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28 de jul de 2010

Brasileiro vê bom motorista como babaca, diz antropólogo Roberto Da Matta

Professor da PUC-RJ é autor do livro Fé em Deus e Pé na Tábua
Carlos Etchichury carlos.etchichury@zerohora.com.br Recentemente, estudos feitos no Rio Grande do Sul constataram uma contradição percebida facilmente por quem circula por ruas, avenidas e estradas. Para os motoristas gaúchos, os responsáveis pelo trânsito violento e incivilizado são sempre os outros” ,Agora, uma pesquisa na Grande Vitória, no Espírito Santo, além de confirmar o padrão de comportamento detectado no Estado, ajuda a interpretar as causas desta visão distorcida da realidade. Você concorda com o antropólogo Roberto Da Matta de que o brasileiro vê o bom motorista como babaca? – Os outros são invisíveis no Brasil. Você não é treinado em casa nem nas escolas para ver o outro como colega, como um sujeito que tem os mesmos direitos de usufruir o espaço de todos. Para nós, é o contrário: o espaço de todos pertence a quem ocupar este espaço primeiro, com mais agressividade – analisa o antropólogo Roberto Da Matta, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e consultor da pesquisa. O trabalho, em fase de conclusão, será transformado no livro Fé em Deus e Pé na Tábua – Como e Por que Você Enlouquece Dirigindo no Brasil. Autor de clássicos das ciências sociais como Carnavais, Malandros e Heróis, Da Matta sustenta que o trânsito reproduz valores de uma sociedade moderna, mas atrelada ao passado. Trata-se do espelho de um país que se tornou republicano sem abandonar a aristocracia. – Nós não olhamos para o lado, a não ser quando somos obrigados a olhar. E olhamos para o lado com má vontade, exatamente como acontece com o motorista quando para no sinal, que tem um cara na sua frente que tá te atrapalhando. E um cara atrás de você que também atrapalha – complementa o antropólogo. Da Matta falou com Zero Hora sobre o estudo para o qual prestou consultoria, comentou pesquisas realizadas no Estado e analisou o comportamento dos motoristas: ZH – Nos últimos seis meses, foram divulgadas duas pesquisas sobre o comportamento do motorista no trânsito em Porto Alegre e no Estado. Em síntese, elas dizem o seguinte: o problema são os outros porque eu dirijo bem. Por que o motorista tem uma visão distorcida da realidade? Roberto Da Matta – Os resultados encontrados em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul são praticamente idênticos aos identificados na Grande Vitória. Todo mundo é cidadão, todo mundo tem direitos, mas respeitando a igualdade do outro. E é exatamente o que caracteriza o trânsito. Por quê? Porque pessoas que estão submetidas às regras das vias públicas brasileiras e do espaço público brasileiro, em geral, não aprenderam a ser igualitárias. A igualdade para nós é menos importante do que a liberdade. ZH – Por que o Brasil moderno reproduz relações aristocráticas e atrasadas? Da Matta – Você não mata o menino que existiu dentro de você. Você não mata os antigos hábitos. Você transforma os antigos hábitos, fazendo com que eles dialoguem com hábitos novos, com novas necessidades coletivas. Para mudar o nosso comportamento, nós temos de nos mobilizar, a gente tem de fazer um agenciamento de dentro para fora. ZH – Até que ponto as relações no trânsito reproduzem as relações humanas de um modo geral? Da Matta – Elas reproduzem as relações humanas com as quais nós fomos socializados. Dentro de casa, cada um tem seu espaço na socialização brasileira. Fomos criados em ambientes que comportam hierarquias bem definidas: arrumadeira, passadeira, lavadeira. São os últimos ecos de escravidão e de clientelismo que permeiam a sociedade brasileira. Esse quadro cognitivo, emocional, está nas nossas cabeças. Quando você vai para o trânsito, você tem uma situação desagradabilíssima: obedecer no Brasil é um sintoma de inferioridade. É um aspecto que a pesquisa identificou. Quem obedece, quem segue lei no Brasil, é babaca, idiota. ZH – Numa das pesquisas realizadas no Estado, 69% dos entrevistados dizem que não cometem imprudências ao volante. Da Matta – (Gargalhada). Maravilha. O estilo de dirigir brasileiro é agressivo. Fomos criados com uma visão da casa como inimiga da rua. É como se o mundo da rua não fosse regrado pelas mesmas regras de casa, que é a regra do acolhimento. ZH – O título do livro Fé em Deus e Pé na Tábua sugere que o senhor tenha encontrado elementos religiosos no comportamento dos motoristas. É isso? Da Matta – Com certeza. Noventa e nove por cento dos brasileiros acreditam que têm uma outra vida. Então, se você acredita que este mundo não é o único mundo possível, se há um outro mundo, você pode ir para um mundo melhor. ZH – A impunidade, ou a sensação de impunidade, contribui para que esta visão aristocrática no trânsito se perpetue? Da Mata – Quando a gente discute a questão da igualdade, a gente o faz de maneira retórica. Há uma elasticidade grande na cultura brasileira, que tem uma inércia. Você freia, mas o peso da tradição continua. Você tem de preparar a sociedade para as mudanças, o que nós não fazemos no Brasil. A Lei Seca, por exemplo. É maravilhosa porque atingiu o comportamento da classe média. ZH – A classe média tem um papel reprodutor de valores e costumes? Da Matta – Exatamente. A classe média é o espelho tanto da elite, que tá lá em cima, quanto dos muito pobres. É o miolo. A Lei Seca provocou uma visão ambígua, e paradoxal, na classe média. ZH – Na pesquisa que o senhor assessorou, além de traçar um diagnóstico, também aponta caminhos e alternativas? Da Matta – A alternativa é essa: nós temos de falar mais em igualdade, ensinar mais igualdade. É um negócio chatíssimo. O nosso lema é: “os incomodados que se mudem”. E não é verdade. ZH – Uma pesquisa realizada na Grande Vitória produz resultados estruturais capaz de se tornar referência para todos os Estados do Brasil? Da Matta – Como toda pesquisa empírica, você trabalha com tipos. Você trabalha com uma mentalidade, com um tipo, com uma mentalidade, um modelo de motorista. O comportamento que você encontra em Vitória é semelhante ao encontrado no Sul do Brasil, como apontam as pesquisas de que você me fala Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a2986161.xml - Acesso em 28/07/2010

27 de jul de 2010

XXIV Congresso da ANPET

XXIV ANPET - Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes 29 de novembro a 3 de dezembro de 2010 BAHIA OTHON PALACE – Ondina Salvador, BA DATAS IMPORTANTES Submissão de trabalhos - de 1 de junho a 8 de agosto de 2010 Notificação de aceitação - 8 de outubro de 2010 Versão final dos trabalhos - 18 de outubro de 2010 SUBMISSÃO DE TRABALHOS Para informações sobre submissão e instruções sobre como proceder, consulte http://www.anpet.org.br/ssat O CONGRESSO O XXIV ANPET - Congresso de Ensino e Pesquisa em Transportes será realizado em Salvador de 29/11 a 3/12 de 2010 no Centro de Convenções do hotel Bahia Othon Palace. A organização do evento está a cargo da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia. Os temas do congresso incluem, entre outros: Políticas de Transporte, Planejamento de Transportes, Analise de Sistemas de Transportes, Transporte e Meio Ambiente, Economia dos Transportes, Gestão e Organização do Transporte, Operação de Sistemas de Transportes, Engenharia e Segurança de Tráfego, Infra-estrutura de Transportes, Logística, Novas Tecnologias, e Formação de Recursos Humanos em Transportes. CATEGORIAS DE TRABALHOS As contribuições para o XXIV Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes poderão ser de quatro tipos: artigos, comunicações técnicas, resumos de teses e dissertações em andamento e relatórios de pesquisa de iniciação científica. Somente trabalhos completos devem ser submetidos para avaliação. Serão aceitos apenas trabalhos inéditos, escritos em português, espanhol ou inglês. COMITÊ CIENTÍFICO A seleção dos trabalhos estará a cargo do comitê científico da ANPET, presidido pela Profa. Maria Alice Prudêncio Jacques, da UnB.
Fonte:
http://www.anpet.ufsc.br/ssat/interface/content/index.php - Acesso em 27/07/2010

26 de jul de 2010

Como educar os motoristas gaúchos

Especialistas apontam educação contínua e fiscalização mais rígida para pacificar ruas e estradas do EstadoAcabar com a sensação de impunidade por meio de uma fiscalização implacável é o melhor caminho para civilizar o trânsito gaúcho, conforme especialistas. A expectativa de que infrações não resultarão em castigo é apontada por psiquiatras e profissionais de segurança viária como uma das razões para a imagem negativa dos condutores rio-grandenses demonstrada por uma pesquisa divulgada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Publicado por ZH no sábado, o levantamento revela que 88% dos entrevistados consideram que os condutores são imprudentes, e mais da metade diz se sentir inseguro porque os demais motoristas não respeitam as leis, são imprudentes ou mal-educados. O problema, segundo os dados, é que esses mesmos entrevistados se mostram incapazes de perceber os próprios erros – 69,1% garantiram cumprir as regras à risca. Esse paradoxo, segundo o engenheiro civil e especialista em trânsito e transporte João Fortini Albano, acaba reduzindo o impacto de campanhas de conscientização. – O motorista não se sente atingido porque acha que o problema não é ele. Mudar isso exige ações de longo prazo. Para o curto prazo, a única saída é uma fiscalização efetiva. Mudar o comportamento na marra, pelo medo de ser mexido no bolso – afirma. A fiscalização eficiente também é apontada por outros especialistas (ao lado) como estratégia para romper a ilusão dos motoristas de que são obedientes às leis, enquanto os outros é que descumprem as normas. O psiquiatra Fernando Lejderman receita educação permanente no trânsito e um exercício pessoal de reflexão: – Não podemos esquecer da reflexão sobre as nossas pequenas infrações, que revelam a consideração que temos com o outro. Participaram desta reportagem Joana Marins, Kamila Almeida e Marcelo Gonzatto Soluções possíveis
MOTORISTAS APOSTAM EM: Condutores e especialistas apontam medidas diferentes para pacificar o trânsito: - Ações educativas (57,2%) - Fiscalização (54,1%) - Campanhas publicitárias (46,6%)
ESPECIALISTAS DEFENDEM: - Reforço na fiscalização e punição - Educação para o trânsito (do nível infantil até a universidade) - Ações que estimulem a opção pelo transporte público - Campanhas de conscientização contínuas Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2983402.xml&template=3898.dwt&edition=15168§ion=1015 - Acesso em 26/07/2010

Número de autoescolas vai cair para 275 em SC

Estado decidiu fazer uma concorrência pública para definir quem poderá formar novos motoristas
O número de Centros de Formação de Condutores (CFCs) vai diminuir em Santa Catarina. De cerca de 400, passará para, no máximo, 275. Isso porque o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) prepara mudanças na concessão do serviço. Todas as autoescolas precisarão passar por um processo licitatório para continuar no ramo com autorização do Detran. De acordo com o assessor jurídico do Detran, Ricardo Vieira Grillo, o processo licitatório está previsto na Lei 13.721, de 2006, aprovada pela Assembleia Legislativa. Ela autoriza o Estado a delegar o serviço de formação de condutores mediante licitação. Um estudo definiu a quantidade ideal de CFC por cidade (detalhes ao lado). O Ministério Público chegou a contestar o texto por considerar parte dele inconstitucional. Mas o Tribunal de Justiça manteve a escolha pública. A licitação está aberta desde junho. Mas nesta semana o prazo foi prorrogado para setembro. Não há previsão para a abertura dos envelopes. As autoescolas nunca passaram pelo processo licitatório antes. Algumas ganharam a concessão fazendo pedido diretamente ao Detran. Outras conseguiram o direito de prestar o serviço por meio de liminares judiciais (detalhes no quadro abaixo). Fiscalização vai melhorar, avalia assessor jurídico Para o assessor jurídico do Detran, a licitação “dá igualdade de oportunidades” para quem quer abrir um CFC e vai melhorar a fiscalização. – O controle vai melhorar. O Detran, sabendo com quem está lidando, vai ter um controle maior – diz. Donos de autoescolas ouvidos pela reportagem aprovam a licitação. Para Delize Miotto, da Autoescola Atlântica, de Florianópolis, a qualidade do serviço será melhor porque somente as pessoas habilitadas poderão trabalhar no ramo. Roberto Pereira, da Autoescola Touring, da Capital, acha que o serviço será melhor. No ramo há 28 anos, ele teme perder a concessão. – Deveria ser feito um termo de ajustamento de conduta para valorizar aqueles que já estão no mercado. A licitação é aberta a todos e não se fala em qualidade no edital – diz. francine.cadore@diario.com.br FRANCINE CADORE Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2980853.xml&template=3898.dwt&edition=15148§ion=213 - Acessado em 26/07/2010

22 de jul de 2010

Capacitação em Educação para o Trânsito

Dias: 23 e 24 de outubro de 2010 (sábado e domingo).
Horário: das 08h30min às 18h00min
Local: Centro Multiuso - Av. Beira-Mar de São José, s/no. - São José - SC Objetivos Promover o conhecimento sobre métodos e técnicas educativas de trânsito, para o desenvolvimento de palestras, aulas e campanhas, a fim de que sejam usadas as linguagens e os recursos adequados ao foco e ao público alvo, propiciando maior interesse e aprendizagem. Docente: Irene Rios Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora de Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes, no CEAT - Centro de Estudos Avançados e Treinamento - São Paulo, de Educação no Trânsito e de Campanhas Educativas de Trânsito na UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí; Autora de Artigos e livros sobre Educação para o Trânsito.
Conteúdos abordados
• Por que e como educar para o trânsito.
• Histórico e obrigatoriedade da educação para o trânsito nos documentos oficiais.
• Dicas de oratória.
• Educando crianças para o trânsito.
• Educando adolescentes para o trânsito.
• Educação para o trânsito na escola.
• Educando pedestres, passageiros, ciclitas, motociclistas e motoristas para o trânsito.
• Ética e trânsito.
• Campanhas educativas para o trânsito. Investimento: R$ 260,00.
Incluso: Apostila e Coffe Break. Os participantes receberão certificado de participação. Inscrição: envia e-mail para edutranec@gmail.com. Contato
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19 de jul de 2010

Por que e como educar para o trânsito?

O trânsito tem sido a causa de muitos problemas sociais. Podemos citar a poluição e os congestionamentos causados pelo excesso de veículos circulando nas vias. 

Conforme dados do Denatran (http://www.denatran.gov.br/frota.htm - acesso em 07/06/2010), de dezembro de 2004 a dezembro de 2009 a frota brasileira teve um aumento de 20.120.767 veículos, ou seja, 335.346 novos veículos circulando no Brasil a cada mês. Nossas rodovias não estão acompanhando esse crescimento da frota. A cada dia aumentam os congestionamentos, o estresse e outros tipos de problemas de saúde causados pelo excesso de veículos. Por outro lado, a violência no trânsito tem deixado muitas famílias desestruturadas, pais órfãos de filhos, muita dor e sofrimento. Segundo estudo da CNM – Confederação Nacional dos Municípios, no artigo As mortes no trânsito brasileiro em 2009:


“...foi divulgado pela administradora dos Seguros DPVAT o total de 53.059 mil mortes no trânsito em 2009. O DPVAT é um seguro obrigatório que deve ser pago por todos os proprietários de veículos de via terrestre, e garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações. Tratam-se dos números mais próximos da realidade, se comparados aos números do DENATRAN e do Ministério da Saúde. (...) Os registros segundo o pagamento do DPVAT ainda indicam que houveram, em 2009, 118.021 pessoas vitimas de acidentes de trânsito que ficaram inválidas e 85.399 que receberam atendimento médico hospitalar por estarem feridas, que somados às vítimas de morte, totalizam 256.472 pessoas envolvidas em acidentes de trânsito no último ano. (...) Quando se analisa a faixa etária das pessoas que mais morrem em acidentes de trânsito, constatamos que jovens de 21 a 30 anos também são a grande maioria das vítimas fatais (29%). Quanto mais vai aumentando a idade, menos mortes no trânsito ocorrem. Somando o grupo de 16 a 45 anos, se alcança 67% das mortes.”
http://portal.cnm.org.br/sites/9000/9070/Estudos/Transito/Asmortesnotransitobrasileiroem2009.pdf - acesso em 19/07/2010.

A sociedade está perdendo muitos jovens trabalhadores e aposentando outros tantos, que ficaram com seqüelas e incapacitados para o mercado de trabalho. Boa parte dos leitos hospitalares está ocupada com vítimas do trânsito. A maior parte da violência no trânsito tem como causa a imprudência dos motoristas, dos pedestres dos ciclistas e dos passageiros de veículo automotor, que cometem infrações desrespeitando as leis de trânsito e os cuidados com a segurança e a saúde. A diminuição da violência no trânsito se dá, principalmente, através de um processo de conscientização educacional que dê preferência à vida, propiciando aos indivíduos pensar e alterar suas atitudes no trânsito.

Como educar?

Para que haja educação tem que haver APRENDIZAGEM.

O que é aprendizagem?

É o ato de adquirir e construir conhecimentos, um processo que envolve toda a atividade do ser humano: biológica, psicológica, social e cultural, nos seus múltiplos aspectos.

Segundo Campos (CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da Aprendizagem. 37ª ed. Editora Vozes. Petrópolis, 2008.), a aprendizagem ocorre através da atividade do aprendiz, tanto física quanto mental e emocional. Na escola, por exemplo, ela depende muito mais da reação dos alunos aos fatores apresentados, do que do conteúdo dos livros e da metodologia dos professores. É um processo dinâmico e cumulativo, ou seja, uma ação que se estabelece entre um conhecimento já apreendido e um novo conhecimento a adquirir. É um processo contínuo, aprendemos durante toda a existência. É também um processo pessoal, um não pode aprender pelo outro, e global, quando envolve uma mudança de comportamento exige a participação total e global do indivíduo a fim de que seja estabelecido o equilíbrio vital.  

Aprendemos quando estamos motivados para isso. O que motiva a aprendizagem?
  
A motivação pode acontecer influenciada por várias razões, entre elas: A necessidade de adaptação ao ambiente, em constante mudança. Direcionando ao tema trânsito, podemos citar a necessidade de adaptação às mudanças na engenharia e na legislação de trânsito. O cidadão precisa aprender a transitar obedecendo às mudanças no espaço físico. O engenheiro de tráfego precisa da educação para obter bons resultados nos seus projetos. Da mesma forma, para que as mudanças nas leis de trânsito produzam efeitos positivos, é necessário que os indivíduos aprendam a obedecer-lhas.

Outra motivação é a tomada de consciência do valor daquilo que vai aprender. Isso se consegue por meio da REFLEXÃO. Quando pensamos sobre uma ação ou sobre uma situação, há uma grande chance de aprendermos com isso, há uma grande chance de revermos nossas atitudes e corrigirmos aquelas que estão inadequadas.

E como provocar a reflexão?

Isso é um desafio! Em primeiro lugar é necessário despertar o INTERESSE, isso varia conforme a idade, classe social, classe cultural, entre outros fatores...

 É importante a aplicação de recursos educativos adequados ao público alvo. É preciso boa argumentação, capaz de convencer sobre o que desejamos construir. Sendo assim, será que uma campanha educativa, realizada com recursos educativos adequados ao público alvo, que desperte o interesse da maioria dos participantes, que provoque a reflexão sobre atitudes corretas e incorretas no trânsito, é de qualidade? É eficiente? Vai refletir na aprendizagem e na mudança de atitudes no trânsito?

Em um primeiro momento, sim. No entanto, para que essa aprendizagem adquirida não se perca por conta de outros interesses, não basta fazermos campanhas educativas apenas na Semana Nacional do Trânsito ou em outras datas pontuais, elas devem ser permanentes. É fundamental que haja acompanhamento e CONTINUIDADE.

Irene Rios

18 de jul de 2010

O teatro como educação para o trânsito

Em sua sétima edição, e envolvendo a comunidade estudantil de todas as regiões de Mato Grosso, o evento se constitui também num celeiro formador de atores. Da Redação Quinze escolas participam da etapa estadual do Fetran – Festival Estudantil Temático de Teatro para o Trânsito, que será aberto nesta segunda-feira (19), no Colégio Liceu Cuiabano. Os espetáculos das escolas vencedoras das etapas regionais disputam agora a grande final em Cuiabá. Um momento bastante esperado pelos professores, crianças e adolescentes participantes. As apresentações irão até sexta-feira (23), no Liceu Cuiabano, situado na Rua Presidente Marques, Centro de Cuiabá. Foram realizadas cinco etapas regionais: Nortão, na cidade de Sorriso; Pantanal, em Primavera do Leste; Araguaia, no município de Água Boa; Cuiabana, em Várzea Grande; e Guaporé, nas cidades de Comodoro e Pontes e Lacerda. As peças teatrais concorreram em três categorias: Infantil, alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental; Infanto-juvenil, alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental; e Juvenil, alunos do Ensino Médio. Setenta e cinco escolas das redes pública e particular, de trinta municípios mato-grossenses, colocaram noventa espetáculos teatrais na disputa. Em cada etapa regional foram selecionados um espetáculo de cada categoria. Ou seja, serão quinze espetáculos teatrais nesta etapa estadual. Todos os espetáculos vencedores das etapas regionais já foram premiados com computadores, televisores, aparelhos de som e DVDs. Entretanto, o ganho maior são os conhecimentos adquiridos, pois o teatro se constitui uma excelente ferramenta pedagógica de aprendizagem. Além do envolvimento de todos os atores do ambiente escolar (professores, alunos, diretores, orientadores educacionais, e etc), ele proporciona uma potencialização de alcance dos conteúdos abordados nos espetáculos. Nas cinco etapas regionais, o FETRAN alcançou um público de mais de 20 mil pessoas, entre alunos, professores e comunidade. Ou seja, são 20 mil multiplicadores dos conhecimentos adquiridos, todos sendo sensibilizados para a construção de um trânsito cada vez mais seguro. A qualidade técnica de todos os espetáculos teatrais que foram selecionados para a Etapa Estadual impressiona: festival estudantil não é sinônimo de improvisos. A disputa será grande. Nesta final, serão premiados os melhores espetáculos de cada categoria, o melhor texto, a melhor direção, o melhor ator e a melhor atriz, a atriz/ator revelação. Os prêmios serão computadores; televisores; notebooks; aparelhos de som, DVD, data-show e MP 5. Além desses, os primeiros colocados em cada categoria também serão premiados com uma viagem cultural-pedagógica para Brasília – DF, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios culturais. A solenidade de abertura da Etapa Estadual será às 14h desta segunda-feira). Neste dia serão apresentados três espetáculos. De terça a quinta-feira, serão quatro por dia. O último dia (23), será a solenidade de premiação e encerramento da 7ª Edição do Projeto FETRAN. (com assessoria) Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=375338 - Acesso em 18/07/2010

14 de jul de 2010

25 de Julho - Dia do Motorista



Acorda Motorista!

Ritmo: "Faz três noites que eu não durmo / Ai, ai, ai! / Pois perdi o meu galinho / Ai, ai, ai..."

Se você está com sono, Ai, ai ai! 
Dirigir então não deve, Ai, ai, ai!
É um perigo! Ai, ai, ai! 
Meu amigo, Ai, ai, ai! 
Para quê se aventurar?

Dirigir é um ato sério, Ai, ai, ai! 
De responsabilidade, Ai, ai, ai! 
Vá sem pressa, Ai, ai, ai! 
Descansado. Ai, ai, ai! 
Não Convém se arriscar.  

Irene Rios  

Veja também:

 

7 de jul de 2010

Algumas dicas de segurança viária para Pessoas com Deficiência

As dicas aqui apresentadas foram feitas por mim para serem publicadas no assimcomovoce.blog.uol.com.br , blog do jornalista Jairo Marques da Folha de São Paulo. As charges foram feitas pelo Jean Galvão. Para ver mais desenhos do Jean vá em http://jeangalvao.blogspot.com/ A pessoa com deficiência que sair de sua casa, para suas atividades normais, como estudar, trabalhar, se divertir, namorar e etc, vai encontrar uma cidade que impõe perigos e surpresas e para isso é prudente que alguns cuidados sejam adotados: - A calçada que a princípio deveria ser um local seguro, nem sempre se encontra assim. Buracos, desnivelamento do piso, barracas de ambulantes, manutenção não sinalizada, enfim, diversos outros percalços que torna a vida dos cadeirantes, muletantes, cegos, idosos e grávidas uma aventura. Nesse sentido, devemos ficar atentos a essa situação e caso haja necessidade de ir para a rua para desviar dos obstáculos, faça com cuidado e fique bem próximo da guia. - Aguardar na calçada o melhor momento para efetuar uma travessia, lembrando que para a pessoa com deficiência de locomoção seu tempo de travessia será maior; - É mais seguro para a pessoa com deficiência visual procurar atravessar com ajuda ou atravessando a via logo que perceber que os demais pedestres estão fazendo o mesmo;

Ao cadeirante é importante observar se o local de travessia dispõe de rampa de acesso entre as calçadas, caso não haja sua travessia demandará um tempo maior. Muito cuidado para atravessar entre carros ou caçambas, o cadeirante fica numa posição difícil de ser visto pelos motoristas, o ideal é sempre atravessar na faixa de pedestres.

- Se você encontrar um deficiente visual parado na calçada, não o puxe nem empurre, forçando-o a atravessar a rua. Devemos perguntar antes se ele quer mesmo atravessar. Não e porque ele é cego que tenha, obrigatoriamente, que viver cruzando ruas. Afinal, todo o mundo tem o direito de ficar fazendo hora. - Quando você avistar um cego querendo atravessar a rua, não grite para ele avisando que pode fazê-lo. Ele pode não saber que é com ele que estão falando, pode ter medo de atravessar sozinho e, o que e pior, pode correr sérios riscos de ser atropelado por outro motorista desavisado. Ajude-o a atravessar com segurança, oferecendo-lhe seu braço. - Nunca puxe ou empurre a pessoa cega. Ofereça seu braço, perguntando: Quer atravessar a rua? E você não precisara estar avisando que vai virar à direita ou esquerda, que vai descer o meio-fio etc. O deficiente visual percebera e interpretara todos estes movimentos corporais.

Em uma calçada sem guia rebaixada (rampa) pergunte ao cadeirante a melhor forma de ajudar a vencer o obstáculo. Não faça manobras bruscas por conta própria com a cadeira.

Quando se oferecer de guia para um cego não o confunda, cruzando uma rua em diagonal. Isso pode fazê-lo perder a orientação. Efetue o cruzamento em L; é mais seguro para qualquer pessoa, inclusive para você.

Ari Vieira

Fonte: http://arivieiracet.blogspot.com/2010/07/algumas-dicas-de-seguranca-viaria-para.html - Acesso em 07/07/2010

Abertas as inscrições de comunicações técnicas para o 18º Congresso da ANTP (Rio, 2011). E inscrições para membros do Comitê de Seleção.

O prazo para a inscrição de comunicações técnicas é 5 de dezmebro de 2010. Já para a inscrição de especialistas interessados em fazer parte do Comitê d Seleção terminará mais cedo, em 15 de setembro de 2010. Conheça o regulamento e acesse o ambiente virtual para inscrição de trabalhos ou para candidatar-se ao Comitê de Seleção.
A ANTP anunciou na última semana de junho de 2010 a abertura de inscrições de comunicações técnicas para apresentação no 18º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, que se realizará em outubro de 2011, no Rio de Janeiro, integradamente com a VII INTRANS – Exposição Internacional de Transporte e Trânsito. De acordo com o regulamento (acesse via link no final desta nota), o prazo para as inscrições de comunicações técnicas se encerrará em 5 de dezembro de 2010. Cada autor poderá inscrever até dois trabalhos, individuais ou em equipe. Os trabalhos devem enfatizar soluções práticas implantadas, descrevendo os resultados obtidos. Serão aceitos trabalhos nas áreas de Questões Urbanas, Meio Ambiente, Transporte Não Motorizado, Qualidade, Marketing, Tecnologia, Transporte Público e Trânsito; o regulamento descreve os temas. COMITÊ DE SELEÇÃO A ANTP está convocando também os interessados em integrar o Comitê de Seleção, que analisará os resumos das comunicações técnicas. De acordo com o regulamento (acesse via link no final desta nota),o prazo para se inscrever na Comissão de Seleção termina em 15 de setembro de 2010. Todo o processo de seleção dos trabalhos será via Internet, cabendo a cada membro do Comitê de Seleção indicar o tema a qual se dispõe a analisar os resumos apresentados. Os candidatos ao Comitê de Seleção estarão impedidos de apresentar propostas de comunicação técnica em qualquer tema. Os membros do Comitê de Seleção não serão remunerados, mas receberão uma inscrição de cortesia para participar do 18º Congresso. Veja o regulamento para participar do Comitê de Seleção

6 de jul de 2010

X Prêmio Denatran de Educação no Trânsito

Trabalhos para o Prêmio Volvo revelam que sociedade está atenta à violência no trânsito

É o que mostra o tratamento dado ao assunto em todo o País pela imprensa, empresas de diversos setores, prefeituras, motoristas profissionais e órgãos públicos, segundo os organizadores do Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito. Em sua 18ª edição, o Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito reuniu trabalhos nas categorias Motoristas Profissionais, Transportadoras (cargas e passageiros), Empresas, Cidades, Imprensa e Geral. As inscrições vieram de 114 cidades de 19 estados brasileiros. A categoria Geral reuniu o maior número de trabalhos (94), seguindo-se Empresas (47), Imprensa (34), Motoristas (31), Cidades (26) e Transportadoras (22). “O Brasil acorda a cada dia mais atento ao tema do trânsito, mais precisamente na segurança no trânsito”, afirma J. Pedro Corrêa, consultor do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, que coordena a triagem e encaminhamento dos trabalhos inscritos para a comissão julgadora. Além do expressivo número de trabalhos inscritos, essa maior preocupação da sociedade com o tema fica demonstrada pela forma com que o assunto é tratado. “Na categoria imprensa, nota-se que o trânsito é pauta permanente e praticamente obrigatória em muitos tipos de veículos. Extensas reportagens foram veiculadas cobrindo considerável parcela da população brasileira”, afirma Solange Fusco, gerente de comunicação corporativa da Volvo do Brasil. “A imprensa tem tido um papel decisivo na conscientização e mobilização da sociedade para um trânsito mais seguro”, acrescenta a gerente. “Surpreenderam, de certa forma, inscrições de cidades de menor porte, notadamente do Nordeste do País. Chamou a atenção também o fato de as prefeituras estarem usando apoios externos para desenvolver seus programas”, destaca Anaelse Oliveira, coordenadora do PVST. Um exemplo é o suporte dado a diversos municípios pela ONG GRSP (Global Road Safety Partnership), sediada na Suíça, que atua com inúmeros países e tem suporte da Organização Mundial da Saúde e de importantes órgãos mundiais, como Banco Mundial. Neste ano há também um número expressivo de trabalhos apresentados pelos Detrans de vários estados. Na categoria Transportadoras nota-se grande preocupação em aperfeiçoar os procedimentos de controle de operação da frota, de número e de tipos de acidentes, observando-se que, em alguns casos, passa-se a considerar também os “quase acidentes”, conceito utilizado no exterior e que serve para medir o grau de segurança do conjunto de veículos de uma empresa. Os acompanhamentos por satélite passaram a fazer parte do cotidiano, melhorando consideravelmente o nível de controle. Quanto aos motoristas profissionais observa-se a grande preocupação com a melhor formação da categoria e a busca sistemática de mais conhecimentos para fazer face aos desafios do trânsito rodoviário de hoje, não apenas das estradas, mas dos próprios veículos, hoje muito mais modernos. Na categoria empresas, observa-se uma ampliação da preocupação com segurança para áreas que até agora não apareciam. Foi expressiva a quantidade de trabalhos inscritos sobre programas internos de segurança para funcionários. Corrêa aponta que diversas empresas têm abordado o tema em campanhas institucionais, fazendo uso da comunicação social para apresentar seus programas. “Campanhas de TV e na mídia impressa com comerciais bem produzidos são exemplos de como se pode atingir a maior parte da sociedade para essa causa social”, observa. “O Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito é a mais longa jornada em prol de um trânsito seguro e tradicionalmente vem reconhecendo projetos que estão dando bons resultados para o País”, diz Carlos Morassutti, diretor de RH e assuntos corporativos da Volvo do Brasil. “Temos muito orgulho desse reconhecimento, pois a segurança é um valor fundamental da marca Volvo”, finaliza o executivo. O resultado final com a relação dos vencedores do 18º Prêmio Volvo será divulgado no início de agosto e a cerimônia de premiação será realizada em Curitiba, em setembro deste ano. Fonte: http://asp11.volvo.com.br/CTPVST/frmVisualizaPadrao.aspx?TipoDoc=Noticias&idPadrao=1250 - Acesso em 06/07/2010

1 de jul de 2010

Férias de Julho: precaução é o melhor caminho

Assessoria de Imprensa Perkons Semana Nacional de Trânsito chama atenção para a importância do uso do cinto de segurança Se a taxa de adesão ao uso do cinto de segurança aumentar em 10%, aproximadamente 1.600 mortes podem ser evitadas ao ano. Na hora de pegar a estrada para viajar - prática muito comum durante o mês de julho, por conta do intervalo escolar - é importante tomar alguns cuidados básicos, que começam pela revisão do veículo e certificação de que todos os passageiros estão seguros.
Neste caso, a prevenção faz toda a diferença. Embora as falhas mecânicas correspondam a uma pequena parcela das causas de acidentes, a manutenção do motor, pneus e freios pode impedir colisões. Nenhum planejamento ou cuidado com o veículo, no entanto, é suficiente, caso o motorista e os passageiros ignorem as leis de trânsito. Usar os dispositivos de segurança, respeitar a sinalização e dirigir dentro dos limites de velocidade são exigências mínimas.
Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), em 2008 foram registradas 22.472 vítimas não fatais de acidentes de trânsito, com idade entre zero e 12 anos e 802 vítimas fatais de mesma faixa etária.
Como tema da campanha da Semana Nacional de Trânsito o Denatran destaca a importância do uso do cinto de segurança - uma medida simples que pode salvar vidas: uso do cinto pelo condutor e pelo passageiro do banco dianteiro reduz em 50% o risco de morte em uma colisão de trânsito.
Apesar disso, um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia indica que apenas 11% dos passageiros utilizam o cinto no banco traseiro. O risco de morte de um condutor utilizando o cinto de segurança, como resultado de um passageiro do banco traseiro sem cinto, é cinco vezes maior do que seria se esse passageiro estivesse retido pelo cinto.
Marcus Romaro, gerente técnico do CESVI BRASIL - Centro de Experimentação e Segurança Viária, explica que o uso do cinto de segurança aliado a outros dispositivos é bastante eficaz. "O cinto de segurança proporciona um alto índice de proteção, porém dependendo da intensidade da colisão, existem casos em que o peito do motorista ou do passageiro pode tocar o volante ou até mesmo o painel", avalia. Segundo ele: "Nessas situações, o air bag atua minimizando ainda mais os riscos de lesões graves e/ou fatais. Além de segurar o corpo dos ocupantes para dar tempo que a bolsa do air bag infle totalmente, o cinto de segurança garante a trajetória segura dos mesmos em direção à bolsa", completa.
Dados do CESVI (2008) apontam que, considerando apenas os condutores de automóveis e caminhonetas, o potencial do air bag pode salvar a vida de aproximadamente 490 pessoas (1,4% dos 35 mil que morrem por ano) que hoje morrem no trânsito no Brasil, ou evitar ferimentos em mais de 10 mil pessoas, em média, proporcionando um impacto econômico positivo de cerca de 315 milhões de reais por ano.
Isso significa que, se a taxa de adesão ao uso do cinto de segurança aumentasse em 10%, aproximadamente 1.600 mortes poderiam ser evitadas por ano. CHECK LIST - Verificar faróis e luzes, pneus e estepe, freios e suspensão, combustível e óleo, os limpadores de para-brisas. Dê atenção especial ao sistema elétrico do automóvel e, por fim, veja se os seus documentos e do veículo estão em dia. NA ESTRADA - Respeite o limite de velocidade da pista e tome cuidado com pedestres e ciclistas nas áreas urbanas das rodovias para evitar acidentes. Sempre que for ultrapassar algum veículo, dê seta e deixe-a ligada. Antes de passar por caminhões e ônibus, dê uma leve piscada de farol ou um toque na buzina. Quando estiver dirigindo sob neblina, nunca ligue os faróis altos, ele só prejudica a visibilidade. O correto é ligar os faróis baixos ou, se possuir, os faróis de neblina. CAMPANHA CHEGA DE ACIDENTES: Oriunda de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil, a campanha Chega de Acidentes objetiva expor a insegurança no trânsito do país.
Para isso, um relógio virtual estima a evolução da quantidade de vítimas fatais e não fatais no Brasil e o impacto econômico dos acidentes e suas vítimas. A contagem começou no início da Semana Nacional de Trânsito 2009, dia 18 de setembro e continuará até que o Plano seja implantado. O movimento é realizado pela Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego); ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) e Cesvi Brasil e conta com diversas entidades apoiadoras. "A Perkons apóia esta iniciativa porque luta pela preservação da vida. O número de vítimas fatais em decorrência de acidentes de trânsito ainda é muito alto no Brasil. Acreditamos que somente a combinação de políticas e leis adequadas, fiscalização e educação, é que pode mudar este quadro. A sociedade precisa se sensibilizar para isto", diz o diretor da Perkons, Walter Alberto Schause. Serviço: Confira em http://www.educacaoetransito.com.br/ outras dicas de segurança para condutores e passageiros e saiba também os cuidados para fazer a manutenção do veículo.
No site http://www.chegadeacidentes.com.br/ é possível participar de um abaixo-assinado eletrônico em prol da redução de acidentes no trânsito. Fonte: http://www.perkons.com.br/?page=noticias&sub=ultimas-noticias&subid=8684&pagina=3 - acesso em 01/07/2010

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