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6 de jan de 2011

O início da Década de Ações para a Segurança no Trânsito

A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 2011-2020 como a década de ações para a segurança no trânsito. Essa é uma decisão importante, pois mostra o reconhecimento do órgão de que os acidentes de trânsito são um problema de saúde global. Etienne Krug, Diretor do Departamento de Prevenção de Violência e Perdas da OMS, declarou que o momento de agir é agora e que a Década já chega atrasada pois a taxa de fatalidades no trânsito é intolerável. “Além dos 1.3 milhões de mortos, temos de contar os de 20 a 50 milhões de pessoas que se ferem gravemente nos acidentes e que atingem mais os mais vulneráveis – pedestres, ciclistas e motociclistas”. Pessoas entre 15 e 44 anos estão entre as maiores vítimas. Neste período o mundo estará unido para conter ou reverter a tendência crescente de fatalidades e ferimentos graves em acidentes no trânsito. O Brasil está numa situação intermediaria no ranking da violência do trânsito das nações. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui uma taxa de 18.9 fatalidades por grupo de 100 mil habitantes. Países líderes, alguns europeus e outros asiáticos, registram 5 mas algumas nações africanas e asiáticas chegam a quase 50 mortos por grupo de 100 mil pessoas. As ações para a Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito devem basear-se nos cinco pilares definidos pela ONU: gestão da segurança no trânsito, infraestrutura, veículos seguros, comportamento do usuário no trânsito e cuidados após a colisão. Entre os comportamentos a serem modificados, os esforços maiores devem ser para o incentivo ao uso do cinto de segurança e às cadeirinhas para crianças, o uso de capacete por motociclistas, a gestão da velocidade e a questão da alcoolemia. Enfim, existe esperança de que as coisas podem mudar. Vamos participar, o Portal, o Blog e a Rádio estão preparando novidades para este ano. Contamos com vocês! Comentários

Nas matérias relacionadas ao número de acidentes no trânsito, não vejo questionamentos sobre a qualidade da formação do condutor nos CFCs. Espero que o DENATRAN seja rigoroso com os DETRANs para que pelo menos cumpram o determinado pelo Código de Trânsito Brasileiro que é fiscalizar e que proiba concessão de CNH para carente. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. GILBERTO B. FRANÇA escreveu: O TRÂNSITO NOSSO DE CADA DIA. “DE QUALQUER DEZEMBRO PASSADO ATÉ O CARNAVAL-2011″ • Tudo absolutamente igual, ano após ano, feriado após feriado: os efeitos do álcool; menores ao volante; profissionais “rebitados”, brigas, subornos, multas, etc. Tudo isto é o trânsito nosso de cada dia. • Por que só nos mostram depois do feriadão a imagem do motorista de caminhão que dormiu ao volante colidindo com um ônibus lotado, matando não sei quantos e ferindo outros tantos? • Adolescentes ao volante: irresponsáveis, sempre em alta velocidade, achando que “com ele não acontece”. Famílias chorando a perda de seus filhos queridos aparecendo na “telinha” nos alertando para cuidarmos dos nossos. Mas será que é só isto? E o outro lado, não existe? Aquele dos motoristas exemplares, dos cidadãos conscientes, dos policiais dedicados, da prudência e da paciência? • O profissional do volante dedicado que dirige defensivamente, Por que ele não é notícia? • Cadê a imagem do jovem responsável que bebe e não pega no volante, do jovem que freqüentou todas as aulas no Centro de Formação teórica com bons instrutores depois foi para o prático e realmente aprendeu a dirigir com responsabilidade e respeito?

• Ele existe, ele preserva o trânsito, por que ele foi EDUCADO para isto, ele foi ENSINADO e por mais que ele tente desrespeitar as normas fica difícil para ele, pois ele conheceu as regrasr. Podemos ir mais longe falando do “tiozinho” que não fica somente grudado ao volante do seu Del Rey 90 “atrapalhando” a fluidez do trânsito. • Mas temos o cidadão da “melhor idade” que tem maturidade suficiente para evitar uma discussão, quando um estressado lhe dá aquela fechada, ou então do taxista que além de não atender uma solicitação do passageiro para uma manobra perigosa, (ah vira ali), ele ainda lhe dá uma aula de direção defensiva e legislação de trânsito • Ciclistas, mulheres, idosos e pedestres. Por que não mostramos o outro lado? Uma das questões que precisamos levantar neste ano essa tendência da mídia e dos próprios órgãos de trânsito de enfocarem somente um lado da tão almejada mudança de comportamento no trânsito, (temos inclusive ótimas propagandas publicitárias neste sentido). Mas e o outro lado? • A Psicologia nos comprova que o reforço positivo é tão eficiente quanto à punição. Precisamos valorizar o outro lado do comportamento no trânsito e fugir de estereótipos a questão do comportamento no trânsito vai além das placas de advertência e das “canetadas” do agente de trânsito. • O que a mídia e as instituições ligadas ao trânsito precisam entender é que quando se fala em educação e trânsito podemos encontrar um paradigma duas linhas de pensamento Educação no Trânsito e Educação para o trânsito • Educação no Trânsito: pessoas participando do trânsito com educação. • Educação para o Trânsito: A pessoa foi devidamente formada previamente preparada para isso. • A mídia tem um poder muito forte na formação de opinião, na capacidade de induzir as pessoas, com seus filmes que são repetidos de duas a três vezes no mesmo semestre, suas novelas e seriados os programas jornalísticos que destacam tragédias acidentes, mortes, tragédias isso é mostrado todos os dias. • Acredito que a campanha nacional de “EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO” deveria começar mais cedo este ano sendo dedicado os 365 dias para o TRÂNSITO MAIS SEGURO e a mídia ajudaria valorizar o CTB – Código de Trânsito Brasileiro • Qual rede de TV, rádio, meio de comunicação que dedica 30 segundos que seja, para falar sobre EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, para falar sobre direção defensiva, legislação de trânsito, sobre segurança no trânsito. • Ao contrário de que muitas pessoas pensam educação para o trânsito não é somente para motoristas, ou para aqueles que querem dirigir, é na condição de usuário da via que a pessoa se socializa, vimos no trânsito um local de convivência social. Educar crianças e jovens socializá-los ao trânsito é visto por nós como uma condição necessária e esta primeira formação os trariam novos conceitos e os preparariam educando-os e levando-os para tomada de decisão de ser ou não condutor, de portar ou não, a Carteira Nacional de Habilitação. • Educação no trânsito. Uma aliança com a vida. Nada melhor que a educação para desenvolver as capacidades humanas visando à integração social e a cidadania. C.I.A.T. – Centro Integrado na Aprendizagem de Trânsito. Gilberto Batista de França Instrutor de Trânsito Irene Rios escreveu: Muito bom seu comentário, Gilberto Também defendo essas idéias. Precisamos valorizar os bons motoristas, os bons cidadãos, esses é que devem virar manchete. Para isso, é necessário uma mudança de valores já na infância, aquela criança que comenta com os amigos seus tombos de bicicleta, com orgulho, provavelmente será um jovem que se exibirá em cima de uma moto, um adulto que dará audiência aos programs sensacionalistas dos meios de comunicação, que enfatizam à violência porque é isso que dá ibope. Fonte: http://www.blogdotransito.com.br/?p=904 - acesso em 06/01/2011

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