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28 de fev de 2010

Especialista prega educação

O professor Glicério Triche, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), diz que não são só vias marginais, viadutos e passarelas que faltam nas rodovias federais do Estado. Motoristas e pedestres precisam ter educação. – Os equipamentos de segurança não acompanharam o crescimentos das populações que vivem às margens das rodovias – diz. O chefe de comunicação da Polícia Rodoviária Federal, Leandro Andrade, concorda com Glicério. Ele explica que menos de 5% dos acidentes com mortes são provocados pela má conservação do veículo ou da rodovia. – A maioria dos acidentes tem como principal responsável o próprio motorista. Os números também apontam que, ao contrário do que se pensa, a maioria dos acidentes acontece nas retas, onde o motorista se sente mais confiante para realizar manobras indevidas e cometer abusos na direção. “No Brasil, a preferência nunca é do pedestre” O presidente do Movimento Nacional de Educação no Trânsito, Roberto Bentes de Sá, defende o uso de redutores de velocidade nos trechos federais perto de perímetros urbanos e melhorias na sinalização para evitar acidentes. – O que importa é a vida. A segurança das pessoas vale mais do que um trânsito fluindo. O correto é que passarelas fossem instaladas a cada 500 metros. Mas no Brasil a preferência é para o veículo, nunca para o pedestre – lamenta. Não é difícil compreender por que tantas pessoas morrem atropeladas no Estado. Atravessar uma rodovia é uma missão arriscada. O professor de física da UFSC Jorge Luiz Cunha da Silva, calcula que, para atravessar uma rodovia duplicada, com cerca de 15 metros, é preciso garantir uma distância mínima de 150 metros do carro. Isso se ele estiver trafegando a 100 km/h. O presidente do Monatran não se prende a contas. Prega a atenção: – O maior motivo de atropelamento é a distração. As pessoas perdem a noção de tempo e espaço. No caso dos idosos, eles não calculam bem a velocidade necessária para atravessar. MultimídiaPor dia, em média 110 mil veículos passam pela Via Expressa, na CapitalFreadas são comuns na BR-101anteriorlista imprimir enviar letra A - A +próxima. Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2822833.xml&template=3898.dwt&edition=14199§ion=846 (28/02/2010)

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