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27 de mai de 2013

Aula de educação para o trânsito, contextualizada com o livro didático “Projeto Buriti" - Português – 3º Ano – unidade 5

Plano de Aula de Educação para o Trânsito, com sugestões de atividades contextualizadas com o livro didático “Projeto Buriti - Português – 3º Ano” – unidade 5.

Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 3º ano do Ensino Fundamental

Objetivos:
- Estimular o uso das faixas de pedestres e do cinto de segurança nos veículos;
- Incentivar as atitudes seguras no trânsito;
- Revisar o emprego das letras G e J.
- Reforçar o uso correto dos adjetivos pátrios.
- Exercitar a escrita na 1ª pessoa do singular.

Conteúdos
  • Letras G e J
  • Adjetivo pátrio
  • Atitudes seguras e corretas, ao transitar.
 Estratégia
  • Aula expositiva dialogada, baseada nos textos e atividades constantes no livro Projeto Buriti - Português – 3º Ano - Marisa Martins Sanchez - Editora Moderna, unidade 5, cujo tema é Eu falo de mim. Entre os conteúdos gramaticais constam: emprego das letras G e J, adjetivo pátrio e relato pessoal.
  • Resolução das atividades sugeridas na 1ª questão.
  • Correção e comentário sobre as atividades da 1ª questão.
  • Resolução das atividades sugeridas na 2ª questão.
  • Correção e comentário sobre as atividades da 2ª questão.
  • Aplicação da 3ª atividade.
  • Apresentação e debate sobre os textos produzidos pelos alunos na 3ª atividade.

Sugestões de Atividades

1. Complete os espaços pontilhados com g ou j
a) Ao caminhar pelas calçadas, preciso observar os veículos que entram e saem das gara....ens.
b) Deixar de prestar atenção no trânsito, para falar ou enviar MSN no celular é uma grande boba....em. Vamos cuidar da vida!
c) Ho....e, no colé....io, recebi uma importante mensa....em: Ao atravessar a rua olhe para os dois lados.
d) Em uma via....em, há muitas coisas interessantes, mas é preciso lembrar que, ao via....ar, devemos usar sempre o cinto de segurança.

2. Complete com o adjetivo pátrio correspondente a cidade destacada.
a) Ao atravessar as ruas, em São José, os ...................................... devem usar sempre a faixa de pedestre.
b) Os motoristas ....................................... devem andar mais devagar no trânsito de Santa Catarina.
c) No Brasil, os ................................... precisam respeitar as placas de trânsito.

Professor(a), argumente com os estudantes sobre a necessidade dos cuidados ao transitar, citados nas atividades.

3. Sou Educado no Trânsito!

Relate suas atitudes seguras e corretas no trânsito, quando está caminhando, usando o transporte escolar, andando de bicicleta, de moto ou de automóvel.
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Avaliação:
O êxito da aula poderá ser avaliado através das respostas às atividades sugeridas, da participação dos alunos e na observação da mudança ou permanência de atitudes dos estudantes, nos dias que seguem a aula.

Autoria de Irene Rios

Consultora de Educação para o Trânsito

Fonte: http://educacaogmsj.blogspot.com.br/

23 de mai de 2013

8º Congresso Brasileiro de Trânsito e Vida e 4º Congresso Internacional de Trânsito e Vida.



8º Congresso Brasileiro de Trânsito e Vida e
4º Congresso Internacional de Trânsito e Vida.
TEMA CENTRAL: "3º ANO DA DECADA MUNDIAL DE AÇÕES DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO"

Três dias de conferencias, painéis, intercâmbio de experiências e discussões sobre trânsito.

PROGRAMAÇÃO

  • Quarta-feira 30/10/2013 EIXO TEMÁTICO/1º DIA: "SEGURANÇA NO TRÂNSITO"
    08h30min
    Entrega de credenciais e novas inscrições.
    10h00min
    SOLENIDADE DE ABERTURA OFICIAL Palavras do Presidente da FENASDETRAN MÁRIO CONCEIÇÃO e palavras das demais autoridades presentes EIXO TEMÁTICO/1º DIA: "SEGURANÇA NO TRÂNSITO"
    11h00min
    PALESTRA Tema: BALANÇO DOS 3 ANOS DA DÉCADA MUNDIAL DAS AÇÕES DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

    Palestrante: EDUARDO BIAVATI – Mestre em Sociologia, e especialista em Segurança no Transito, foi Coordenador Nacional do Programa de Prevenção de Acidentes da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação

    Presidente de Mesa: Mauricio Botelho - Diretor Geral do DETRAN/BA
    12h00min
    Intervalo para almoço
    14h00min
    PALESTRA Tema Custo dos acidentes de trânsito no Brasil.

    Palestrante EUCRÉSIO CARNEIRO LEMOS NETO – Superintendente Bradesco Auto/RE Cia de Seguros.

    Presidente de mesa EUVALDO JORGE MIRANDA DE OLIVEIRA – Presidente da Comissão de Transportes da Câmara Municipal de Salvador – Bahia
    14h40min
    PALESTRA Tema "As duas Faces da Publicidade: A Segurança e a Insegurança no Trânsito: como a propaganda social pode contrapor-se á apologia da velocidade".

    Palestrante ANA MARUSIA MENEGUIN – M. Sc. Autora da obra "Duas Faces da Publicidade", Coordenação de Publicidade da Câmara dos Deputados - DF.

    Presidente de Mesa JOSÉ TIBURCIO DOS SANTOS FILHO - Secretaria Geral da Presidência da República
    15h30min
    PALESTRA Tema "Municipalização do Trânsito".

    Palestrante JAIME LOBO - Presidente do Conselho Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul - CETRAN/RS

    Presidente de mesa RODOLFO RIZZOTTO – Advogado e Editor do site Estradas.com.br
    16h10min
    PALESTRA Tema "As Campanhas de Segurança no Trânsito, Conscientização e outros modelos mais eficazes?".

    Palestrante JOSÉ CARLOS ALELUIA - Secretário de Urbanismo e Transportes da Prefeitura de Salvador – Bahia

    Presidente de mesa PEDRO CARDOSO: Coordenador de Segurança de Educação para o Trânsito – DETRAN/BA
    16h50min
    PALESTRA Tema ÁLCOOL AO VOLANTE: depois de beber, quanto tempo deve esperar para voltar a dirigir?

    Palestrante DAVID DUARTE LIMA – Doutor em Segurança de Trânsito da Universitê Libre de Bruxells – Bélgica, Mestre em Saúde Publicada Universitê Catolique de Louvain – Bélgica e Professor da Universidade de Brasília - UNB/DF

    Presidente de mesa REGIVALTER ALVES DE BRITO - Assessor Jurídico da FENASDETRAN
    17h30min
    ENCERRAMENTO
  • Quinta-feira 31/10/2013 EIXO TEMÁTICO 2º DIA: "EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO"
  • Sexta-feira 01/11/2013 EIXO TEMÁTICO 3º DIA: "SAÚDE NO TRÂNSITO"

    Informações e Inscrições:
    http://www.transitoevida.com.br/ - Acesso em 23/05/2013

Espanha ensina como reduzir acidentes

Ex-diretor do departamento de trânsito daquele país conta como diminuiu em 59% o número de vítimas

REDAÇÃO AB


Durante evento sobre segurança viária realizado recentemente na cidade de São Paulo, o especialista espanhol em trânsito Ramón Ledesma Muñiz expôs as ações adotadas em seu país para redução do número de acidentes fatais. Em 2005 foi implantado o Plano Estratégico de Segurança Viária da Espanha, com o objetivo inicial reduzir em 40% o índice de acidentes fatais de trânsito até 2008. No período de 2005 a 2011, o êxito obtido foi de 59%. 

De acordo com Muñiz, há dez anos a relação de acidentes fatais no trânsito espanhol era de 128 para cada milhão de habitantes ou 5,4 mortes por 100 acidentes. “Estávamos diante de um problema nacional”, disse o especialista, que pleiteou ações concretas e integradas do governo quando era diretor-geral adjunto do Departamento de Trânsito da Espanha, cargo que ocupou entre 2004 e 2012). 
Na época foi criado o Observatório Nacional de Segurança Viária, o Conselho Superior de Segurança Viária recebeu mais agentes de trânsito e surgiram várias campanhas de informação, divididas por tipos de risco. Houve reformulação do modelo de habilitação, desenvolvimento de planos municipais de segurança viária, implantação de dispositivos tecnológicos de vigilância e o investimento de € 8 milhões na divulgação nos meios de comunicação. Juntas, essas ações reduziram as infrações e as causas dos acidentes de trânsito entre 2001 e 2011. 
Nesse período, a autuação de condutores alcoolizados caiu de 5% para 1,8%, as multas por excesso de velocidade diminuíram de 6% para 0,6% e a adesão ao uso do cinto de segurança pelos motoristas cresceu de 79% para 97%. Segundo Muñiz, em 2010 a Espanha registrou 54 acidentes fatais de trânsito por milhão de habitantes, aproximando-se dos índices da Finlândia (50 por milhão) e Dinamarca (48 por milhão). 
AÇÕES PARA MOTOS E BICICLETAS
Entre 2007 e 2008, para desenvolver um plano específico para os motociclistas, o governo espanhol considerou que deveria evitar a busca de culpados e concentrar-se em reduzir os acidentes. Assim, investiu-se na preparação desses condutores para pilotar de maneira segura com modificações no processo de habilitação, exercícios de pilotagem defensiva e exame realizado em via pública, além da prova teórica e em circuito fechado. 

Em outra frente foi melhorada a infraestrutura viária, inclusive com pistas mais aderentes para os pneus de moto. Como resultado, entre 2007 e 2011, mesmo com o aumento da frota de motocicletas, os acidentes fatais com seus condutores caíram 47%. “Foi um plano para os motociclistas e não contra eles”, ressaltou Muñiz. Para os ciclistas, os espanhóis fomentaram o uso da bicicleta nas regiões centrais das cidades e sua circulação sobre calçadas. Nas vias de sentido único, com circulação de bicicletas, a velocidade máxima para todos os veículos foi limitada a 30 km/h. 

Muñiz é advogado e esteve em São Paulo a convite da Abraciclo, associação que reúne fabricantes de motos e bicicletas. Ele foi um dos palestrantes do 4º Fórum Abraciclo – Mobilidade e Segurança em Duas Rodas.

18 de mai de 2013

Tema da Semana Nacional de Trânsito - 2013


Orientações/Diretrizes para as campanhas da Semana Nacional de Trânsito de 2013
1) Publicação das Leis 11705/98 (LEI SECA I) e 12.760/12 (LEI SECA II). O Brasil pode ser classificado como integrante do grupo dos que adotam forte rigor legal, como consequência de uma política pública que levou em conta os anseios da sociedade e as nefastas conseqüências dessa perigosa mistura constatadas pelos dados dos órgãos oficiais;

2) Lei seca II - dúvidas e velhos mitos (implicações legais do uso de enxaguantes bucais; os riscos de consumo de alimentos temperados ou que contenham álcool (bombons aromatizados com licor e carnes ao vinho);

3) Tirar o foco no produto (bebidas alcoólicas) e nas razões de seu uso e consumo (lazer e diversão) e mirar nos efeitos dos componentes químicos presentes nas drogas lícitas (álcool e medicamentos receitados) e ilícitas que afetam a coordenação motora, as condições psíquicas e o tirocínio de quem os consumiram e/ou usaram;

4) Contemplar não apenas o condutor como público alvo, mas também o pedestre e o ciclista que, forçosamente, dividem o mesmo espaço físico no trânsito (ruas, estradas e rodovias) em absoluta desvantagem com seus oponentes (motos, carros, ônibus e caminhões) mais poderosos e extremamente letais. Para esses personagens não motorizados do trânsito brasileiro estar sóbrio, atento e capaz de reagir com a rapidez necessária à cada situação de risco a que está afeito passa a ser fundamental para a sua segurança.

Fonte: http://www.denatran.gov.br/campanhas/semana/2013/snt2013.htm

Campanha para motoristas profissionais estrelada pela Paula Fernandes 

 


10 Drogas que você não deve usar ao dirigir



Bebida e Direção - Depoimento

Curso para Agentes Multiplicadores de Educação para o Trânsito, com Irene Rios, em Itajaí - SC



Educação para o Trânsito

Capacitação para servidores da Codetran e Secretaria de Saúde começou nesta quarta-feira
 Agentes de Trânsito da Secretaria de Segurança e motoristas da Secretaria de Saúde iniciaram nesta quarta-feira (15) pela manhã uma Capacitação em Educação para o Trânsito. A formação envolverá até sexta-feira (17) cerca de 130 pessoas. Os encontros ocorrem no auditório da Secretaria de Segurança das 8h às 11h30 e das 14h às 17h.
Entre os conteúdos abordados pela palestrante Irene Rios estão: “O Olhar sensível para o Trânsito: reflexões sobre ver, ouvir e sentir”, “Segurança no Trânsito: Qual é o meu papel?”, “Você faz a diferença! O importante ofício do Profissional de Trânsito” e “Relações Humanas no Trânsito: ética e cidadania”.
Diante dos altos índices de acidentes de trânsito registrados mensalmente, a ação conjunta entre as Secretarias de Segurança e Saúde tem como objetivo tratar a civilidade no trânsito possibilitando uma convivência mais humanizada onde a gentileza irá gerar mais gentileza.
Dados
Segundo informações da Secretaria de Segurança do Cidadão, somente em abril, 436 boletins de ocorrência foram confeccionados pelo Setor de Atendimento a Acidentes de Trânsito na área de atuação da Codetran. Uma média de 14 por dia. “Nosso compromisso com a população é conscientizá-lo de que os bens materiais são conquistados novamente, mas a perda de uma vida ou um acidente que deixa graves sequelas é irreversível. Por isso, a cordialidade e a educação são fatores essenciais para a paz no trânsito”, afirma o Coordenador de Trânsito.

Irene Rios é Mestranda em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária das disciplinas de Projetos em Educação para o Trânsito; Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito. Consultora e co-autora do projeto “Gincana Cultural de Trânsito”, vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012 - na categoria "Educação no Trânsito - Projetos e Programas".


Fonte: http://novo.itajai.sc.gov.br/noticia/5056 - Acesso em 18/05/2013


Local: Itajaí - SC

Fotos





























Método decomposto de aprendizagem veicular

Morte no trânsito e morte por dengue, qual é a diferença?

 

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Jr.

Posso comprovar que essa diferença é muito grande.

O Estado mostra sua incapacidade de manter a segurança e a saúde pública. Não bastasse deixar livre as vias para ação dos marginais é criado o amarelo piscante nos semáforos da cidade de São Paulo.

A ausência de recursos humanos, das CETs, Polícias Militares, Civis, Municipais e Rodoviárias do país é o motivo principal para que não seja feita a fiscalização e ações ostensivas contra os infratores do trânsito e da bandidagem.

Porque o contingente noturno de policiais é tão pequeno? Porque pouco os vemos nas ruas?
As cidades precisam de policiamento 24 horas por dia. Parece que as autoridades transitam na contramão das nossas necessidades.

Criar o amarelo piscante é afirmar categoricamente a incapacidade gestora. Não temos dúvida de que essa condição permitirá o aumento dos sinistros em nossos cruzamentos. A velocidade persistirá e esta é a principal causa dos nossos acidentes. Muitas coisas de São Paulo são copiadas para o resto do país. Esse é um péssimo exemplo. E como fica o pedestre num cruzamento desses?

Não é por esse caminho que se reduzirá acidentes de trânsito e assaltos nos cruzamentos.
De longa data afirmamos que existe uma doença epidêmica no nosso trânsito que é negligenciada pelos órgãos governamentais. Estamos no terceiro ano da Década de Segurança Viária proposto pela ONU e nossos acidentes continuam acontecendo com crescimento geométrico.

Nosso país tem ações nobres na proteção à vida como é o caso do combate permanente a dengue. No entanto, desconsideram os óbitos e sequelados no trânsito como uma doença epidêmica.
 


Ao abrir este site temos a grande surpresa. De 1990 a 2012 isto é, em 22 anos o número de óbitos causados pela dengue foi de 6.337. Isto corresponde a 15% dos óbitos ocorridos por acidente de trânsito somente no ano de 2010, conforme o DATASUS. É surpreendente o fechamento dos olhos das autoridades para esta outra epidemia que de longa data vem sendo denunciada.

Oberve que em 14 anos (de 1996 a 2010) morreram 518.000 cidadãos no trânsito desse país.

Nem nas últimas guerras morreu tanta gente. Só para exemplificar:

Guerra da Chechênia – 25 mil óbitos

Guerra civil de Angola – 20,3 mil óbitos

Guerra do Iraque – 13 mil óbitos

E os números crescem, 2013 já mostra dados alarmantes.

No trânsito e transporte precisamos de ações efetivas semelhantes às adotadas pelo Ministério da Saúde que de longa data faz o combate ao mosquito Aedes Egipty. Nesse trabalho, verbas astronômicas são gastas. São constituídas equipes em todo país para, após longo treinamento, atuar de porta em porta, de caixa d’ água em caixa d’ água, de poça d’água em poça d’água para identificar larvas do mosquito e destruir berçários. No entanto, em 2010 ocorreram 596 óbitos pela dengue. Nesse mesmo ano, perdemos 42.000 cidadãos em acidentes de trânsito, além de ficarmos com múltiplos sequelados.

Parece haver um disparate em número de óbitos por dengue e por acidente de trânsito. A medida preventiva tomada pelo Ministério da Saúde tem sido altamente eficiente. E porque essas ações não são vistas de maneira holística para outros ministérios.

É do trânsito e transporte que chegam aos hospitais milhares de vítimas, onde o obituário é assustador e parece que isto não sensibiliza as autoridades a tomarem decisões imediatas para contenção desse absurdo.

É aqui, nessa área da mobilidade humana que ministérios precisam congregar-se para reduzirem nossas perdas e os custos altíssimos de tratamento e também de incapacitados definitivos para o trabalho. Perde o país mão de obra importante para o seu crescimento e desenvolvimento.

Equipes treinadas como foram as da dengue, deveriam estar atuando nos pontos críticos, onde os acidentes acontecem a todo o momento, fiscalizando e punindo com severidade. Essa é uma medida de curto prazo. Em longo prazo, educação com relação à mobilidade humana desde a infância até o final da adolescência como prevê o Código Brasileiro de Trânsito. E precisamos lembrar que todo motorista é um pedestre em potencial.

Somente dessa forma teremos mudado radicalmente a cultura do povo brasileiro com relação à mobilidade.

Não é através de semáforo em amarelo piscante que resolveremos ações de combate a violência no trânsito e aos assaltos nos cruzamentos. Isso parece deixar que tudo mais possa acontecer.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

1 de mai de 2013

Ciclistas devem priorizar a segurança


Ciclistas devem priorizar a segurança


Veja como a educação no trânsito e o uso dos equipamentos ajudam a reduzir acidentes e a construir um trânsito mais pacífico e organizado.



O hábito diário de pedalar é uma forma saudável de deslocamento urbano além de ajudar ao meio ambiente. Mas para que haja equilíbrio no trânsito, o ideal é que as bicicletas e os demais veículos não dividam o mesmo espaço no tráfego.

Outro fator que engrossa as estatísticas é a despreocupação dos ciclistas com a própria segurança. Antes de se arriscar em meio às ruas, saiba que tanto você quanto sua bicicleta devem contar com equipamentos específicos, como luvas, capacete, lanterna, óculos especiais, farol dianteiro e reflexivo.

Conheça seus direitos e deveres

Poucas pessoas que usam uma bicicleta sabem quais são seus direitos e deveres. A mecânica de deslocamento do automóvel é bem diferente da bicicleta. Se você é motorista e não costuma pedalar, saiba que emparelhar com um ciclista, muitas vezes, faz com ele literalmente sinta a morte por perto. E se você usa a bicicleta, deve estar acostumado com alguns motoristas que propositalmente ameaçam os ciclistas com seus carros. É importante que todos entendam que as ruas não são vias exclusivas para os automóveis e que as bicicletas não podem ser punidas com buzinas, aceleradas e fechadas.

Seja responsável no trânsito

Ao ver uma bicicleta na via, mantenha uma distância de pelo menos 1,5 m em relação ao ciclista que se encontra no canto da pista. Não estacione nas ciclovias – assim, você evita acidentes.

Já os ciclistas devem abster ao máximo andar um ao lado do outropara conversar. Assim, evita-se o acúmulo de carros atrás das bikes e eles não o ultrapassarão perigosamente quando poderiam fazê-lo de modo suave. Se quiser fazer passeios lado a lado, procure estradas sem movimento. Não ande sem as mãos, não faça piruetas, não ziguezagueie entre os carros e não corra além dos limites de segurança. E no sinal vermelho, não encoste nos carros.

Fonte: