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30 de nov de 2012

Crianças são atuais pedestres, mas nem sempre futuros motoristas


Assessoria de Imprensa Perkons
Estado e sociedade ainda cometem deslizes na difícil tarefa de avançar nas ações de educação para o trânsito
Ronan Pierote, com Juliana Hasse

     Elas não têm carteira de habilitação, estão longe de completar 18 anos e muitas sequer serão condutoras no futuro. Mesmo assim, crianças são alvos frequentes de campanhas de conscientização de trânsito no Brasil. O argumento é de que os pequenos repassariam os conceitos aprendidos aos pais. Para discutir o assunto, a Perkons ouviu uma especialista em trânsito que lida diariamente com a questão envolvendo crianças.  “Com certeza as crianças podem ser excelentes multiplicadores do tema trânsito. Mas não pode ser atribuído a elas o peso de serem agentes fiscalizadores, ou seja, que tenham a incumbência de ficar ‘de olhos atentos’ nas atitudes erradas e equivocadas dos adultos, para chamarem a atenção dos mesmos”, defende Karine Winter, coordenadora de educação para o trânsito do FUNTRAM (Fundo Municipal de Trânsito/Prefeitura Municipal de Balneário Camboriú). 

     Segundo Karine, que também é especialista em Gestão e Segurança de Trânsito, não se pode transferir a responsabilidade de efetivar ações que gerem exemplos positivos por meio de atitudes corretas, que é dos adultos, aos menores. “Acredito que é possível atingirmos as crianças de forma eficaz, sim, principalmente por meio de ações lúdicas. Porém, desde que sejam motivadas e que os adultos sejam exemplo e sirvam de referência para elas”, explica. 

    Embora avalie que a educação para o trânsito no Brasil passou por avanços consideráveis nos últimos anos, Karine pontua que ainda assim, “é urgente e notória a necessidade de um novo paradigma e de um olhar mais atento para rever alguns conceitos”. O que se vê, muitas vezes, é a tentativa de educar as crianças para que sejam futuros bons motoristas. “Por diversos fatores (culturais, sociais e econômicos), muitas crianças jamais virão a ser condutores. No entanto, todas elas são pedestres e agentes do trânsito e convivem e compartilham do espaço público”, revela.

    Crianças como protagonistas - este ano, às vésperas do Dia das Crianças, o Ministério das Cidades lançou a campanha intitulada “Paradinha”, cujas protagonistas são as crianças. A proposta é que elas chamem a atenção dos adultos a não consumir bebidas alcoólicas ao dirigir, assim como não falar ao celular e andar em alta velocidade. Por fazer parte de uma campanha maior – do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes – a Paradinha (Campanha Nacional para a Prevenção de Acidentes com Crianças no Trânsito) tem caráter complementar, o que é um ponto positivo, na opinião de Karine. “Percebo atualmente que, mesmo a passos lentos, a educação para o trânsito está sendo direcionada para a construção de valores, para a formação de cidadãos mais éticos e conscientes de seus direitos e deveres, ou seja, para a formação de cidadãos mais preparados para o exercício pleno da cidadania e para o convívio em sociedade”, observa.

     Nesse sentido, faz-se extremamente importante que a educação para o trânsito seja constante, e não apenas alvo de campanhas esporádicas. “Acredito que campanhas educativas com curto período de duração inviabilizam o desenvolvimento de um trabalho sistemático e contínuo de conscientização em relação a um trânsito mais seguro”, ressalta a especialista em Gestão e Segurança de Trânsito, acrescentando que “não se pode negar que elas constituem um excelente recurso para atingir o objetivo de um trânsito mais humanizado e com menos acidentes, mas não são as únicas ferramentas para isso”.

Exemplos positivos

Camboriú/SC - 
Por meio do órgão em que atua, o FUNTRAM, Karine explica o trabalho desenvolvido em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Lá, a população participa de palestras, cursos, teatro de fantoches e atividades no Espaço Vivencial de Trânsito. No local as crianças podem interagir e reforçar conceitos de respeito, colaboração e cooperação, não só no trânsito. “As plaquinhas de sinalização foram substituídas, na sua maioria, por placas com imagens que reforçam esses conceitos e atitudes de forma positiva. As crianças se organizam em pequenos grupos que fazem a leitura dessas imagens que devem ser compartilhadas com o grande grupo”, explica Karine. 

     De acordo com ela, a proposta inclui, ainda, um agente de trânsito, que faz a mediação e interfere quando necessário, acrescentando detalhes e exemplos às falas das crianças. Após a troca das informações, todos transitam a pé pelo espaço, circulando como pedestres. Uma volta pela quadra do bairro também tem o objetivo de mostrar aos alunos que no Espaço Vivencial o trânsito é perfeito, mas que na rua nem sempre é assim.


Crédito: acervo FUNTRAM
Curitiba/PR - Em Curitiba, a iniciativa de uma escola privada mostra que é possível levar conceitos de cidadania às crianças de maneira diferente. Criada em 1970, a Cidade Mirim do Colégio Opet é um importante diferencial na formação de alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Além das ruas com sinalização e semáforos, as crianças brincam de ser gente grande experimentando na prática como funcionam os principais elementos que constituem uma cidade, como a prefeitura, câmara de vereadores, fórum, posto de saúde, centro cultural, agência bancária entre outros – tudo em miniatura. As crianças elegem seus representantes por meio de votação e sugerem projetos para serem debatidos.


Crédito: divulgação

São Paulo - Outra ação que contempla o público infantil é a Minipista de Trânsito da Concessionária Ecovias, que administra as rodovias Anchieta e Imigrantes, em São Paulo. “Os alunos são introduzidos à educação no trânsito com a peça de teatro ‘A viagem da estrela’, inspirada no clássico infantil Pequeno Príncipe, que aborda, de forma lúdica, assuntos sérios, como as regras de trânsito, os perigos de brincar às margens da rodovia, a importância da utilização das passarelas e do uso dos itens de segurança ao andar de bicicleta”, explica Valdir Ribeiro, coordenador de sustentabilidade da concessionária. 

      As atividades compreendem a realização do trajeto da Minipista de Trânsito a pé, utilizando bicicletas e carrinhos elétricos, conduzidos pela equipe de educadores da Ecovias.  As crianças são divididas em três grupos: pedestres, passageiros e ciclistas. São cerca de 200 metros de pista asfaltada, que simulam grande parte das condições encontradas em uma via pública, com cruzamentos, semáforo, telefone de emergência, faixa de pedestre, placas de sinalização, rotatória, ciclovia, e até mesmo túnel.


Crédito: Vânia Delpoio

Políticas públicas     Os exemplos acima apresentados e tantos outros que buscam contribuir com a redução de acidentes de trânsito por meio da educação esbarram em uma contradição criada pela própria sociedade. “Se de um lado, começamos a perceber e efetivar a educação para o trânsito direcionada e voltada para a construção de uma postura ética e cidadã, de outro, percebemos que com o desenvolvimento da indústria automobilística os carros estão cada vez mais confortáveis, luxuosos e potentes, tornando-se para uma grande parcela da população brasileira a representação e a expressão do status e do poder”, argumenta Karine Winter.

     Para a coordenadora de educação para o trânsito do FUNTRAM é preciso cobrar ações efetivas da indústria automobilística que, atualmente, aposta no aumento de vendas por meio de propagandas que incitam a competição, violência e busca incessante pelo poder. “Da mesma forma como a propaganda eleitoral é obrigatoriamente exibida em horário nobre na televisão brasileira, deveria haver um modo de as montadoras serem obrigadas a exibir campanhas relacionadas à educação e segurança no trânsito, arcando com todos os recursos financeiros. Elas deveriam ser chamadas para o verdadeiro sentido da responsabilidade social”, expõe Karine.

     Como fazer isso? Karine acredita que a busca por mecanismos que abordem sistematicamente o assunto em escolas, empresas, entidades etc. deve ser incessante e precisa envolver a esfera política. “É necessária e se faz urgente a elaboração de políticas públicas que contemplem o verdadeiro e real sentido da responsabilidade social que muitas dessas indústrias afirmam exercer”, analisa.

      É bem provável que em futuro não muito distante todos comecem a colher os frutos mais consistentes desta nova visão de educação para o trânsito e, com isso, velhos costumes fiquem para trás. “Um exemplo claro disso é o condutor contumaz, que com certeza é aquele que vem de uma geração em que se falava muito no tal do ‘jeitinho brasileiro’, cujo princípio era levar vantagem em tudo”, conclui Karine.

Fonte: 

26 de nov de 2012

SC faz história na 12ª edição do Prêmio Denatran

Santa Catarina foi o estado com o maior número de ganhadores no XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito. Dos 36 premiados, que disputaram em 10 categorias, nove são catarinenses. Eles conseguiram superar centenas de concorrentes de todo o país. O concurso acontece anualmente com o objetivo de incentivar diversos setores da sociedade a refletirem sobre aspectos relativos à segurança, ao respeito e à cidadania no trânsito.

Crianças, jovens, educadores, profissionais de trânsito e de comunicação puderam disputar enviando seus trabalhos ao Departamento Nacional de Trânsito, que é responsável pelo processo de avaliação. A seleção é rigorosa e inclui três etapas: triagem, pré-seleção e seleção. Dentre os principais itens avaliados pela Comissão Julgadora estão a adequação ao tema, criatividade, originalidade, expressividade, composição e estética.

As categorias da edição de 2012 foram: pré-escola (elaboração de desenho); quatro subgrupos na categoria ensino fundamental (produção artística, conto, história em quadrinhos e poesia); ensino médio (esquete teatral); educação de jovens e adultos – EJA (paródia); educação especial (mosaico); educador (projeto pedagógico); educação no trânsito (projetos e programas); obra técnica (trabalhos científicos, teses, dissertações ou monografias); comunicação (campanhas educativas); e cidadania (músicas, poesias, textos, vídeos, jingles e paródias).

Dentre os prêmios que ficaram para Santa Catarina, estão: 1º lugar em poesia (Água Doce), mosaico (São Bento do Sul) e educação no trânsito (São José); 2º lugar: conto (Mafra), história em quadrinhos (Vargem Bonita), esquete teatral (Joinville) e mosaico (Campo Alegre); e 3º lugar: poesia (São Bento do Sul) e esquete teatral (Joinville).

A coordenadora de Campanhas Educativas do Detran, Rosângela Bitencourt disse que é muito importante que as escolas e a sociedade participem cada vez mais deste, que é o maior prêmio na área das práticas em segurança no trânsito do país. “Fico muito orgulhosa com esse resultado. É o sinal de que as escolas estão levando o tema a sério. Meu desejo é de que um município catarinense seja o vencedor na categoria com o maior número de trabalhos enviados”, frisou Rosângela.

Em 2009, o Detran/SC foi um dos vencedores do IX Prêmio Denatran de Educação no Trânsito na categoria Educação no Trânsito com o Programa “Se Essa Rua Fosse Minha”.

Fonte: 
http://www.detran.sc.gov.br/comunicacao/premdenatran2012.htm - Acesso em 26/11/2012

23 de nov de 2012

Ministro das Cidades comenta os desafios da paz no trânsito


“É inconcebível um país em pleno crescimento econômico ter tantas vidas perdidas de forma banal”, critica Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro
Entre uma entrevista e outra, durante um evento promovido pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, conversou com o site da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.
O ministro contou sobre o programa Parada – Pacto Nacional pela redução de Acidentes, do Governo Federal, falou como o governo pensa em cumprir o tratado com a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 e sobre a responsabilidade do Ministério das Cidades com os índices de acidentes de trânsito no Brasil.
Qual a importância das ações realizadas pelo governo, entidades privadas e ONGs para um trânsito mais seguro?
Ministro: Acho de extrema importância a iniciativa de todos. Cada um trabalha com o seu programa, mas todos têm uma única finalidade: conseguir reduzir o número de acidentes de trânsito no país e, consequentemente, o número de mortes.
O Brasil precisa mudar a realidade do trânsito. É inconcebível um país em pleno crescimento econômico ter tantas vidas perdidas de forma banal. É por meio de campanhas educativas que podemos atingir a consciência e sensibilizar a população. O programa “Parada – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes de Trânsito” não é simplesmente um programa de governo, e sim um trabalho de sensibilização de toda a sociedade para que haja conscientização necessária de mudança de cultura e de postura.
É trabalhando em conjunto que vamos mudar essa realidade, seja por meio de ações desenvolvidas por ONGs, campanhas educativas do Governo, programas desenvolvidos por associações, etc. Todos trabalhando para um só resultado: salvar vidas.
No Brasil o trânsito ainda mata muita gente, o que o Ministério está fazendo para reverter essas estatísticas?
Ministro: Um dos programas que o governo está trabalhando com muito afinco é o “Parada – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes de Trânsito”. Para mim, a educação e a mobilização são os pontos principais do projeto.
Um dos braços da campanha é o Paradinha. Nós estamos apostando nas crianças, para que possamos incorporar nelas essa mudança de postura. Isso envolve também uma parceria com o Ministério da educação, pois ano que vem queremos estender a campanha para escolas de Ensino Fundamental e Médio de todo o país.
O Parada é muito mais do que um compromisso com a Organização das Nações Unidas (ONU), que definiu os anos de 2010 a 2020 como a década para diminuição de violência no trânsito. O Pacto é um compromisso com o Brasil e com todos os cidadãos brasileiros.
O Ministério das Cidades vai investir R$ 70 milhões até o fim do ano em ações para reduzir acidentes no trânsito.
Qual a expectativa do Programa Pacto Nacional pela Redução de Acidentes de Trânsito?
Ministro: Nossa expectativa é engajar a sociedade e despertar a consciência dos motoristas brasileiros para mudar o comportamento ao volante. Porém, nós só conseguiremos atingir a meta de redução em 50% do número de vitimas do trânsito se tivermos o envolvimento de todos. Cada vida é única, por isso cada perda que conseguimos evitar é uma vitória de todos. Precisamos da adesão de todos nessa luta.
Qual o maior desafio do Ministério das Cidades para alcançar o índice de redução em 50% das mortes provocadas pelo trânsito no Brasil, estabelecida pelas Nações Unidas por meio da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020?
Ministro: Nosso desafio é sensibilizar a sociedade para mudar a cultura como um todo. Isso vale também para pedestres, ciclistas e motociclistas. Consciência, educação e fiscalização são as palavras chaves e os pontos principais a serem atingidos.
Qual seria a solução para reduzir o número de acidentes de trânsito no país?
Ministro: Uma das soluções que eu defendo é a obrigatoriedade do bafômetro. Sou a favor da “tolerância zero” para quem dirigir depois de consumir bebidas alcoólicas.
Uma outra solução, que já colocamos em prática, é focar a campanha nas crianças. Elas são um instrumento de influência para os pais e tem um papel importante na conscientização, já que podem influenciá-los na mudança de comportamento.
Fonte: 

Direção Incerta: uma discussão sobre embriaguez no trânsito.

8 de nov de 2012

DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE TRÂNSITO. Uma data para nunca esquecer…



No dia 18 de novembro o mundo todo estará celebrando a memória de milhões de seres humanos que foram vítimas da violência no trânsito. Essa data, instituída pela Organização das Nações Unidas, também serve para alertar a todos – principalmente àquelas poucas pessoas de muita sorte que não foram ainda atingidas por essa doença social – que esse tipo de violência é absolutamente previsível e, portanto, perfeitamente evitável.

Instituída pela Organização das Nações Unidas em sua Assembléia Geral do ano de 2005, o DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE TRÂNSITO vai sendo incorporado gradativamente ao calendário de eventos dos países membros cada vez de forma mais intensa.
No Brasil, as ações pelo DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE TRÂNSITO começaram em 2007, por iniciativa da sociedade civil organizada por meio da Ong TRÂNSITOAMIGO do Rio de Janeiro que, com parcos recursos, conseguiu mobilização expressiva em várias cidades brasileiras.
Além de um ato em memória de entes queridos mortos prematuramente e de alerta para os riscos, no Brasil a data também é aproveitada para marcar posição em questões importantes para a segurança do trânsito. Assim, em 2007, o tema foi clamar pela rápida tramitação do Projeto de Lei 798/2007 que padroniza as penas alternativas aplicadas aos crimes de trânsito, exigindo dos condenados a prestação de serviços de apoio às equipes de resgate e socorro; às equipes de emergência dos hospitais e às clínicas de recuperação motora, eliminando-se com isso a odiosa cesta básica, tradicionalmente instituída como pena alternativa.
Em 2008, a mobilização foi de apoio à LEI SECA, ameaçada que estava por uma ação contrária da Associação de Bares, Restaurantes que, de forma absolutamente corporativa não admitia os benefícios sociais da nova lei.
Em 2009, 2010 e 2011, pela relevância e abrangência mundial do tema, a DÉCADA DE AÇÃO PELA SEGURANÇA NO TRÂNSITO 2011 – 2020 tem sido sistematicamente tratada nas iniciativas, de modo a estimular maior participação dos entes públicos e privados.
O movimento, que começou modesto no Rio de Janeiro, espalhou-se para outros municípios e estados, transformando-se em uma verdadeira rede de solidariedade que reúne em um único dia dezenas de milhares de manifestações de apoio à causa da segurança e da vida no trânsito.
Desde 2009 as iniciativas da TRÂNSITOAMIGO pela passagem do Dia Mundial das Vítimas passaram a ser itinerantes. Depois do Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis já foram palcos das celebrações que, assim, a cada ano conquista novas parcerias.
Neste ano de 2012, São Paulo será a cidade anfitriã. Maior metrópole da America do Sul a capital bandeirante está se organizando para fazer um evento memorável exatamente no ano em que o Brasil, finalmente, decidiu abraçar a DÉCADA DE AÇÃO PELA SEGURANÇA NO TRÂNSITO, lançando o Pacto Nacional de Redução de Acidentes, que foi inclusive anunciado pela Presidente Dilma Roussef na abertura da Assembléia Geral da ONU no dia 25 de setembro.
Tendo como pano de fundo a própria DÉCADA, o desafio deste ano dos organizadores do evento é erigir o primeiro Memorial das Vítimas – como recomenda a própria Organização Mundial de Saúde – que sirva como elemento simbólico permanente de alerta contra a violência nas ruas e estradas de nosso país.
Fernando Pedrosa
Publicitário e Jornalista Especializado e Membro da Câmara Temática de Educação para o Trânsito e Cidadania do CONTRAN

7 de nov de 2012

Trabalho de educação para o trânsito em São José é premiado


Prêmio promovido pelo Denatran é o maior do gênero no país.

O departamento municipal de Educação para o Trânsito da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito de São José foi vencedora do XII Prêmio de Educação no Trânsito, promovido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A premiação, que ocorre anualmente, prestigia os melhores trabalhos produzidos com o tema Trânsito. O concurso, que é o maior do Brasil nesse gênero, incentiva diversos departamentos sociais pela importância da segurança, respeito e cidadania no tráfego.
O mérito recebido pelo concurso foi resultado do trabalho realizado durante a Gincana Cultural de Trânsito nas escolas municipais de São José. O projeto foi desenvolvido pela professora da Rede Municipal de Ensino Irene Rios e os Guardas Municipais Angela Welter, Adriano Colin, Morgana Pires e Bruno Azevedo.
A Gincana Cultural de Trânsito aconteceu em 2011 e mobilizou 1500 estudantes das turmas do 9º ano. Ao total, nove escolas participaram do evento que aconteceu durante todo o ano letivo, com diferentes provas e etapas. A turma vencedora foi da Escola Municipal Vila Formosa, localizada no Bairro Forquilhas, que ganhou um baile de formatura e teve cerca de 400 convidados.
A solenidade de premiação do XII Prêmio de Educação no Trânsito acontecerá em Brasília, no dia 05 de dezembro. A coordenadora do Setor de Trânsito da Guarda Municipal de São José, Angela Welter, estará representando a comunidade josefense e todos os envolvidos na iniciativa. "Gostaria de agradecer a todos os envolvidos no projeto, em especial a professora Irene Rios, que foi consultora e co-autora deste projeto", enfatizou Angela.
Gincana: próxima edição

A partir da temática "Trabalhar o trânsito de forma transversal, contínua e lúdica", a Gincana Cultural de Trânsito deste ano foi divida em três etapas, contemplando palestras, projeção de filmes e jogo de perguntas e respostas. Três turmas finalistas ganharão uma viagem até o Beto Carrero World, em Penha, Santa Catarina. No passeio, estarão inclusos transporte e almoço. A classe vencedora do primeiro lugar na disputa terá ainda um final de semana em hotel fazenda para professores e alunos. O encerramento dessa edição acontecerá neste sábado (10/11), no Ginásio do Centro Histórico de São José, das 13h às 17h30min.

Fonte:

Educação no trânsito não tem idade...


 

A Creche Helena Pontes, em Quixeramobim, tendo como núcleo gestor as educadoras Francisca Aurelina de Oliveira Batista (diretora) e Antonia Alda Torres Rocha (coordenadora), abraça a missão de promover o pleno desenvolvimento da criança numa perspectiva histórico-cultural, contribuindo significativamente para a formação do caráter, das atitudes e dos valores daqueles que representam o seu público-alvo, buscando, acima de tudo, construir uma educação voltada para a cidadania.

Dentre os vários projetos idealizados, destaca-se o PROJETO EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO, o qual vem sendo desenvolvido visando alertar e esclarecer pontos fundamentais que possam melhorar o padrão de segurança das crianças, conscientizando-as do “direito de ir e vir e permanecer vivas”. As ações do referido projeto são desenvolvidas com regularidade e já foram destaque por ocasião do tradicional desfile municipal de 7 de setembro (2012), quando a equipe da creche desfilou levando uma mensagem de paz no trânsito e alertando para a importância da vida. Faixas com mensagens educativas, crianças caracterizadas de semáforos e reproduções de placas de sinalização nas mãos dos pequenos alunos chamaram a atenção do público (ver fotos abaixo):


 

 

 

Mais recentemente, o núcleo gestor da Creche Helena Pontes convidou o especialista em trânsito Luís Carlos Paulino para conhecer de perto as ações e participar do projeto. No dia 25 de outubro Paulino esteve presente na referida instituição infantil, oportunidade em que executou contação de histórias e, através de brincadeiras, interagiu bastante com as crianças.

 

 

Paulino se disse “encantado” com o trabalho das profissionais da Creche Helena Pontes: “as crianças conhecem de cor regras essenciais ao cotidiano no trânsito. Fico feliz em ver que o seminário que realizamos em 2011, quando aqui esteve participando a educadora e escritora Irene Rios (de Santa Catarina) e a psicóloga Renata Toscano (da Paraíba), deu frutos”. “As crianças têm as músicas da Irene na ponta da língua e fazem questionamentos bem interessantes a partir das histórias que lhes são contadas”, acrescenta. 

A título de culminância do projeto, a Creche Helena Pontes realizará, dia 23 de novembro, a partir das 8h, uma feirinha temática intitulada EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO NÃO TEM IDADE: PARE, OLHE, SIGA COM CUIDADO.

PARABÉNS A TODOS DA CRECHE HELENA PONTES!!

Fonte: http://direitodeirevir.blogspot.com.br/ - Acesso em 07/11/2012

Audição e direção veicular precisam ser ajustados

O transporte em geral é uma fonte extremamente ruidosa que gera ruídos entre 78 e 93dB, em média 87 dB capaz de produzir dano auditivo caracterizado por tinitus, perda auditiva e surdez. Além disso, produz grande irritabilidade, estresse e muitas vezes distúrbios comportamentais. Tudo dependerá do tempo de exposição. Os profissionais do volante são as maiores vítimas.  São danos irreversíveis que levam a incapacidade para o trabalho, segundo Resolução 267 de 15 de fevereiro de 2008 do CONTRAN. Leva também a comprometimento do homem no ambiente social.

Quando se permitiu fechar os vidros do veículo, introduzir equipamentos produtores de som, como rádio, toca-fitas, televisores, ar condicionado e mais, com a evolução na proteção e segurança de quem está no interior do veículo com a blindagem, concluímos que a legislação categoricamente afirma que não é necessário escutar o que vem do meio externo. Veja que é um contra senso. Enclausurado no veículo o motorista está surdo para o meio externo.

O Código Brasileiro de Trânsito e Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito afirmam que há necessidade de uma boa audição para a atividade de direção veicular, mas não faz a mesma afirmação com relação à categoria A e B (motociclistas e motoristas amadores). No entanto, “este mesmo código e resoluções, alegam que na direção segura de um veículo o sentido da audição contribui com a identificação de sons de alertas, tais como, buzinas, sirenes de veículos de emergência, sinais de alarme em vias de travessias de trens, entre outros”.

Até aquele excesso de decibéis produzidos pelo transporte precisam ser ouvidos? Por quê? Não causam doença?

Mas como consideram apto o indivíduo com perda auditiva na categoria A e B? É incompatível. Se há restrições para tais perdas, como o deficiente auditivo na moto ou carro ouvirá?

 “Motoristas de táxi e ônibus devem ser capazes de ouvir o suficiente para dialogar com seus passageiros, sem a necessidade de “virar a cabeça para trás” e deixar de olhar a via por segundos”, é o que está escrito.

No entanto, nos coletivos é exigido que não se fale com o motorista. Consequentemente ele não precisa ouvir. Alguns desses ônibus, os mais modernos, têm a cabine do motorista isolada dos passageiros, ficam incomunicáveis (blindados).

Mais uma vez, observe: “Para a segurança dos passageiros é imprescindível que estes motoristas sejam capazes de detectar sons externos de alertas como sirenes, buzinas, sinos, alarmes entre outros, bem como ruídos que denunciam avarias mecânicas”. Fora os Silvos dos guardas de trânsito. O enclausuramento é incompatível.

Esses são ruídos incompatíveis com a saúde ocupacional porque extrapolam o que é preconizado. Deve ser feito um Programa de Conservação Auditiva (PCA) elaborado e desenvolvido que apresente em sua atividade o risco físico (ruído) acima dos limites de tolerância estabelecidos pela legislação do trabalho, conforme identificado no PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – NR 9). O mesmo tem por objetivo preservar a audição dos colaboradores, usuários, pedestres e a sociedade.

A NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO) estabelece diretrizes para a avaliação e acompanhamento da audição dos trabalhadores através da realização de exames audiológicos (audiometrias), cabendo às empresas a adoção de programas que visem à conservação da saúde auditiva dos trabalhadores. O PCA (Programa de Conservação Auditiva) deverá conter basicamente as seguintes etapas: avaliações ambientais, controle de engenharia, controle audiométrico, seleção de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, educação e motivação, conservação de registros e avaliação da eficácia do programa.

O transporte ferroviário já evoluiu em termos de proteção ao trabalhador enclausurando-o e com ruído bastante atenuado. O mesmo acontece em todos os outros tipos de transporte. Ninguém pode ser exposto ao ruído sem proteção.

Veja que em múltiplos estudos realizados em vários países a incidência de acidentes é reduzida com os deficientes auditivos na direção veicular.

Enquanto isso, a Medicina Ocupacional afirma a necessidade de proteção auditiva para todos aqueles submetidos a níveis de pressão sonora superior a 85db. Há uma incongruência e até legislações e resoluções incompatíveis com a lógica. Prejudica-se o trabalhador, sem antes lhe dar proteção, e ao final, pune retirando a Carteira Nacional de Habilitação e impedindo o acesso ao trabalho. Isso é uma agressão ao trabalhador.

A recomendação da prótese para conseguir retornar ao trabalho é objeto de sonho, já que o custo é alto, e o poder aquisitivo tornou-se zero quando foi incapacitado para o trabalho. Isso é outra agressão ao trabalhador.

Não podemos ficar alheios, achando que as pesquisas feitas em outros centros são as que devem ser implantadas aqui.

Discordo da incapacidade para dirigir veículos nos portadores de perdas auditivas, como discordei da reprovação de um Comandante de Aeronave que tinha perdas auditivas maiores do que preconiza a resolução do CONTRAN. Consegui mostrar dentro de uma aeronave não pressurizada, com portas abertas, motores a pleno que o Comandante fazia a operação de comunicação via rádio normalmente sem nenhuma dificuldade. Não via nenhum impedimento para a atividade aérea a não serem os protocolos que tinham que ser obedecidos. O CEMAL (Centro de Medicina Aeroespacial) do Ministério da Aeronáutica dava como resultado da inspeção de saúde, incapacidade definitiva para a atividade aérea.

Recorremos ao Centro de Medicina Aeroespacial da Força Aérea dos Estados Unidos que fez avaliação clínica, laboratorial e laboral (analisou comportamento no ambiente de trabalho) e considerou-o apto.

Mudanças em termos de conduta ocorreram posteriormente. Mexeram na legislação trazendo benefício para todos aqueles que apresentavam aquele tipo de lesão nas inspeções do Cemal.

As condições de vida, o progresso, o desenvolvimento tecnológico, as pesquisas nos levam a ver que muitas condutas adotadas hoje se tornam incorretas, incoerentes, desajustadas com outras legislações e necessitam reavaliação e adequação. Essa que estamos abordando é uma delas.

Enquanto se estimula a mobilidade de deficientes físicos, reprova-se aquele que adquiriu deficiência auditiva por exposição no trabalho a excesso de ruído, sem a devida proteção legal. Essa é uma falha da medicina ocupacional ligada ao trânsito e transporte que com muita facilidade vai gerar lá na frente recursos nos tribunais de justiça do trabalho reinvidicando benefícios, que certamente recaíram sobre o empregador, município e quem sabe sobre aqueles que administram à saúde. 

CONCLUSÃO:

Vejo como necessidade a avaliação detalhada desse tema pelos órgãos que regulam o trânsito e transporte. Precisamos ter uma opinião e comportamento independente. Nossa preocupação tem o tripé “Homem, Máquina, Meio”, algo temos a fazer.

Precisamos coordenar, conciliar e adequar resoluções, legislações e apresentá-las ao CONTRAN, DENATRAN, sob alguma forma.

É preciso lembrar que a proteção auditiva proposta para o motorista através do “Plug ou Abafador de Ruído tipo Concha” reduz em 18 a 23dB o ruído que chega a orelha do trabalhador. Com isso, se temos ambiente com 90 dB, usando o protetor auricular terá uma redução substancial para 67 a 72 dB, continuando a escutar, mas sem o excesso que causa doença ocupacional. Não está surdo para meio ambiente, mas protegido.

                            DR. Dirceu Rodrigues Alves Júnior.

Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego

                                 Ocupacional da ABRAMET

               Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

                                     www.abramet.org.br

                            dirceurodrigues@abramet.org.br

5 de nov de 2012

Atividades em prol da Segurança Viária - EDUTRANEC



Palestras com Irene Rios
1. Devagar!
2. "Juntos podemos salvar milhões de vidas!"   
3. Trânsito! Fala sério...
4. Educação para o Trânsito baseada em valores
5. Educação para o Trânsito nas Escolas
6. Campanhas Educativas para o Trânsito  
7. Cinto de Segurança e Cadeirinha

Cursos
1.    Curso de Educação para o Trânsito, com Irene Rios – Leia mais...
2.    Oficina para Professores Multiplicadores de Educação para o Trânsito, com Irene Rios – Leia mais...
3.    Curso de Fiscalização e Educação para o Trânsito, com Ricardo Alves da Silva e Irene Rios – Leia mais...
4.    Curso de Fiscalização para o Trânsito, com Ricardo Alves da Silva – Leia mais...

Forme uma Turma em sua Cidade!

Publicações de Irene Rios
1.    Guia Didático de Educação para o Trânsito – Leia mais...
2.    Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito – Leia mais...
3.    Transitando com Segurança – Leia mais...

Teatro Infantil
Grupo Transito in Cena – Leia mais...

Outros Projetos de Irene Rios
1.    "LEGAL" - Cartilha sobre Ética e Segurança Viária, para Adolescentes – Leia mais...
2.    Manual para Motorista com agenda – Leia mais...

Solicite um Orçamento!

EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais Ltda. Me.
(48) 3246-8038  - (48) 9618-7958 - treinamentos@edutranec.com

Resultado final do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito

Parabéns a todos os vencedores, em especial ao setor de Educação para o Trânsito da Prefeitura Municipal de São José - SC, pela conquista do 1º lugar na categoria "EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO - Projetos e Programas", com o projeto "Gincana Cultural de Trânsito". Parabéns a Angela Welter e equipe!

É uma satisfação ser consultora de educação para o trânsito em um setor onde a equipe participa e faz acontecer.

Irene Rios

Confira os vencedores!

PRÉ-ESCOLA (4 e 5 anos) - Elaboração de Desenho
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
ANELIZE MARIA NOBRE SANTOS
Maceió/AL
2º Lugar
LUANY MARIA LEITE DA SILVA
Presidente   Juscelino/RN
3º Lugar
EUZILANE DE JESUS SOARES
Brumado/BA
ENSINO FUNDAMENTAL – 1º e 2º anos - Produção artística
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
LUANA APARECIDA DOS SANTOS ALVES
Franco da Rocha/SP
2º Lugar
NATANAEL CAETANO ROSA
Cornelio Procopio/PR
3º Lugar
ICARO LEONARDO MARCULINO DA SILVA
Maceió/AL
ENSINO FUNDAMENTAL – 3º, 4º e 5º anos - Conto
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
GRAZIELLY LEITE DE SOUZA
Curvelo/MG
2º Lugar
GUILHERME JOSÉ SAUER
Mafra/SC
3º Lugar
IGOR LEANDRO PINTO FRANCISCO
Itu/SP
ENSINO FUNDAMENTAL – 6º e 7º anos - História em Quadrinhos
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
PAOLA COURA GUIZALBERTE
Marmelópolis/MS
2º Lugar
JHONATHAN JUNIOR LOZ ZONTA
Vargem Bonita/SC
3º Lugar
VITORIANO MEDEIROS CASAS
Manaus/AM
ENSINO FUNDAMENTAL – 8º e 9º anos - Poesia
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
RAFAELY MARIA HEBERLE
Água Doce/SC
2º Lugar
THALYTA SOARES DE SOUZA
Belo Horizonte/MG
3º Lugar
LAIS STEFFANY BONIFÁCIO DE OLIVEIRA
São Bento do Sul/SC
ENSINO MÉDIO - Esquete Teatral
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
SABRINA NANES SALES
Garanhuns/PE
2º Lugar
BRUNA ELISA DE SOUZA
Joinville/SC
3º Lugar
ANA GABRIELA MEURER
Joinville/SC
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) - Paródia
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
ALEX GENARO DA SILVA
Teresópolis/RJ
2º Lugar
EDINALDO ARAUJO SILVA
Picuí/PB
3º Lugar
RICARDO ROCHA
Guará/SP
EDUCAÇÃO ESPECIAL - Mosaico
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
LUAN SILVA
São Bento do Sul/SC
2º Lugar
LUCAS FELIPE DOS SANTOS
Campo Alegre/SC
3º Lugar
TAFNE VICTÓRIA MARIA FERREIRA
Arapongas/PR
EDUCADOR - Projeto Pedagógico
Colocação
Projeto ou Programa/Nome

1º Lugar
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENCIANDO VALORES X APRENDENDO A CONVIVER
Jaqueline Maria de Souza Dias - Manaus/AM
2º Lugar
TRÂNSITO EM CORDEL
Rogério Luís Bauer - Primavera do Leste/MT
3º Lugar
AMARRE-SE PELA VIDA
Luziane Scariot Kühll - Curitiba/PR
EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO - Projetos e Programas
Colocação
Projeto ou Programa/Entidade

1º Lugar
GINCANA CULTURAL DE TRÂNSITO
Prefeitura Municipal de São José - São José/SC
2º Lugar
TRANSVERSALIZANDO O TRÂNSITO
Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito- Manaus/AM
3º Lugar
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO EM REDES SOCIAIS
companhia de engenharia de trafego - Rio de Janeiro/RJ
OBRA TÉCNICA - Trabalhos Científicos, Teses, Dissertações ou Monografias
Colocação
Nome/Obra
Município/UF
1º Lugar
Educação para o trânsito: um estudo sobre as atividades realizadas na educação infantil
Chapada dos Guimarães/MT
2º Lugar
Educação para o trânsito e a física aplicada no ensino médio
Fortaleza/CE
3º Lugar
Acidentes de trânsito causados por embriaguez: dolo ou culpa do condutor
Rio de Janeiro/RJ
COMUNICAÇÃO - Campanhas Educativas
Não houve vencedores
CIDADANIA - Músicas, Poesias, Textos, Vídeos, Jingles e Paródias
Colocação
Nome
Município/UF
1º Lugar
EDJANE LUNA DA SILVA
João Pessoa/PB
2º Lugar
ERIKA RADESPIEL FERNANDES DA SILVA
Brasília/DF
3º Lugar
GILMARA PEREIRA BRANQUINHO
João Pessoa/PB
Município com maior número de trabalhos enviados
Prefeitura Municipal de Guará/SP
792 Trabalhos
      
Fonte: 
http://www.denatran.gov.br/premio/XII%20premio/premio_resultado_final.htm - Acesso em 05/11/2012