mensagem por outra pessoa. O comunicador pretende influenciar comportamentos e as reações de uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) e, todavia, sua imagem tanto pode ser recebida pela pessoa a quem se destina como por pessoas a quem não se destinava, ou por ambas. (PINTO, 2002, p. 6).

            Em uma campanha, é importante que a mensagem seja percebida pelas pessoas que a receberão. É fundamental que a ideia seja comprada, usada e compartilhada entre os receptores.
           

 § 1º Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.
Código de Trânsito Brasileiro

Para entender o conceito de trânsito, publicado no Código de Trânsito Brasileiro – CTB (BRASIL, 1997), é importante conhecer o significado de via. No anexo 1 do CTB, consta que via refere-se à “[...] superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central” (BRASIL, 1997). Para haver trânsito, conforme a concepção que consta no CTB, é necessário que as vias sejam utilizadas por pessoas, veículos e animais, em movimento, ou parados. Fazem parte do trânsito, então, os motoristas, os pedestres, os ciclistas, os animais, os veículos (em movimento ou estacionados).
Com base nisso, é possível afirmar que o trânsito é um ambiente público, onde todos, independentemente de classe social, de idade, ou de classe cultural, têm os mesmos direitos e deveres. Os usuários das vias possuem o direito de usá-las, porém têm também o dever de respeitar os demais usuários desse espaço.
A falta de cumprimento desse dever, a falta de cuidado com a segurança e a irresponsabilidade, como deixar de dar distância entre um veículo e outro, realizar ultrapassagem em local proibido, deixar de parar na faixa de pedestre para este atravessar, conduzir o veículo no acostamento, dirigir sob efeito de álcool, dentre outros, podem resultar em uma violência viária e na perda de vidas humanas que compartilham o espaço do trânsito. São atitudes incoerentes que provavelmente, por meio da educação para o trânsito, podem ser transformadas em condutas coerentes.
A educação para o trânsito está prevista no CTB (BRASIL, 1997). Nele foi dispensado o Capítulo VI (com seis artigos), exclusivos, ao tema. Nesse capítulo destacam-se a criação da coordenação educacional, as campanhas educativas, a educação para o trânsito nas escolas, as campanhas sobre primeiros socorros, as mensagens e programas educativos. Neste texto, vamos ater-nos às campanhas educativas para o trânsito, eventos que possuem o objetivo de conscientizar o público-alvo sobre condutas coerentes ao transitar.
Sobre a realização de campanhas educativas para o trânsito, o CTB determina que:

Art. 75. O CONTRAN[1] estabelecerá, anualmente, os temas e os cronogramas das campanhas de âmbito nacional que deverão ser promovidas por todos os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, em especial nos períodos referentes às férias escolares, feriados prolongados e à Semana Nacional de Trânsito.
§ 1º Os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito deverão promover outras campanhas no âmbito de sua circunscrição e de acordo com as peculiaridades locais.
§ 2º As campanhas de que trata este artigo são de caráter permanente, e os serviços de rádio e difusão sonora de sons e imagens explorados pelo poder público são obrigados a difundi-las gratuitamente, com a frequência recomendada pelos órgãos competentes do Sistema Nacional de Trânsito. (BRASIL, 1997).

Desde 1990, o Denatran tem escolhido temas para a realização de campanhas educativas para o trânsito, como: álcool e direção, pedestre, velocidade, entre outros, para serem trabalhados, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada anualmente no período de 18 a 25 de setembro.
Além de campanhas realizadas na Semana Nacional de Trânsito, o Denatran tem promovido campanhas para serem difundidas em outras datas, como Carnaval, Semana Santa, Natal e outras.
Objetivando orientar a realização das campanhas educativas para o trânsito, em 2009, o CONTRAN publicou a Resolução 314, que estabelece procedimentos para o seu desenvolvimento.

Art. 1º Aprovar as orientações para a realização de campanhas educativas de trânsito estabelecidas no Anexo desta Resolução.
Parágrafo Único. Para efeitos desta Resolução, entende-se por campanha educativa toda a ação que tem por objetivo informar, mobilizar, prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos que lhe tragam segurança e qualidade de vida no trânsito. (BRASIL, 2009).

A Resolução 314 do Contran, em seu anexo, estabelece os procedimentos para a realização de campanhas educativas de trânsito. No texto, ressaltam-se que as campanhas educativas “[...] devem orientar cada cidadão e toda a comunidade, quanto a princípios, valores, conhecimentos, habilidades e atitudes favoráveis e adequadas à locomoção no espaço social, para uma convivência no trânsito de modo responsável e seguro”. (BRASIL, 2009, p. 3).
No anexo da resolução, consta que, antes da elaboração da campanha, seja realizada uma pesquisa que:

[...] trará à luz indicadores qualitativos e/ou quantitativos sobre a percepção da população em relação ao trânsito: qual a sua opinião, quais as suas maiores preocupações, quais as suas dificuldades relacionadas ao trânsito; deve detectar seu envolvimento em acidentes de trânsito: como, quando, onde, o motivo. A pesquisa deve considerar também as estatísticas de trânsito relacionadas a passageiros, pedestres, condutores, examinando faixa etária, sexo, entre outras questões importantes para determinar temas, objetivos, público-alvo. (BRASIL, 1997, p. 3).

Por meio dessa pesquisa, será possível definir o foco da campanha educativa. Será sobre álcool e direção, o uso da motocicleta, a segurança do pedestre, o uso do celular ao volante, ou sobre outros temas? A pesquisa proporcionará, ainda, dados para a escolha dos objetivos e do público alvo da campanha.
Outras orientações apontadas na resolução 314 do Contran referem-se aos cuidados na elaboração das campanhas de educação para o trânsito (BRASIL, 2009, p. 4). É recomendado que as campanhas educativas devem possuir linguagens de fácil compreensão pela população em geral e que precisam estar fundamentadas em preceitos técnico-legais, em relação ao trânsito. Está estabelecido, também, que o foco deve ser no ser humano, baseado na ética no trânsito, no direito de ir e vir e na preservação da vida.  Está destacado, ainda, que sejam enfatizadas ações que ressaltem aspectos positivos, proporcionando ao público a identificação com situações de seu cotidiano no trânsito, levando-os à análise e à reflexão de suas atitudes.
Outro cuidado citado na resolução 314 é com relação às abordagens negativas ou que apresentem violência, a fim de evitar a anodinia [Ausência de dor; espécie de anestesia da capacidade de impressionar com algo violento e, por conseguinte, banalizá-lo. (BRASIL, 2009, p. 5)], a qual pode ser relacionada à “anestesia”, defendida por Duarte Jr. (2001, p. 142) - “[...] a negação do sensível, a impossibilidade ou a incapacidade de sentir”. Na realização de uma campanha educativa, é recomendado, pela mesma resolução, que seja realizado um pré-teste antes de sua divulgação (Antes de expor o material produzido para a campanha ao grande público, é necessário submetê-las a um público alvo menor, a fim de verificar se, realmente, atendem às expectativas.) e um pós-teste após a difusão da campanha. Após a veiculação da campanha ao grande público, deve ser realizada avaliação para que seja possível examinar se os objetivos foram alcançados ou não. No caso das campanhas educativas de trânsito, os indicadores a serem usados no pós-teste devem ter foco preferencialmente nos aspectos comportamentais diretos, não tanto nos resultados globais – e.g. em termos de redução de índices de acidentes ou de vítimas – que podem ter influência de outros fatores. (BRASIL, 2009).
Assim, uma campanha educativa é parte de um projeto, por isso é importante que seja planejada, aplicada e avaliada como tal.
Observamos, assim, que a resolução 314 do Contran indica o passo-a-passo para a realização de campanhas educativas para o trânsito. Vale lembrar, no entanto, que uma campanha educativa eficiente deve atingir o público alvo. Conforme Pinto (2002, p. 2), a eficácia das campanhas educativas está na capacidade que elas têm de sensibilizar o público para o qual se destinam. Há, cada vez mais, o desenvolvimento de campanhas educativas para o trânsito no formato audiovisual. Sendo assim, a seguir, faremos algumas reflexões sobre o audiovisual e sua capacidade de sensibilizar o público.


Em algum momento da nossa vida, a linguagem audiovisual nos toca, nos sensibiliza nos educa.
Laura Maria Coutinho

Percebemos com bastante clareza o destaque dado por Coutinho (2006) à capacidade que o audiovisual tem de sensibilizar e de educar as pessoas. Por meio de imagens e de sons, o audiovisual estimula-nos a utilizar dois importantes órgãos de sentido: a visão e a audição. Desta forma, favorece a apresentação de conteúdos e a comunicação entre as pessoas.
Wohlgemuth (2005, p. 12) orienta-nos: “Como a percepção do ser humano sobre o mundo exterior é proveniente, em grande parte, da visão e da audição, as mensagens audiovisuais possuem uma enorme capacidade de transmissão de conteúdos”. O autor esclarece, ainda, que a visão e a audição são os sentidos fundamentais da comunicação, que a harmonia é grande entre eles, e que o meio ambiente transmite constantemente informações percebidas simultaneamente pelos olhos e pelos ouvidos (WOHLGEMUTH, 2005).
Complementando os argumentos de Wohlgemuth, sobre a importância do audiovisual, Coutinho (2006) explica que a linguagem audiovisual é sedutora, que, em sons e em silêncios, em tons claros e escuros, em cores cambiantes, ela cria um universo de magia e encantamento, até mesmo quando quer ser objetiva. A autora destaca também que:

Vivemos em um tempo no qual, praticamente, todas as pessoas são “alfabetizadas” audiovisualmente. Vivemos imersos em um mundo de imagens, sobretudo os habitantes das cidades. A linguagem audiovisual nos é familiar, corriqueira, comum. (COUTINHO, 2006, p. 20).

O audiovisual vem tornando-se cada vez mais um instrumento fundamental para a educação. Conforme destacado por Coutinho (2006), crescemos rodeados pelas imagens e sons, que unidos formam os audiovisuais. Seja na televisão, na internet ou no cinema, os audiovisuais estão ao nosso redor e, por meio de seus conteúdos, eles podem agir sobre nossas emoções, proporcionando a sensibilidade. Coutinho (2006) realça, ainda, que eles atuam fortemente naquilo que, no homem, é sensível, falando mais aos sentidos do que à razão.
Desta forma, os audiovisuais, por meio de suas imagens e sons, podem transmitir conteúdos que sensibilizam as pessoas, incentivando as condutas seguras no trânsito e promovendo, assim, a diminuição da violência viária. Segundo Coutinho (2006), a linguagem audiovisual é a que mais diretamente emerge da realidade e, portanto, dela se origina.

O filme é feito de tudo o que se oferece à visão e, igualmente, do que não será visto. Alguns elementos serão apenas sugeridos e irão compor os vazios, os intervalos que, no cinema, são tão significativos quanto o que as imagens e sons explicitam. É nesse intervalo que os sentidos conversam: o sentido do filme que o diretor quis expressar e o sentido acrescido de quem o vê. Assim, posso dizer também que o filme é sempre uma obra aberta. Não se presta a uma única interpretação. Pode ser visto e revisto de várias maneiras, tudo fica a depender do contexto, da capacidade, do interesse, das expectativas de quem vê. (COUTINHO, 2006, p. 85-86).

Por ser uma obra aberta, no sentido exposto por Coutinho, o filme pode provocar diferentes percepções no espectador. Uma campanha educativa que usa como meio o audiovisual, por exemplo, possibilita uma série de interpretações e de percepções no público alvo como: comoção e reflexão, categorias que estão sendo investigadas neste estudo. Os vídeos podem provocar, ainda, indignação ou indiferença no espectador.
Jesus (2010) traz esclarecimentos sobre a etimologia de vídeo e nos questiona sobre quem vê:

Na etimologia “vídeo” é a primeira pessoa do indicativo do verbo latino videre, que significa “eu vejo”. Mas afinal, quem vê? O sujeito por trás da câmera. Que mira o objeto e seleciona o recorte, ou quem vê a imagem na tela? Mas e a câmera de vídeo vigilância? Quem olha para esse olhar? Qual é o recorte? Quem mira? (JESUS, 2010, p. 241).

            Quem vê a imagem na tela pode interpretar o vídeo diferentemente de quem está por trás da câmera. Depende do olhar estético, definido por Duarte Jr. (2001, p. 102), como um olhar que “[...] não interroga, mas deixa fluir, deixa ocorrer o encontro entre uma sensibilidade e as formas que lhe configuram emoções, recordações e promessas de felicidade”.
            A experiência estética, segundo Braga (2010), vai além das emoções cotidianas. Ele argumenta que:

Temos desejo e tristeza, entusiasmo e medo, sensações de plenitude relacionadas a questões pragmáticas ou cognitivas do cotidiano. A experiência estética, porém, seria aquela que trabalhasse os efeitos para além de tais vinculações emocionais imediatas. (BRAGA, 2010, p. 81-82).

            Podemos deduzir, então, que a experiência estética proporcionada pelo audiovisual está sujeita ao momento que o espectador está vivendo, ou seja, um vídeo pode ser interpretado de formas diferentes pela mesma pessoa, conforme seu estado emocional no instante em que está assistindo-o. Neste sentido, e com base em Pinto (2002 p. VI), cabe salientar que é importante alguns cuidados quanto ao uso do audiovisual em campanhas educativas para o trânsito. O autor alerta-nos que, por adotar um formato similar ao do comercial publicitário, as campanhas educativas de trânsito são inseridas nos intervalos da programação geral juntamente com outros anúncios comerciais. Desta maneira, as mensagens que formam o conteúdo das campanhas educativas encontram-se diluídas em meio a mensagens comerciais, noticiários, programas de entretenimento. Assim sendo, para possibilitar a sensibilidade do público alvo das campanhas educativas para o trânsito, a fim de uma melhor absorção dos conteúdos, é importante considerar o meio e o momento que estão sendo exibidas.
Sugiro ainda, que além da veiculação nos meios de comunicação, estas campanhas venham acompanhadas de projeto educativo para ser aplicado em palestras e em outras atividades nas escolas e nas universidades, de maneira transversal. As campanhas podem estar inseridas dentro de um contexto educativo, onde os receptores sejam provocados a refletir e a interagir sobre as mensagens deixadas por elas.

REFERÊNCIAS

BRAGA, José Luiz. Experiência estética & mediatização. In: MENDONÇA, Camargo; GUIMARÃES, Cesar (Orgs.). Entre o sensível e o comunicacional. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

BRASIL. Código de Trânsito Brasileiro. 1997. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2013.

______. Departamento Nacional de Trânsito / Ministério das Cidades. Parada: Pacto Nacional pela Redução de Acidentes / Campanha Semana Nacional de Trânsito 2013b. Disponível em: <http://www.paradapelavida.com.br/campanhas/semananacionaltransito2013>. Acesso em: 10 Out. 2013.

______.  Departamento Nacional de Trânsito / Ministério das Cidades. Resolução 314. 2009. Disponível em: <http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_314_09.pdf>. Acesso em: 31 mar. 2013.

COBRA, Marcos. O novo marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

COUTINHO, Laura Maria. Audiovisuais: arte, técnica e linguagem. Brasília: Universidade de Brasília, 2006.

DUARTE JR., João Francisco. O sentido dos sentidos. Curitiba: Criar, 2001.

JESUS, Eduardo de. Eu vejo, eu mostro e nós vemos. In: MENDONÇA, Camargo; GUIMARÃES, Cesar (Orgs.). Entre o sensível e o comunicacional. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

PINTO, Paulo Fernando de Ascenção. Avaliação da compatibilidade entre a mídia televisiva e as campanhas educativas para o trânsito. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, 2002.

WOHLGEMUTH, Júlio. Vídeo Educativo: Uma pedagogia audiovisual. Brasília, DF: Senac, 2005.

Irene Rios
Mestra em Educação, com a pesquisa: CAMPANHAS EDUCATIVAS PARA O TRÂNSITO: a percepção sensível de jovens e adultos; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Graduada em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa; Consultora e co-autora do projeto “Gincana Cultural de Trânsito”, vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012 - na categoria "Educação no Trânsito - Projetos e Programas"; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária de disciplinas na área de Educação para o Trânsito; Autora de artigos e livros sobre Educação para o Trânsito.


[1] Conselho Nacional de Trânsito.

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