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18 de fev de 2012

Física às margens da CAMPANHA PELA VIDA DA CRIANÇA NO TRÂNSITO

Em caso de acidente, que esteja usando o cinto!
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Assista ao vídeo, antes da leitura do texto:





O pai - dirigindo o carro - está de cinto. Ele colocou o cinto em si mesmo.
   As crianças, no banco traseiro, estão sem cinto. Elas não colocaram seus cintos!
  Não colocaram porque não sabem que precisam? Não colocaram porque não quiseram colocar? Ou não colocaram porque nem lembraram? Não importa! Era do pai a responsabilidade de fazê-las andar em segurança, com o cinto de segurança.
  Se elas não sabiam: responsabilidade do pai ensinar-lhes, que se o carro for parado bruscamente, pelos freios ou por um obstáculo (em caso de colisão) é o cinto de segurança que as segura, fazendo-as parar e impedindo que se machuquem.
    Se elas não quiseram: responsabilidade do pai mandar, exigir, determinar que coloquem os cintos. Se elas não querem colocar o cinto, mas também não querem machucar-se. Assim como não querem ver um ao outro, ou o pai, machucado.
   Se elas não lembraram: era do pai a responsabilidade de lembrar-lhes. Crianças vivem mais sob o princípio do prazer do que pelo princípio da responsabilidade. Por isso é mais fácil que elas esqueçam do que precisam fazer para não se machucarem.
  O que é fato: se não sabiam (e não foram ensinadas), ou não queriam (e não foram avisadas), ou nem lembraram (e não foram lembradas) - de colocar o cinto -, na colisão, o resultado é o mesmo! 
  Com a batida, o carro da frente (o obstáculo) parou o carro vermelho, impedindo-o de continuar seu movimento. O cinto parou o pai (motorista). As crianças, porém, não tendo nada que as segurasse, continuaram movendo-se como antes da colisão. Porque é assim que as coisas em movimento se comportam: continuam seus movimentos até que uma força faça-os cessar ou mesmo os modifique. 
   O cinto de segurança não tem a função de impedir a colisão, mas pode reduzir os danos causados pela inércia.
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     O pai (motorista) SABE que numa colisão o cinto impede que as crianças continuem se movendo para a frente e evita que se machuquem contra os bancos da frente ou mesmo o para-brisas.
Ele NÃO QUER, certamente, que seus filhos se machuquem.
Será que NÃO LEMBROU de por os cintos nas crianças(ou pedir que pusessem elas mesmas)? 
 A colisão, agora iminente, é um perigo para o pai e seus filhos. Há pouco ele ria; distraído com a brincadeira das crianças. Agora, a consciência (tardia) do perigo suscita o medo. Daí o susto! Tarde demais... Ainda que houvesse tempo parar lembrar que seus filhos viajavam sem cintos, nada poderia fazer. Ainda que quisesse, não poderia segurá-las!
 A colisão com o obstáculo faz o carro parar bruscamente. Ocorre uma desaceleração, brusca e forçada, que reduz a velocidade do carro desde o valor inicial (quanto estaria marcando o velocímetro antes do ocorrido?) até zero, num intervalo de tempo muito curto.  

 As crianças, e o pai, se moviam com a mesma velocidade do carro. A colisão parou o carro. O cinto de segurança parou o pai. Sem o cinto de segurança para segurar as crianças...
 O cinto não teria evitado o acidente, mas impediria que as crianças continuassem se movendo. Isso evitaria que colidissem contra o para-brisas e o resto você já viu...
Fonte: 
 

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