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9 de nov de 2013

Pesquisa mostra que viva voz tira atenção dos motoristas

Pesquisa com motoristas
A utilização de telefone celular ou de fones de ouvidos conectados ao som do carro é uma infração de trânsito, mas o uso do viva voz automotivo é liberado e vem crescendo graças aos carros com sistema de bluetooth chamado de “hands free (mãos livres)” . O motorista, porém, precisa ter cuidado ao usar essa tecnologia.


Vários estudos demonstram como os condutores podem ser afetados pela divisão de atenção entre uma conversa de celular e a preocupação com a direção. Uma pesquisa da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, afirma que o viva voz pode roubar ainda mais a atenção do motorista. A pedido da “American Automobile Association”, a universidade investigou os efeitos do viva voz sobre o cérebro do motorista. A incrível descoberta: é preciso muito mais da atenção para comandar o interativo sistema de voz.

Os pesquisadores afirmam que a primeira reação do condutor é esquecer de olhar pelos espelhos retrovisores e prestar atenção aos detalhes, seja a luz de freio de um carro ou a aproximação de pedestres.

“Falar ao celular utilizando as tecnologias hands free é menos arriscado, já que o condutor permanece com as duas mão no volante. Porém, o ideal é não utilizar o celular ao volante, pois mesmo no viva voz a conversa tira a atenção do motorista”, diz Alexandro Rúbio, especialista do Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil).

A integração carro-celular surgiu quase que instantaneamente ao recente crescimento da nova geração de celulares. Os telefones estão integrados ao sistema de som dos carros. Em algumas montadoras, a novidade já vem instalada de fábrica. Consiste na sincronização do aparelho ao automóvel via bluetooth. Depois, acontece a amplificação do som pelos alto-falantes do carro. Apesar da permissão, Rúbio recomenda cautela.

“Como a utilização não é proibida, ao contrário do fone de ouvido, a recomendação e utilizar somente para atender ou realizar ligações de emergência”, afirma o especialista.

Fonte: Terra

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