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29 de jun de 2014

CURSO: Músicas e Campanhas Educativas para a Mobilidade Segura nas Vias


FORME UMA TURMA EM SUA CIDADE!


Objetivos:
·         Refletir sobre o conteúdo das músicas antigas e atuais e sua influência no uso de bebidas alcoólicas e no comportamento das pessoas no trânsito.
·         Orientar sobre o uso de músicas nas atividades de educação para o trânsito.
·         Demonstrar técnicas para a elaboração de paródias com letras educativas para a segurança no trânsito.
·         Realizar pesquisa de campo sobre o comportamento das pessoas no trânsito.
·         Desenvolver um pré-projeto de campanha educativa para a segurança no trânsito.
·         Mostrar a importância e as possibilidades do uso de campanhas educativas audiovisuais em palestras e aulas de educação para o trânsito.

Público Alvo:  Gestores de trânsito, coordenadores de educação para o trânsito, professores, supervisores, orientadores e demais interessados nos temas.
Metodologia e Recursos Educativos: Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos, exercícios práticos e pesquisa de campo.
Veja como foi o curso em Florianópolis! Clique aqui!
Facilitadora
Irene Rios, Mestra em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito.
Veja como foi o curso em:

·           Itajaí - SC: Clique aqui!
·           UFPA - PA: Clique aqui!
·           Detran - PA: Clique aqui! 
·           Rio Verde - GO: Clique aqui!
·           Goiânia - GO: Clique aqui!
·           Rio de Janeiro - RJ: Clique aqui!
·           São Paulo - SP: Clique aqui!
·           Salvador - BA: Clique aqui!
·           São José – SC: Clique aqui!


EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais Ltda. Me. 

28 de jun de 2014

Vai pegar a estrada? Saiba conviver com caminhões e ônibus

Eles custam a ganhar velocidade e não podem desviar repentinamente. Quem está de carro deve evitar o ponto cego desses veículos.

Denis MarumEspecial para o G1
Segundo a polícia, diminuiram os roubos e furtos de carga (Foto: Reprodução/ RPC TV)


Ultrapassar caminhões exige cuidado
(Foto: Reprodução/ RPC TV)
Se você nunca dirigiu um caminhão, precisa saber que esta não é uma tarefa simples. Muitos veículos grandes parecem dificultar a vida de quem está ao lado ou atrás, mas eles custam a ganhar velocidade e não podem sair do trajeto repentinamente. Dependendo da carga e do tipo de caminhão, são necessários vários cursos e alguns anos de experiência para conduzi-lo bem. O mesmo vale para os ônibus.
Os caminhões não são maioria nas ruas e estradas. Eles somam 2,5 milhões, ou 3% da frota total, que passa dos 83 milhões de veículos, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Mesmo assim, estão em boa parte dos acidentes. Em 2013, houve 6.888 acidentes com vítimas fatais. Desses, 41,29% envolveram caminhões, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Conviver com os "grandões" nas estradas exige, portanto, cuidados redobrados. Confira dicas essenciais:

Mantenha distância segura

Quanto mais pesado, maior é a distância exigida para que o caminhão ou o ônibus consiga parar com tranquilidade. Na física, isso é explicado pela quantidade de movimento, uma grandeza que diz que a dificuldade de parar um corpo em movimento é diretamente proporcional à velocidade e à massa. Se já é difícil parar um veículo pesado, imagine em alta velocidade. Caso ele tenha freios ABS, a distância de frenagem será menor. Na dúvida, é melhor manter uma distância segura.

É importante ainda ficar longe daqueles caminhões que parecem não ter a carga bem presa ou com tamanho inadequado para a carroceria.
caminhão movimento estrada rodovia MG-050 Ano Novo Réveillon Divinópolis MG (Foto: Reprodução/TV Integração)
Caminhão com carga alta na rodovia MG-050
(Foto: Reprodução/TV Integração)
Em altas velocidades, é preciso ter os pneus, freios e suspensão em dia. Muitos motoristas só descobrem isso quando não conseguem controlar o caminhão em uma frenagem repentina. É mais um motivo para você manter boa distância. Até porque, devido ao tamanho da carroceria, é difícil enxergar quem está à volta.
Outra característica dos “grandões” é a dificuldade em alterar o trajeto. Mudanças bruscas de direção, na maioria das vezes, acabam em capotamento, principalmente, se as cargas forem pesadas, altas ou vivas. Por isso, é melhor não ficar ao lado deles em curvas ou serras.

Como fazer um ultrapassagem segura?

A colisão frontal é o tipo de acidente mais comum nas estradas, com 1.835 casos registrados no ano passado, segundo a PRF, o que comprova o risco que as ultrapassagens representam.

Em viagens, a tendência é sair logo de trás do caminhão e tentar a ultrapassagem. Como tomar a decisão de forma segura? Primeiro, é preciso identificar se no local é permitido fazer ultrapassagens. Passar por um veículo longo já é algo que requer cuidado e, se não houver respeito à sinalização, a probabilidade de ocorrer um acidente é muito grande.
Acidente entre caminhão e caminhonete (Foto: Maria Caroline Palieraqui/G1 MS)Colisão frontal entre caminhão e caminhonete no Mato Grosso do Sul (Foto: Maria Caroline Palieraqui/G1 MS)Só saia de trás do caminhão quando tiver certeza de que a distância em relação ao carro que vem em sentido oposto é segura. A melhor hora para fazer o movimento é na pista plana com a maior visibilidade possível.Existem estradas que parecem verdadeiros videogames. São tantos obstáculos, buracos, curvas, falta de acostamentos e sinalizações que tornam os caminhoneiros verdadeiros heróis. Portanto, se você estiver dividindo uma estrada assim com eles, tenha calma e aguarde o momento certo para ultrapassá-los.Os caminhoneiros mais experientes têm o controle da situação. Em estradas mais sinuosas, eles costumam dar seta para direita indicando o momento da ultrapassagem. Fique atento aos sinais e, em caso de dúvida, nunca ultrapasse, principalmente se o seu carro tem motor com menos de 90 cavalos.Evite ficar no ponto cego dos grandõesA visibilidade traseira de um caminhão é restrita. Quem vem atrás deve sinalizar para ser visto e demonstrar suas intenções. Parta sempre do princípio que o motorista do caminhão ou do ônibus não te viu.
Estrada não é lugar de duelo
Assim como é difícil de parar, também é trabalhoso ganhar velocidade em um caminhão. Não raro em subidas, ele pode aproveitar a velocidade e fechar um automóvel que vem pela faixa da esquerda para poder ultrapassar outro caminhão. Sem entrar no mérito de quem tem razão, é melhor você ter paciência e esperar que ele retorne para faixa da direita. Prever esse tipo de situação evita aborrecimentos e acidentes. Não adianta querer disputar espaço com um veículo muito maior e mais pesado.
Na estrada, todo cuidado é pouco, pois é difícil conseguir fazer manobras seguras com o carro andando a 100 ou 120 km por hora. Muitas vezes, vale a pena perder dois ou três minutos para entrar em uma estrada ou fazer uma ultrapassagem. Perto do período total da viagem, isso representa muito pouco.Cuidado ao entrar na estrada.
Na hora de entrar numa pista, muita gente pensa que é bom esperar aparecer um caminhão e entrar na frente dele. Mas essa não é uma opção segura. Há caminhões que andam em velocidades altas e pode ser perigoso entrar no caminho deles.

Atenção extra com as supercarretas
Geralmente veículos com carroceiras estendidas têm uma placa na traseira indicando "veículo longo". Nesses casos, a atenção deve ser redobrada, afinal, a distância e o tempo de ultrapassagem serão maiores.

Você não sabe quem está dirigindo
Segundo a PRF, a maioria dos acidentes com caminhões tem motoristas entre 25 e 30 anos. O estresse atinge muitos profissionais, mas sabemos que as jornadas dos caminhoneiros, em especial, são muito longas, mesmo com leis que tentam reduzi-las. Há ainda casos de quem dirige alcoolizado e, para cumprir prazos, faz uso de anfetaminas, cocaína e crack. Portanto, fique sempre alerta.

Fonte:

Por que a China tem maior taxa de mortes no trânsito do mundo

Um policial chinês tenta resolver uma disputa de tráfego entre o motorista de um Porsche e um de outro carro após um acidente em Pequim em 9 de agosto de 2011. Na última década, ano após ano, a China teve o maior número de mortes no trânsito no mundo (Mark Ralston/AFP/Getty Images)

Embora a China não seja o país com o maior número de veículos registrados no mundo, ela detém o recorde do maior número de acidentes rodoviários fatais no mundo, ano após ano, na última década.
Pelos últimos dez anos, a média anual da China de acidentes de trânsito foi de mais de 500 mil, com uma taxa de mortalidade média anual de mais de 100 mil.
Em 2009, a China tinha apenas 3% dos registos de automóveis do mundo, mas seu número de vítimas fatais em acidente rodoviário correspondia a 16% do total mundial.
De acordo com um artigo de março de 2012 do Diário de Guangzhou, a China tinha 104 milhões de registos de automóveis e 62 mil mortes por acidentes de trânsito em 2011. No mesmo ano, o Japão tinha mais de 70 milhões de carros registrados, mas apenas 4.611 mortes. Nos Estados Unidos, 285 milhões de carros estavam registrados e 42 mil pessoas morreram em acidentes rodoviários.
Carteiras de motorista à venda
Uma das razões principais para o elevado número de mortes nas estradas da China é que muitas pessoas não passam por qualquer instrução ou exame de condução. De acordo com as regras de trânsito da China, uma pessoa deve frequentar a autoescola e passar por um teste de condução para obter uma carteira de motorista. Mas todos na China sabem que é possível comprar uma carteira de motorista. Como a aplicação da lei é bastante negligente a esse respeito, a maioria das pessoas aprende a dirigir por conta própria ou obtém noções básicas com um amigo após comprar um carro.
Ignorando as regras de trânsito
Não é raro ver as pessoas na China atravessando a rua fora da faixa ou em lugares perigosos e pulando cercas de proteção, independentemente da existência de passarelas e cruzamentos para pedestres.
Em 2011, entre as vítimas fatais de acidentes de trânsito, o número de pedestres que morreram por violar as regras de trânsito equivaleu a 25% do total.
Motoristas enfurecidos, dirigir alcoolizado, atravessar no sinal vermelho, fazer ultrapassagem em local perigoso e conduzir fatigado também são motivos comuns de acidentes.
Pobre gestão do tráfego
Há mais de cem tipos diferentes de semáforos na China, incluindo alguns com e sem cronômetros de contagem regressiva, ou sinalizações ruins de proibido/permitido virar, o que pode facilmente causar confusão no motorista. Além disso, alguns semáforos não estão posicionados adequadamente para visualização, enquanto muitos cruzamentos, mesmo alguns principais, não têm semáforos, facilitando assim mais acidentes.
Muitas sinalizações de trânsito também são muito complicadas. Algumas têm 20-30 caracteres, o que torna difícil para o motorista absorver a informação.
Multas de trânsito
Multas de trânsito leves na China são ineficazes para impedir infrações de trânsito como excesso de velocidade. De acordo com um artigo do Hangzhou Net News de maio de 2009, seis filhos de famílias ricas chinesas dirigiam em alta velocidade uma Ferrari e um Lamborghini numa estrada da Itália para a França, com velocidades de até 229 km/h, segundo o tribunal local, que os multou em 1,31 milhão de yuanes (US$ 210 mil). Na China, no entanto, uma ofensa semelhante resultará em apenas 3 pontos de penalidade na carteira de motorista e uma multa de pouco mais de 100 yuanes (US$ 16,26).

Fonte:


21 de jun de 2014

Acidentes com caminhões provocam 10 mortes por dia

Falta de atenção e ultrapassagem indevida são as principais causas, assim como beber e dirigir.
acidentecaminhoesbx
Em 2012 aconteceram 62.851 acidentes envolvendo caminhões, com 3.682 vítimas fatais, um número médio de 10,1 mortos por dia, segundo o Atlas da Acidentalidade, o mais completo levantamento sobre acidentes rodoviários já publicado no Brasil.
O Atlas da Acidentalidade apresenta dados de acidentes com todos os tipos de veículos e detalha as ocorrências com caminhões e ônibus, reunidas no estudo numa categoria chamada veículos comerciais. O documento foi produzido a partir da análise estatística do banco de dados dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2008 e 2012.
A falta de atenção lidera o número absoluto de acidentes, com 21.860 ocorrências e índice de gravidade 2,4. Já os acidentes com maior letalidade foram ocasionados pela ultrapassagem indevida, com 2.036 acidentes e índice de gravidade 5,5; seguidos pela ingestão de álcool, com 1.286 acidentes e índice de gravidade 4,5; e pela velocidade incompatível, responsável por 5.368 acidentes e com índice médio de gravidade 4,3.
Os acidentes com caminhões acontecem em maior número durante a semana, no período diurno. Já os mais graves ocorrem aos sábados, com 81 mortes a cada mil acidentes, e aos domingos, com 106 mortes a cada mil acidentes. O amanhecer concentra os acidentes de maior letalidade, em especial no horário entre 4 e 5 horas da manhã.
Links
Clique e conheça a versão online ou faça o download (ZIP/PDF) do Atlas da Acidentalidade.

Entrevista com Irene Rios, no Canal Futura e momentos de sua participação no Revelando os Brasis.

Compartilho a entrevista que concedi, em 2008, sobre o curta-metragem que dirigi, A Professora em uma Comunidade Alemã.  Compartilho também  um pouco da experiência de ter participado do projeto Revelando os Brasis. 



A Professora em Uma Comunidade Alemã
Ficção - São Pedro de Alcântara - Santa Catarina



Ficha Técnica
Roteiro, Direção e Produção: Irene Rios da Silva

Elenco: 
Joyce da Silva
Carlos Alberto da Silva
Saturnino Raimundo Zimermann
Rosalina Bach Zimermann
Djonatan Henrique Lutz
Joelson Gustavo Eger
Mateus Schell
Mariane Sperber
Tainara Taís Eger

Imagens: 
Carlos Eduardo G. Silva

Edição: 
Evandro G. Silva

Som: 
Fernando Soares
Trilha Sonora: 
Antônio Vieira
Irene Rios da Silva
Eduardo Stähelin


Inspirado na vivência da diretora, o vídeo acompanha as experiências de uma professora em uma comunidade de descendentes de alemães. Uma história que começa com a dificuldade para chegar à escola, localizada em uma área rural, e passa pelo contato com uma cultura fortemente marcada pelos costumes dos antepassados, pela barreira da língua e pelo dilema dos jovens que têm que abandonar os estudos para trabalhar na roça.

Conheça São Pedro de Alcântara: Fundação: 1994 / Localização: Grande Florianópolis, a 25km de Florianópolis / 4.765 habitantes / 140km². São Pedro de Alcântara foi a primeira colônia alemã de Santa Catarina, povoada por imigrantes provenientes, em sua maioria, das regiões do Sudeste da Alemanha. A fundação da colônia foi em 1829, quando cerca de 60 pessoas passaram a viver no povoado. A colônia se desenvolveu e, em 1844, foi elevada a freguesia e paróquia. A autonomia político-administrativa veio em 1994. A partir dessa primeira colônia, surgiram outras comunidades de imigrantes que, com o passar do tempo, foram transformando-se em cidades, como Joinville e Blumenau.

Fonte: http://www.revelandoosbrasis.com.br/selecionado/irene-rios-da-silva - Acesso em 21/06/2014.

Um pouco mais desta experiência:

A Professora em uma Comunidade Alemã


         

Os desafios enfrentados por uma professora em uma comunidade Alemã, em Rio Forquilhas, São Pedro de Alcântara - SC, norteia o enredo do vídeo de Irene Reis da Silva. “A Professora em uma Comunidade Alemã”, é o relato de um recorte na vida da diretora. Aos 18 anos, com uma filha de quatro meses, encarou o desafio de lecionar em uma escola com crianças alemãs. Ela teria a difícil tarefa de ensinar português para estudantes que só conheciam o dialeto alemão. 

Segundo a diretora, a intenção é mostrar as dificuldades enfrentadas, principalmente pelos alunos, que só aprendiam o português quando começavam a estudar na escola. Ela conta que, na época, a distância de 17km era percorrida com dificuldade pela falta de transporte, e justamente por isso os alunos só estudavam até a 4ª série. Alguns, quando chegavam ao final do ano, baixavam o rendimento para serem reprovados e permanecerem na escola. 

Para Irene, a comunidade alemã integrada por 600 pessoas é um pedacinho do Brasil. “Ali, encontramos um dialeto diferente, alimentação, características bem marcantes. Acho que consegui mostrar isso com o vídeo”, explica a diretora.

Para gravar a ficção, a professora contou com a ajuda da comunidade. O primeiro local que buscou ajuda foi na escola “Reunida de Santa Filomena”. “Não foi difícil conseguir voluntários ali”, lembra.

Sua filha, Joyce da Silva, 21 anos, interpretou a professora. Os demais participantes foram alguns alunos e o casal Zimermann, que falou sobre o tempo de convivência com a professora. De acordo com a diretora, não foi difícil mobilizar a cidade, todos queriam participar. Agora, quem participou das gravações está curioso para conhecer o resultado.

Apesar do envolvimento da cidade um dos atores voluntários teve que ser substituído na última hora. O pai do rapaz não permitiu a participação dele no vídeo. A diretora destaca a participação de Liane Castilhos, outra selecionada pelo Revelando os Brasis ano III, no seu vídeo. Liane trabalhou como assistente e fotógrafa. 

Depois das gravações Irene considerou a experiência maravilhosa. “Foi cansativo, mas incrível. Minha idéia era mostrar esse pedacinho do Brasil que precisava ser revelado e acho que consegui”, explica. 




Recontando a Rota 2 – Santa Catarina

São Pedro de Alcântara (SC) / Foto: Gustavo Louzada
Em solo catarinense, a primeira exibição foi em São Pedro de Alcântara. A caravana do projeto chegou à cidade por volta das 22h do dia 15 de junho. Todos já dormiam no lugar.  No outro dia, após a exibição, a equipe participou de um jantar na casa de Irene Rios da Silva, realizadora local do Revelando os Brasis.
O filme produzido em São Pedro de Alcântara foi “A Professora em uma Comunidade Alemã”. A ficção é inspirada na experiência da própria diretora como professora em uma comunidade de descendentes de alemães. A história fala da dificuldade para chegar à escola, localizada em uma área rural, do desafio de lecionar para uma cultura fortemente marcada pelos costumes dos antepassados, da diferença de idiomas e do dilema dos jovens que abandonam os estudos para trabalhar na roça.
Florianópolis (SC) / Foto: Gustavo LouzadaDois dias depois, foi a vez de Florianópolis receber o circuito. A exibição aconteceu no Largo da Alfândega, no Centro da cidade. O casario antigo do lugar compôs um bonito cenário para a projeção.
Fotos: Gustavo Louzada


São Pedro de Alcântara (SC) dormiu mais tarde para assistir ao Revelando os Brasis – 16/06/2009


Em São Pedro da Alcântara (SC) dormir cedo é o hábito comum. O clima frio da cidade justifica isso. Porém, na noite da sessão do Revelando os Brasis, a hora de ir para a cama foi esticada. Na platéia, o calor humano compensou a ida tardia para debaixo do cobertor.
No início do século XIX, os primeiros colonos alemães que vieram para Santa Catarina se instalaram em São Pedro de Alcântara. A influência da colonização alemã é visível na arquitetura e em pequenos detalhes da cidade.
O filme do Revelando os Brasis produzido no município fala justamente dos desafios enfrentados por uma professora em uma comunidade formada por descendentes alemães. A ficção “A Professora em uma Comunidade Alemã”, de Irene Rios da Silva, inspira-se na vida da própria diretora que, aos 18 anos, com uma filha de quatro meses, foi lecionar em uma escola com crianças alemãs. Era dela a tarefa de ensinar português para estudantes que só conheciam o dialeto alemão.
Irene esteve na abertura da sessão. Ela contou parte da história do filme para o público presente e também falou como foi participar do Revelando os Brasis.
Fotos: Gustavo Louzada