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31 de jul de 2009

Inscrições para o Prêmio Detran são prorrogadas

Cuiabá / Várzea Grande, 31/07/2009 - 18:05. Da Assessoria O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), por meio da Coordenadoria de Educação para o Trânsito, prorrogou o prazo para as inscrições ao Primeiro Prêmio Detran de Educação no Trânsito. O novo prazo é 30 de outubro. Anteriormente, o prazo estipulado era 31 de julho. Segundo a coordenadora do Prêmio, Renata Neves Freitas, a prorrogação se deve a pedidos de estudantes do interior do Estado, pelas dificuldades de enviar e produzir material em tempo hábil. “Temos que dar a todos a chance de participar. O mes de julho é período de férias escolares e muitos alunos sentiram dificuldades”, avalia. O Primeiro Prêmio Detran de Educação para o Trânsito visa estimular, reconhecer e divulgar as atividades de Educação no trânsito, planejadas e executadas por instituições, professores, estudantes (redes pública e particular) e profissionais de imprensa. Cada participante poderá concorrer com um único trabalho, programa, projeto, reportagem ou série de reportagens. Computadores, filmadoras e máquinas fotográficas digitais são alguns dos prêmios oferecidos. Para profissionais de imprensa, o primeiro prêmio será um computador portátil, avaliado em R$ 4 mil. As instituições e empresas inscritas deverão ter desenvolvido projetos ou programas de educação e segurança de trânsito entre os anos de 2008 e 2009. O mesmo se aplica aos profissionais de imprensa, devendo inscrever reportagens ou séries de reportagens sobre tema trânsito, produzidas no mesmo período. Para que seja validado o trabalho deve ser realizado até o dia 20 de outubro. A entrega dos prêmios também teve data alterada e passa de 18 de setembro para dia 03 de dezembro. O edital do prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do Detran. www.detran.mt.gov.br. Para se inscrever basta baixar a ficha de inscrição e enviar pelos correios com cópias do trabalho realizado. Fonte:

Os porquês no trânsito

O governo gasta tanto com os acidentados! Os leitos hospitalares estão lotados com vítimas de acidente de trânsito. Por que ele não investe em educação para o trânsito?
O motorista não pode andar mais de 110 km por hora. Não temos rodovias que permitam altas velocidades. Por que o carro sai da montadora com velocímetros maiores que a velocidade máxima permitida?
Os motoristas conhecem as regras de trânsito. Sabem da necessidade delas. Por que infringem essas regras?
Os jovens sabem do risco no trânsito. Já perderam vários amigos, vitimas de acidente. Por que cometem todo tipo de infração?
As pessoas sabem que a bebida alcoólica, entre outros sintomas, reduz a visão e os reflexos. Por que dirigem bêbadas? Por que pegam carona com motoristas bêbados?
Muitos professores já perderam parentes e amigos em acidentes de trânsito. Eles passam horas com crianças e adolescentes. Por que não inserem a educação para o trânsito em suas aulas? Por que não dão mais ênfase ao ensino de valores?
Há pessoas que vivem reclamando de tudo. Por que não tomam uma atitude?
Temos limites. Entre outras necessidades, precisamos dormir e comer o suficiente para nos sentirmos bem. Por que algumas pessoas se consideram super-heróis e dirigem sentindo sono?
Ninguém gosta que lhe faltem com respeito. Por que há pessoas que não respeitam os outros?
Adoramos a vida. Adoramos tudo que ela nos proporciona. Por que a colocamos em risco?
Somos tão inteligentes. Capazes de grandes descobertas e de grandes invenções. Temos tanto conhecimento. As informações chegam até nós no instante em que os fatos acontecem. Por que muitos agem como ignorantes?
Irene Rios da Silva

Comercial de carros terá alertas educativos

IGUAL A CIGARRO
Anúncios publicitários terão mensagens de orientação a motoristasA partir de agora, peças de publicidade sobre produtos oriundos da indústria automobilística – veículo ou peça – em rádio, TV, jornais, revistas e outdoors deverão incluir, obrigatoriamente, uma mensagem educativa de trânsito. Éo que determina a Lei Federal 12.006, publicada ontem no Diário Oficial da União, em complemento ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Desse modo, anúncios de pneus ou de um novo tipo de carro, por exemplo, deverão conter alguma frase similar a “se beber não dirija” e “não dirija e fale ao celular ao mesmo tempo”, entre outras. Vai depender agora da criatividade dos publicitários. Esse tipo de propaganda paralela já é veiculada em peças publicitárias de bebidas alcoólicas e também de cigarros, com frases como “beba com moderação” ou “fumar é prejudicial à saúde”. O exemplo para o Brasil vem de longe. Para alertar os motoristas sobre os perigos de dirigir sem atenção quando está chovendo, um outdoor localizado à beira de estrada na cidade de Papakua, Nova Zelândia, faz o rosto de um garoto “sangrar” quando em contato com água e mostra o possível resultado de uma condução irresponsável. – A lei funcionará no Brasil como já ocorre no cigarro e na bebida alcoólica lentamente, mas funcionará. Vários países já limitaram propaganda sobre velocidade e exigiram que se destacasse a segurança dos veículos na publicidade – afirma o médico brasileiro e coordenador do Departamento de Trauma da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra (Suíça), Marcos Musafir. O diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), José Montal, diz que a publicidade da indústria automobilística na Europa há tempos deixa aspectos de segurança mais evidentes do que a própria estrutura do carro. Outdoors de estradas também terão mensagens Além da campanha educacional de trânsito conjunta, com propagandas da indústria da cadeia automotiva, a nova lei também determina que as publicidades constantes em outdoors instalados nas beiras das rodovias, sejam elas de qualquer tipo de produto, incluindo anunciantes institucionais (das empresas concessionárias) e até eleitorais, também contenham informações sobre educação no trânsito. As penas para quem descumprir as novas normas vão desde advertência por escrito, no primeiro flagrante, e suspensão da divulgação de propaganda do produto por 60 dias, até multa de 1 mil a 5 mil vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir) em casos de reincidência. Fonte:
Comentário:
Que boa notícia! A influência das mídia no comportamento das pessoas é muito forte. Até então, essa influência, muitas vezes, vinha sendo negativa. Porém, com essa lei a perspectiva de conseguirmos educar para o trânsito aumentou bastante. Outro fator importante é a liberdade na escolha das frases educativas. Como as propagandas dos produtos automobilísticos costumam ser muito criativas, acredito que as frases também serão.
Irene

30 de jul de 2009

ANDANDO DE ÔNIBUS

Música: O Cravo brigou com a Rosa  

O ônibus é um veiculo 
Para o uso coletivo,
Por isso seja educado,
Paciente e compreensivo. 

Para ser um motorista 
Precisa habilitação, 
Seguir o regulamento, 
Ter sempre muita atenção. 

Respeitar todos os pontos 
De parada obrigatória,
Zelar pela segurança 
Em toda a trajetória. 

Para ser bom passageiro 
É correto e importante 
Conceder o seu assento 
A idosos e a gestantes. 

Pra você subir ou descer 
O ônibus tem que parar. 
Cuidado, não se apresse,
Pois pode se machucar.  

SILVA, Irene Rios da. Transitando com Segurança: Educação para o trânsito. Ilha Mágica Editora. Florianópolis, 2006, página 112.  

Sugestões de atividades

Língua portuguesa

Conteúdos: interpretação e versificação
1. Vamos ampliar o Vocabulário! Ligue as palavras abaixo com o seu significado, de acordo com o texto.
















2. Você anda de ônibus?  
Resposta Pessoal 

3. Conforme a música “O ônibus”, o que é necessário para ser um bom passageiro de ônibus?  Conceder o assento a idosos e a gestantes, quando for subir ou descer do ônibus, esperar ele parar. (Professor! Questionar o porquê destas atitudes) 

  4. Que outras atitudes deve ter um passageiro de ônibus?
Pessoal (professor! É importante orientar os alunos sobre os riscos de colocar o braço ou a cabeça para fora da janela dos veículos, sobre a necessidade, ao desembarcar do ônibus, de esperar que ele siga em frente para então atravessar a rua). 

 5. O texto que você acabou de ler é um poema. Um poema é organizado em versos e estrofes. Releia alguns versos do poema. 1º verso: “O ônibus é um veículo” 2º verso: “Para o uso coletivo,” 

a) Depois dessa observação, diga quantos versos há no poema.  
Há 20 versos no poema. (Professor! Estimule os alunos a indicar o conceito de verso). 

b) Do 1º ao 4º verso temos uma estrofe, do 5º ao 8º verso temos outra. Baseado nisto, diga quantas estrofes há no poema.  
Há 5 estrofes. (Professor! Estimule os alunos a indicar o conceito de estrofe).

Ética e Cidadania

1. Qual a diferença das duas ilustrações abaixo? Comente.
A)

B)
Resposta pessoal

2. O policial Zeca falou para Diego: “Nunca faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”. Você concorda com esta frase? Por quê?  
Resposta pessoal.

Irene Rios

29 de jul de 2009

De quem é o Espaço Público?

O prefeito de uma cidade metropolitana resolveu fazer melhorias no espaço público de seu município. Porém, antes de fazer o projeto, resolveu ouvir a opinião da população. Colocou, no centro da cidade, um microfone à disposição dos munícipes com a seguinte indagação: “O que precisa mudar para melhorar este espaço?”. Todos os depoimentos seriam gravados para posterior análise.

Curiosa, fiquei observando as pessoas darem sugestões. O primeiro a opinar foi o Mateus, promotor de vendas. Em virtude de seu trabalho, usa o espaço público preferencialmente para circular de automóvel, visitando seus clientes.

- Senhor Prefeito, o que precisa melhorar aqui no Centro são as faixas de tráfego. Estou cansado de engarrafamento. São necessárias mais faixas para facilitar a mobilidade. É necessário também aumentar a quantidade de vagas de estacionamento. Chego a perder mais de 15 minutos procurando uma vaga. Assim fica difícil trabalhar. Sugiro que os leitos sejam mais largos. Para isto basta estreitar as calçadas e os canteiros centrais. Ouvi dizer que estavam querendo determinar faixas exclusivas para ônibus. Isso é um absurdo. Por que eles não podem pegar fila igual a gente?

O próximo a falar foi o Seu Juvenal, usuário de ônibus.

- Seu prefeito, para melhorar esse lugar tem que tirar os estacionamentos perto do meio-fio. Nós não usamos. É preciso também alargar mais os leitos e os passeios, para não dar confusão entre nós que estamos esperando o ônibus e as pessoas que estão caminhando. Acho bom ter faixas só para os ônibus. Assim, a gente, que às vezes tem que ficar em pé dentro do veículo, não pega engarrafamento.

Regina estava fazendo sua caminhada diária, quando viu o apelo do prefeito e resolveu parar para colaborar.

- Bem, na minha opinião, os passeios têm que ser mais largos. Dessa forma, a gente pode caminhar sem aglomerações, com conforto e segurança. Em compensação, os leitos não precisam ser muito largos, para que a gente possa atravessar as ruas com segurança. Já os canteiros centrais nas vias devem ter maior largura, para podermos usar como refúgio, quando não dá tempo de atravessar toda a via.

Outro depoimento foi o da Dona Rita, uma comerciante que tem loja no Centro.

- O que eu quero, Senhor Prefeito, é que a acessibilidade das pessoas ao meu estabelecimento seja a melhor possível. Não importa se eles vêm a pé, de automóvel ou de ônibus. Gostaria que, para facilitar a carga e descarga de mercadorias, existissem leitos largos, com estacionamento e calçadas largas.

Foi o último depoimento que presenciei. Sentindo-me confusa, saí do local com a nítida convicção de que o Prefeito estava em apuros. Como agradaria a todos e resolveria os problemas do espaço público em seu município?

SILVA, Irene Rios da. Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito. Ilha Mágica Editora, Florianópolis. Página 11.

Conteúdos: Espaço público, solidariedade.

Atividades Reflexivas:

1. Comente a atitude dos moradores da “cidade metropolitana”.  
Resposta pessoal

2. Se você fosse o prefeito o que faria nesta situação?
Resposta pessoal

3. O que precisa ser feito para melhorar o espaço público de sua cidade?
Resposta pessoal 

4. Faça uma pesquisa sobre o assunto com alguns moradores de sua cidade e comente o resultado.
Resposta pessoal 

Atividades Gramaticais: acentuação e formação de palavras.

1. Estão escondidas, no caça-palavras abaixo, cinco palavras paroxítonas e três palavras oxítonas, retiradas do texto. Localize-as, destaque-as e descubra a palavra secreta.
2. Retire do penúltimo parágrafo da crônica as palavras acentuadas. Justifique a acentuação destas palavras indicando a regra utilizada. 

é = monossílabo tônico terminado em “e”

possível = paroxítono termina da em “l”

vêm = verbo vir na 3ª pessoa do plural

pé = monossílabo tônico terminado em “e”

automóvel = paroxítono terminado em “l”
ônibus = proparoxítono.  

3. Retire do 2º parágrafo do texto quatro palavras primitivas e forme palavras delas derivadas, usando prefixos e/ou sufixos.  

vendas = vendedor, vendável

rabalho = trabalhador, trabalheira

automóvel = automobilismo, automobilístico

clientes = clientela, clientaço

TCE Debate Educação para o Trânsito

Extraído de: Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul - 5 horas atrás O Tribunal de Contas do Estado promove nesta segunda-feira (03/08), às 14 horas, o encontro "Educação para o Trânsito - O TCE na fiscalização dos Recursos Destinados pela Legislação". O objetivo é apresentar à sociedade o resultado do trabalho realizado, com conclusões e propostas de alteração sobre educação, planejamento e legislação de trânsito, através de 3 grupos de trabalho criados em evento dia 16 de maio. "A idéia e provocar os auditados sobre a necessidade de utilizar os valores advindos das multas em educação no trânsito", comentou o presidente do Tribunal João Luiz Vargas. Conforme ele, o TCE pretende criar uma rede intersetorial para diminuir esta verdadeira guerra que são as mortes em acidentes de trânsito. Destacou a importância da unificação de todas as forças para defender à sociedade Gaúcha. Confira abaixo a programação do encontro: 13h30min - Credenciamento 14h - Solenidade de Abertura 14h30min - Grupo 1 - Engenharia e Estatística - Apresentação de dados estatísticos sobre acidentes de trânsitos e sua importância como instrumento de planejamento; - Questões ligadas à sinalização, plano diretor e identificação de novos pólos de tráfego. 15h30min - Grupo2 - Educação para o Trânsito - Apresentação de uma nova visão e um programa de educação para o trânsito. 16h30min - Intervalo 16h45min - Grupo 3 - Legislação para o Trânsito - Apresentação de propostas de alterações na legislação de trânsito. Grupo 1 - Engenharia e Estatística de Trânsito: - Departamento de Polícia Rodoviária Federal; - Comando Rodoviário da Brigada Militar; - DETRAN/RS - Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul; - DAER - Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem do Rio Grande do Sul; - IGP- Instituto Geral de Perícias; - EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação. Grupo 2 - Educação para o Trânsito: - SEST/SENAT - Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; - Secretaria Estadual de Administração e Recursos Humanos; - Secretaria Estadual da Saúde; - CETRAN - Conselho Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul; - DETRAN/RS - Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul; - EPTC - Empresa Pública de Transporte e Circulação; - AGM - Associação Gaúcha Municipalista. - Conselho Regional de Psicologia; - Instituto Zero Acidente; - MGTS - Movimento Gaúcho pelo Trânsito Seguro; - Fundação Thiago Gonzaga. Grupo 3 - Legislação para o Trânsito: - TCE-RS - Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul; - CETRAN - Conselho Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul; - FAMURS - Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul; - AGM - Associação Gaúcha Municipalista. Fonte:

28 de jul de 2009

Vale a pena ser gentil

O trânsito está repleto de pessoas que não sabem o significado da palavra gentileza. Mesmo em dias de chuva, não há quem as façam parar na faixa de pedestres. Outro dia, presenciei uma cena que pode ser chamada de o “cúmulo da falta de gentileza”, estava chovendo forte e o motorista, não satisfeito em ver os pedestres se molhando, passava de propósito dentro da poça d’água. Havia uma senhora com roupa branca que ficou completamente suja. Que maldade!
Por outro lado, há motoristas que sempre dão passagem, sem esperar agradecimento.
Ser gentil serve como exemplo, contagia. Quem recebe uma gentileza, certamente retribui com outra, gentileza gera e atrai gentileza. Além disso, ser gentil nos faz sentir bem e isso diminui o estresse.
A pessoa que xinga no trânsito, que não dá passagem para ninguém, que é agressivo, deixa a impressão de que também se comporta dessa maneira em casa, no trabalho e com os amigos. Dá a impressão de que é um mal educado, um estúpido.
Com certeza vale a pena ser gentil. É muito bom, quando estamos presos no trânsito, receber a gentileza de um condutor nos deixando passar. É Gratificante fazer uma gentileza e ver no retrovisor o motorista agradecer com um gesto positivo.
É importante reconhecer a falta de experiência do motorista jovem e a falta de agilidade do motorista idoso. Mesmo que estejam errados, vale a pena ser gentil.
Irene Rios da Silva

24 de jul de 2009

Homenagem aos Motoristas pela Passagem do seu Dia!


MOTORISTA VÁ 

 Música: Marinheiro Só "Eu não sou daqui / Marinheiro só / Eu não tenho amor / Marinheiro só / Eu sou da Bahia Marinheiro só / De São Salvador / Marinheiro só..."

Vá com atenção, 
Motorista vá,
Pra todo lugar, 
Motorista vá, 
Com tranqüilidade, 
Motorista vá, 
Sempre devagar, 
Motorista vá. (Bis)

Oi motorista, motorista,
Motorista vá,
Aonde você que chegar?
Motorista vá,
Será no Rio Grande do Sul,
Motorista vá,
Ou em Belém do Pará.
Motorista vá.

Lá vai, lá vai, 
Motorista vá, 
Vá com confiança, 
Motorista vá, 
Sempre use o cinto, 
Motorista vá, 
Pra ter segurança, 
Motorista vá.

(Bis) SILVA, Irene Rios da. Transitando com Segurança: Educação para o trânsito. Ilha Mágica Editora. Florianópolis. 2ª edição, 2006. Página 115.

Carona solidária é solução pouco usada

Edição: 1010 Data: 24/07/2009 Wanessa Rodrigues Todos os dias, a consultora empresarial Flávia Christianne, 37, leva as amigas de profissão Luciane Mendes, 52, e Mônica Caixeta Campos, 23, para o trabalho e não cobra nada pela carona. No final da tarde, é a mesma coisa. Ela chega a passar três quarteirões de sua residência para deixar uma das amigas na porta de casa. A rotina já dura mais de sete meses e, para ela, traz como benefício companhia e segurança no trajeto de ida e volta para casa. Além disso, ao promover o transporte solidário, Flávia contribui para diminuir um problema que cresce a cada dia: o fluxo de veículos na capital. “Imagina se cada motorista levasse outras três ou quatro pessoas para o trabalho ou outro lugar. Diminuiríamos de forma considerável o caos nas ruas de Goiânia”, diz a consultora. Mas nem todos pensam como ela e a maioria dos carros que trafegam pelas na capital são ocupados apenas pelo condutor. Para se ter uma ideia, no final da tarde de ontem, em período de 10 minutos, 57% dos 151 carros que passaram em um dos cruzamentos da Avenida 136 com a Avenida 132, no Setor Sul, estavam ocupados apenas pelo motorista. O presidente da Agência Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (AMT), Miguel Tiago da Silva, observa que a intenção do órgão é elaborar projetos ou campanhas para diminuir o transporte individual e estimular o transporte solidário, o uso do transporte coletivo, táxi ou lotações na capital. “Gostaria muito de ver o estímulo ao transporte familiar, à carona aos vizinhos que vão ao jogo de futebol ou a qualquer outro evento”, diz. Miguel Tiago diz que, apesar de o carro causar danos sociais (poluição, por exemplo), com o transporte solidário, o motorista passa a cumprir uma função social. “Ajuda um vizinho ou amigo. Entre todas as opções de transporte, o veículo do eu sozinho é o pior”, declara. Ele observa que, tendo em vista o número de veículos na cidade (cerca de 900 mil circulam todos os dias em Goiânia), a tendência é que o trânsito fique travado. Outra questão apontada pelo presidente da AMT é fato de as ruas de Goiânia não terem sido projetadas para suportar grande número de veículo. Ele diz que as vias não têm estrutura para serem alargadas. Por isso, segundo Miguel Tiago, é necessário inverter as reflexões sobre as soluções de trânsito. Para ele, em vez de pensar como abrir espaço para mais carros, deve-se pensar em mais espaço para o pedestre e o ciclista, por exemplo. EDUCAÇÃO O diretor da área de Educação para o Trânsito da AMT, Senivaldo Silva Ramos, diz que é comum ver membros da mesma família andar em carros diferentes. Para ele, o fato de o transporte solidário não ser colocado em prática nem mesmo entre pessoas da mesma família é um indício de falta de afeto e de companheirismo. “Se não existe esse companheirismo em casa, é mais difícil existir entre vizinhos ou amigos de trabalho”, observa. Fonte:

Telêmaco discute municipalização e segurança no trânsito

Mais de 200 pessoas acompanharam em Telêmaco Borba o I Fórum Municipal de Educação e Cidadania no Trânsito “Pare, olhe e escute seu coração - Para a vida prosseguir seu caminho” realizado na quarta-feira (22), no Auditório Carmem Iolanda Dalécio, na Secretaria Municipal de Educação (SME). “Municipalização no Trânsito” e “As Relações no Trânsito – Educação/Punição” foram os focos principais do encontro que reuniu autoridades políticas, militares, religiosas e comunidade. O prefeito de Telêmaco Borba e presidente da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) Eros Danilo Araújo frisou a participação da comunidade no evento destacando que o Fórum veio para priorizar a vida. “Temos lideranças políticas, religiosas e sociais que trabalham para que tenhamos uma cidade melhor para se viver, e percebemos isso quando vemos todos os vereadores participando e preocupados com a questão”, citou. Os palestrantes Luis Miura e Bárbara Andréia Marchesini apresentaram as experiências e projetos no trânsito que trouxeram resultados positivos em Maringá (PR) e Brasília (DF). A engenheira Bárbara, da Secretária de Transportes (Setran), da Prefeitura de Maringá explicou os projetos implantados no município que estão funcionando. Ela relatou a campanha da faixa de pedestre que atualmente é permanente. “Agora os motoristas estão respeitando a faixa, já reduzem a velocidade quando próximos a sinalização e dão preferência para o pedestre”, explicou a engenheira enfatizando que para isso acontecer houve um trabalho de preparação de 8 meses e o envolvimento de 400 voluntários para informar a população. Bárbara considerou que o trabalho de educação e conscientização, tanto de pedestre quanto de motorista precisam ser constantes. “Para que projetos e programas funcionem há necessidade de envolver a comunidade (escolas, associações, etc)”, reforçou. A engenheira relatou que para que ações sejam positivas é preciso pensar na cidade como um todo. “Não é um trabalho só de educação e fiscalização, mas também de engenharia. É o conjunto que trará resultados para a solução de problemas no município”, considerou. O psicólogo Luis Miura falou do resultado de projetos implantados. Miura destacou o “Paz no Trânsito” do Distrito Federal que reduziu as mortes no trânsito. Em quatro anos as mortes tiveram uma redução de 50%. O respeito à faixa de pedestre também foi destaque da palestra do psicólogo. “O pedestre é prioridade absoluta e o respeito à faixa é uma forma de preservar a vida”, acrescentou. Na sequência o coronel e diretor do Detran/PR David Pancotti falou sobre a municipalização no trânsito. Ele apresentou custos para o município com o processo, e explicou que o Novo Código de Trânsito (1998) prevê que todos os municípios façam a municipalização. Até agora, de acordo com ele, somente 10% dos municípios implantaram o processo. “A municipalização onera o orçamento, e os municípios precisam se estruturar”, alertou Pancotti, acrescentando que todo o processo dever ser feito através de convênio com o Detran. O coronel disse que a partir da municipalização a responsabilidade pelo trânsito passa a ser do município. “A municipalização não traz retorno financeiro para o município, mas trânsito não se mistura com dinheiro, o importante são vidas preservadas”, assegurou. Pancotti frisou que o custo da municipalização dificilmente será coberto com a arrecadação do próprio órgão, mas que com o tempo há possibilidades de parcerias e convênios que vão reduzir os custos para o município. Os processos para a municipalização foi um dos tópicos da palestra. Pancotti esclareceu que o município precisa fazer um estudo e há necessidade de uma boa estrutura. “A estrutura não pode nascer ‘capenga’ e nem muito ‘mega’, porque compromete o funcionamento do órgão e não se consegue ir pra frente”, pontuou. O prefeito Eros finalizou dizendo que “se queremos uma cidade melhor, temos que ir atrás e fazer as mudanças com consistência”. “O caminho para uma cidade mais justa e melhor para se viver é investir na educação e na conscientização, e é isso que Telêmaco tem procurado fazer, desde a primeira gestão”, destacou o vice-prefeito Ede Pukanski. Para o secretário Geral de Gabinete e organizador do evento, Sérgio Ubiratã Alves de Freitas, o lançamento do Fórum vai desdobrar em outras ações visando à educação e a preparação para uma possível municipalização do trânsito. “Sabemos que a municipalização tem que ser um processo racional e de forma consciente, pois não tem volta, além da Administração ter que realocar recursos para criar a estrutura e mantê-la”, comentou. O vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), Tomaz Antunes Neto, destacou a importância de ações de educação e conscientização e falou do projeto “Educação no Trânsito” que o Conseg desenvolve com estudantes. “No primeiro ano (1997), o projeto atingiu 3 mil alunos, em 2008, 6 mil e este ano estimamos que 15 mil alunos vão participar”. A vereadora e presidente da Câmara de Vereadores, Fátima Ribeiro, disse que o Legislativo está unido no tema e que todas as experiências positivas relatadas são válidas. “Queremos aprender com as ações que deram certo, por isso participamos e incentivamos a realização de debates”, disse. “O Fórum é o caminho para encontrar soluções para o trânsito e para a municipalização”, falou o comandante da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar, major Edson Solak, enfatizando que a conscientização e a prevenção ajudam a evitar multas, danos pessoais e outros transtornos. MORTES O coronel Pancotti trouxe dados e números sobre as mortes no trânsito. Ele relatou que 35 mil pessoas por ano são vítimas fatais do trânsito e que isso implica num gasto de 30 bilhões de reais para o Estado. Outro dado apresentado foi de que 90% dos casos de acidentes são gerados pelo ser humano. “Precisamos trabalhar na conscientização para que esses índices reduzam”, apontou. Fonte:

Ptrans será implantado em escolas municipais

Quinta-feira, 23 de julho de 2009 O Departamento de Trânsito e Transportes da Secretaria Municipal de Defesa do Cidadão desenvolveu o Programa Educacional de Trânsito (Petrans), que será lançado no dia 7 de agosto para as escolas da rede municipal. A cerimônia de lançamento do projeto acontecerá no prédio do Regimento Deodoro (Quartel de Itu), a partir das 19h30, com uma aula inaugural ministrada por Hélio Ricardo Bellão, coordenador do Setor de Educação no Trânsito e responsável pelo desenvolvimento do projeto, ao lado de Fernando Marques e Tânia Regina Denuncio. A intenção dos responsáveis pelo programa é educar os futuros motoristas desde a infância, passando noções sobre o funcionamento do tráfego, regras de trânsito e respeito aos pedestres e ciclistas. Segundo informações do Setor de Educação no Trânsito, o Petrans será aplicado como disciplina extracurricular, mas já existem planos de disponibilizá-lo futuramente como disciplina permanente na grade curricular dos alunos. De acordo com o coordenador do programa, no dia 10 de agosto haverá a implantação inicial em cinco escolas da rede municipal de ensino. Entretanto, o programa poderá ser ampliado para todas as escolas municipais no primeiro semestre de 2010. Há ainda a previsão de estender o Petrans para escolas estaduais e particulares no segundo semestre do próximo ano. Fonte:

23 de jul de 2009

Educação de trânsito apresenta teatro para crianças do Ensino Infantil

Assessoria Detran/AC
23-Jul-2009
Estudantes aprendem desde cedo as regras importantes do trânsito, tanto para pedestres como para motoristas Equipe do projeto Educação no Trânsito após a apresentação com as crianças (Foto: Assessoria Detran) Os alunos da Escola de Ensino Infantil Bem-te-vi receberam nesta semana a equipe de Educação de Trânsito. O objetivo da equipe do Detran é orientar como os alunos devem se comportar de maneira segura no trânsito. Inicialmente, os educadores de trânsito ministram uma palestra enfatizando atitudes simples que as crianças devem atentar no caminho à escola, como por exemplo, segurar firme na mão de uma pessoa responsável e olhar para os dois lados antes de atravessar a rua. Em seguida, a equipe apresentou a peça teatral "Brincadeira de Criança", desenvolvida pelos próprios educadores de trânsito, cujo objetivo principal é alertar os pequenos para os perigos das brincadeiras nas ruas. A peça mostra de maneira clara e bem humorada a teimosia de "Lulu" e "Pedrinho" que pedem a mãe para brincar na rua. Não se conformando com o pedido negado, aproveitam a distração da mãe para jogar bola e soltar pipa na rua. De repente, aparece um motociclista em alta velocidade e acontece o acidente. A educadora de trânsito, Francisca Mesquita, que interpreta o personagem de "Pedrinho", disse que a preocupação da equipe foi mostrar situações vivenciadas no caminho da escola. "Acredito que cumprimos nosso objetivo. O mais gratificante é quando as crianças nos procuram no final da apresentação para contar casos que já aconteceram com elas. Isso mostra que elas entenderam a mensagem e vão ficar mais alertas", ressalta a educadora. A diretora da Escola Bem-te-vi, Paola Cordeiro, disse que a escola desenvolveu um projeto para trabalhar a temática do trânsito com os alunos. "O teatrinho é importante porque as crianças aprendem sobre trânsito de forma lúdica", acrescenta a diretora. Fonte:

IX Prêmio Denatran de Educação no Trânsito

Acesse o Regulamento:
http://denatran5.serpro.gov.br/premioDenatran/regulamento.pdf Informações e Inscrições: http://denatran5.serpro.gov.br/premioDenatran/abrirRegulamento.do (acessado em 23/07/09)

Contran torna obrigatório exame para instrutores e examinadores

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira (22/07) a Resolução 321, que torna obrigatório o exame de avaliação de instrutores e examinadores de trânsito. De acordo com a Resolução, caberá aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), seguindo as determinações do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a realização das provas, que deverão ocorrer a cada três anos. A data da primeira prova ainda será definida pelo Denatran. Os exames serão realizados por meio de prova eletrônica, sendo que o Denatran disponibilizará aos Departamentos Estaduais sistema informatizado, com banco de questões atualizado, para que os exames sejam gerados randomicamente e aplicados ao universo de instrutores e de examinadores de todo o país. O profissional que não atingir nota igual ou superior a 70 terá seu credenciamento suspenso até que apresente ao Detran o certificado de participação na atividade de requalificação. Essa atividade será composta de 16 horas, sendo 12 horas de Legislação de Trânsito e 4 horas de Didática de Ensino. A realização da atividade de requalificação ficará a cargo dos Departamentos Estaduais de Trânsito ou de instituições por eles credenciadas. O instrutor ou o examinador que não fizer o exame também terá o credenciamento suspenso e só poderá exercer a atividade após a apresentação do certificado de participação na atividade de requalificação. A avaliação dos instrutores e dos examinadores tem o objetivo de melhorar a qualidade do processo de formação dos condutores, além de aferir o grau de conhecimento desses profissionais, requalificar aqueles que apresentam falha de conhecimento e possibilitar aos órgãos o acompanhamento do nível de qualidade dos serviços prestados à comunidade por esses profissionais. Para participar do exame obrigatório os instrutores e os examinadores deverão preencher o formulário de inscrição eletrônica que será disponibilizado, 60 dias antes da data do exame, no endereço eletrônico: www.denatran.gov.br. As informações referentes à data do exame e os resultados também serão disponibilizadas no site do Denatran. Acesse a Resolução 321:

Do teste de baliza para os cadernos

23 de julho de 2009 N° 8506
Instrutores de autoescolas de todo o Brasil passarão por provas
Uma medida inédita tira os 7 mil instrutores de trânsito catarinenses do banco do carona e obriga os profissionais a frequentarem a sala de aula. A decisão, que prevê avaliações a cada três anos, atinge também os 300 examinadores que atuam no Estado. A intenção do Conselho Nacional do Trânsito, que acatou proposta da Associação Nacional dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detran) e do Distrito Federal, é melhorar a qualidade de ensino nos centros de formação de condutores. A resolução vale para todo o Brasil. – Você só vai ter o aluno bem formado se tiver um bom professor. Vamos investir em quem ensina – diz o diretor do Contran, Alfredo Peres. Segundo a coordenadora de Educação do Detran de Santa Catarina, Rosângela Bittencourt, a decisão é importante, mas esbarra em complicações técnicas: – Não temos condições de operacionalizar a prova eletrônica. Segundo as determinações do Denatran, a aplicação das provas ficará a cargo dos estados e do Distrito Federal. Quem não fizer o exame ficará proibido de trabalhar. Os profissionais terão de alcançar, pelo menos, 70 dos cem pontos da prova. Quem não tirar a nota mínima, vai fazer um cursinho de requalificação. A data de realização da primeira prova ainda não foi definida. – Tenho medo das vendas de certificados. Acho que devemos estipular uma portaria interna em SC para exigir exames para quem se saiu mal na primeira prova – sugeriu Rosângela. Entre 2000 e 2005, o Detran de SC realizou seminários e provas para avaliar instrutores e examinadores. Por falta de amparo legal, os reprovados não foram descredenciados. – Cerca de um terço dos participantes foi reprovado. Infelizmente, nossa iniciativa caiu no descrédito – lamenta Rosângela. Detran já avaliou profissionais de SC O diretor do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Santa Catarina, Murilo dos Santos, lembra que o Denatran oferece curso de capacitação anual, sendo que o último ocorreu em Joinville, em abril. Há outro previsto para o final do mês, numa parceria do sindicato com o Instituto de Certificação de Estudos de Trânsito e Transportes (Icetran), com turma em Blumenau. – Santa Catarina é modelo em educação para o trânsito, com cursos de tecnólogo e pós-graduação na área – complementou o especialista em Segurança no Trânsito Emerson Andrade. Colaborou Daiane Costa nanda.gobbi@diario.com.br NANDA GOBBI Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2590222.xml&template=3898.dwt&edition=12768§ion=213 (acessado em 23/07/09)

22 de jul de 2009

DETRAN comemora Dia do Motorista e do Motociclista

O aumento do índice de acidentes de trânsito no Brasil é um fenômeno preocupante, já que as perdas que eles causam são consideráveis. Pensando em minimizar essa situação a partir de ações educativas, que o Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (DETRAN-BA), através da Coordenação de Segurança e Educação para o Trânsito vai comemorar na próxima segunda-feira (27.07), o Dia do Motorista e do Motociclista. O evento, que será aberto pelo coral do DETRAN-BA, às 8h30, terá como tema central “Quando dois não querem, quatro não brigam”, palestra que será ministrada pelo educador de trânsito, Rodrigo Ramalho. O diretor geral do órgão, Adriano Romariz também vai participar da abertura solene e pretende orientar motoristas e motociclistas sobre como se comportar no trânsito. “Esta confraternização também será uma oportunidade de parabenizar a todos aqueles que cumprem as leis de trânsito e que prestam um grande serviço à sociedade”, comentou o diretor. As atividades vão acontecer no auditório do DETRAN-BA, localizado na Avenida Antônio Carlos Magalhães, 7744, Iguatemi. O objetivo é fornecer informações sobre segurança no trânsito, tornando os condutores mais atentos e defensivos no ato da direção e pilotagem. A partir das 10h30, haverá uma apresentação teatral com o tema “Amor no Volante”, coordenada pela equipe de Segurança e Educação para o Trânsito do DETRAN-BA. Quem estiver no local também vai ganhar brindes, que serão distribuídos no encerramento da comemoração. Fonte: Assessoria de Comunicação Social/DETRAN-BA – Departamento Estadual de Trânsito da Bahia http://www.jornalosollo.com.br/noticia.php?id_noticia=2412 (acessado em 22/07/09)

Humanizar o trânsito

“O que é uma ponte? Uma ponte é uma pessoa atravessando uma ponte”. Jorge Luís Borges Se um motorista cuiabano típico dirigisse na pequena cidade universitária de Viçosa (MG), onde concluí meus estudos de nível médio e superior, muito provavelmente causaria uma tragédia. Em Viçosa, que tem pouco mais de setenta mil habitantes, não há semáforos nem sistemas eletrônicos de controle de velocidade, mas a preferência do pedestre é um fato cotidiano. Não raramente, motoristas dão passagem a pedestres mesmo em locais desprovidos de faixa. Não por coação de guardas ou de câmeras, mas por simples gesto de educação. Voltemos a Cuiabá. Em frente ao Palácio Paiaguas, sede do governo do Estado, um guarda está de prontidão permanente para determinar ao motorista (servidores públicos, em maioria) que pare para dar passagem a pessoas num lugar onde há uma faixa de pedestre suficientemente visível. A situação deve acarretar sentimentos contraditórios aos envolvidos na cena. Para o pedestre, a faixa privilegiada de repente se apresenta como um autêntico “tapete vermelho”; o motorista deve experimentar a sensação da mão pesada da autoridade; e o cidadão, na condição de motorista ou de pedestre, deve perguntar-se por que é necessário um guarda para induzir uma conduta que, além de prevista em lei, constitui simples gesto de civilidade. Evidentemente, não há guardas à disposição em nenhuma das outras faixas de pedestre da cidade. E parece que também não há motoristas dispostos a considerá-las. Por qual razão um pedestre deveria utilizar a faixa, se os próprios motoristas a ignoram completamente? As faixas de pedestres só funcionam em cruzamentos onde há semáforos. Nesses locais, as máquinas são obrigadas a parar para as outras máquinas. A vez do pedestre é um detalhe do intervalo de tempo do sinal. Diversamente de Viçosa e de muitas outras cidades, Cuiabá não pode prescindir de sistemas eletrônicos de controle de velocidade, pois, entre nós, comportamentos civilizados no trânsito estão mais para a exceção do que para a regra. Aliás, a ausência desses mecanismos disciplinares por vários anos seguidos provavelmente contribuiu para que o trânsito local evoluísse em direção à selvageria atual. O controle eletrônico de tráfego precisa voltar a Cuiabá. Segundo dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) o monitoramento de velocidade reduz os acidentes e as mortes em 30% e 60%, respectivamente. Acredito que há outros benefícios, tangíveis ou não: primeiro, cria-se no trânsito uma sensação de que estamos num ambiente regulado, menos propício a riscos, conflitos e competições. Segundo, a redução dos acidentes e mortes deve diminuir riscos e custos das seguradoras e das agências de saúde. As leis de trânsito no País obrigam as autoridades a instalarem placas que avisam os motoristas sobre a presença de sistemas de controle de velocidade, como os radares. Isso induz os motoristas a um comportamento oportunista: eles respeitam a lei apenas nesses locais; nos demais trechos imprimem velocidade excessiva, ignorando as placas de sinalização. Em muitos países os sistemas eletrônicos que possibilitam a aplicação de multas não são acompanhados de aviso prévio, o que reduz o espaço das condutas mais arriscadas e oportunistas. Para melhorar o trânsito, as autoridades devem agir em três direções, simultaneamente: primeiro, deve-se proporcionar condições adequadas de fluidez e segurança para todos os tipos de usuários, com prioridade para o transporte coletivo e com ênfase na redução de riscos. Isso requer medidas de engenharia, como viadutos, sinalizações adequadas, passarelas, restrições para carga e descarga e sistemas eletrônicos aptos à aplicação de multas; segundo, há que se aplicar a “tolerância zero”, para pequenos ou grandes delitos. Terceiro, é preciso implementar medidas adequadas de educação para o trânsito, inclusive para fins de habilitação. As atuais campanhas educativas têm enfatizado os aspectos negativos das condutas indevidas. Talvez seja hora de mostrar os aspectos positivos das boas práticas no trânsito. Um trânsito que possa fluir em um ambiente de paz, cortesia e risco mínimo é uma das mais poderosas impressões que uma cidade pode deixar em seus moradores e visitantes. É um indicador de qualidade de vida, embora difícil de precisar. Tomara que a Copa de 2014 nos inspire e nos anime a promover as mudanças necessárias. Para o nosso próprio bem, não para “inglês ver”. * EDMAR AUGUSTO VIEIRA, mestre em economia e gestor governamental (Seplan/MT) edmar.gestor@gmail.com

21 de jul de 2009

Programa de Ensino de Trânsito - VLED


Pintando e Aprendendo – 2º Ano (1ª série): apostila no formato 21 x 29.7 cm, preto & branco, contendo 48 páginas com textos, atividades e ilustrações para colorir, dividida em 21 aulas.

Sinopse: Nesta apostila a educação no trânsito se desenvolve através de desenhos, pinturas e sugestões de aulas práticas fora de sala de aula, enfatizando o dia-a-dia de um pedestre.











O Presente de Lucas
– 4º Ano (3ª série): apostila no formato 21 x 29.7 cm, preto & branco, contendo 32 páginas com textos, atividades e ilustrações para colorir, dividida em 17 aulas.

Sinopse: Lucas, vive um dia muito especial, ao descobrir junto de seu amigo robô Zee que podemos aprender muito sobre trânsito em um simples passeio pela rua. Muitas surpresas o aguardam até o fim dessa aventura.






O Sonho de Lucas – 5º Ano (4ª série): apostila no formato 21 x 29.7 cm, preto & branco, contendo 40 páginas com textos, atividades e ilustrações para colorir, dividida em 22 aulas.

Sinopse: Lucas vive um dia especial, junto com sua professora, ele e sua turma visitam a biblioteca da cidade. Novas surpresas o aguardam ao descobrir o poder que os livros têm ao transportá-lo ao mundo da imaginação. Um passeio pela história faz parte dessa curiosa aventura em busca do seu amigo Zee.

Autor: Alvacir Borges

Editora: Ilha Mágica

Informações sobre o projeto no site: http://www.vled.com.br/
E-mail da Editora: ilhamagica@ilhamagica.com.br

Educação para o trânsito na 8ª série (9º ano) do Ensino Fundamental

Nesta série os alunos possuem idade entre 13 e 15 anos, estão na transição entre a infância e a idade adulta, fase em que muitos se consideram feios e inferiores. É importante trabalhar a auto-estima deles, precisam se sentir capazes e valorizados. Após estarem com a auto-estima elevada, faz-se uma ponte com o valor da vida, sobre o que realmente é importante para uma vida feliz, fazendo-os refletir sobre a fragilidade do corpo e os riscos no trânsito, alertando-os que são os únicos responsáveis pelos seus atos e por sua vida. Além desses temas é importante enfatizar sobre os cuidados direitos e deveres do pedestre e do ciclista, sobre os cuidados dos passageiros, os efeitos do álcool no organismo, respeito, cooperação, tolerância e outros. É preciso buscar alternativas que desperte o interesse deles, vídeos, música... É importante também sair das imagens da tela e do ambiente de sala de aula, fazendo-os ver de perto os problemas do trânsito, dando-lhes oportunidade de produzir e buscar soluções. Essa é uma ótima estratégia de provocar a reflexão. A gincana de trânsito é úma boa opção de colocar essa idéia em prática. Visando a continuidade do trabalho educativo, é importante fazer palestra com os professores a fim de sensibilizá-los sobre a necessidade de trabalhar o tema e oferecendo modelos de atividades transversais de trânsito, envolvendo as diversas disciplinas curriculares.
Irene Rios da Silva

17 de jul de 2009

Agetran vai orientar idosos no trânsito de Campo Grande

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) está elaborando um projeto voltado para a população de idosos da Capital. A iniciativa busca orientar as pessoas com mais de sessenta anos sobre como transitar com segurança pelas ruas da cidade, e evitar acidentes e atropelamentos. “Os idosos e as crianças são considerados os pedestres mais vulneráveis. Vamos realizar palestras e distribuir cartilhas de bolso com orientações sobre medidas de segurança no trânsito de Campo Grande”, informa a Chefe da Divisão de Educação da Agetran, Ivanise Rotta. As palestras de educação no trânsito estão programadas para acontecer, a partir do segundo semestre deste ano, no Centro Municipal de Convivência dos Idosos e nos postos de saúde. Técnicos em educação da Agetran e agentes de trânsito vão distribuir cartilhas explicativas e ministrar palestras para prevenir acidentes envolvendo os idosos. As principais medidas de segurança no trânsito para os pedestres vulneráveis são atravessar na faixa, evitar ficar na beirada das calçadas, avisar ao motorista quando for descer do ônibus, utilizar o transporte coletivo nos horários mais tranqüilos (em que o trânsito não está congestionado), e exigir o direito do lugar reservado aos idosos no ônibus. De acordo com Ivanise o projeto da Agetran para os velhinhos é inédito em Campo Grande. “Sabemos que muitas famílias aproveitam o tempo disponível dos idosos, entre outras atribuições, para pagar contas. Por isso é importante garantir a segurança deles nas ruas da cidade”, enfatiza a Chefe de Educação da Agência Municipal de Transporte. 17/07/2009 - 14:01 Fonte: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=17654 (acessado em 17/07/09)

O lúdico na Educação de Trânsito

Irene Rios da Silva

Fiz uma pesquisa com 46 adolescentes. Ofereci duas opções de atividades de interpretação de texto, uma com atividades dissertativas e outra com atividades lúdicas (passatempos). O resultado da pesquisa comprovou que 65,21 % dos alunos preferem exercícios lúdicos.

O lúdico tem sua origem na palavra latina "ludus" que quer dizer "jogo". Se continuasse confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo. Hoje lúdico é muito mais, é uma ferramenta para a aprendizagem. O lúdico é associado ao sentimento de prazer, do prazer em se fazer, realizar algo, do gostar de fazer, da alegria, do contentamento. Um prazer que está ligado ao interesse do aluno, pois a atividade será aceita ou não por ele se for interessante e estiver adequada ao seu desenvolvimento intelectual.

O jogo e a brincadeira são atividades naturais da criança. É necessário criar propostas educativas sobre estas atividades naturais. Se preferimos atividade lúdicas. Se os adolescentes preferem atividades lúdicas... O que dizer das crianças? É preciso combinar prazer com aprendizagem e tornar a sala de aula um espaço tão agradável quanto o recreio.

A MÚSICA

A música é uma ferramenta lúdica, muito importante para o desenvolvimento do conhecimento. É estimulante, relaxante e educativa. Ela exerce grande influência nas emoções dos seres vivos. Em uma experiência feita com plantas, descrita por Tame (1984), foram expostos gerâneos aos concertos de Brandenburgo e gerãneos sem nenhum som ambiente. Os que estavam expostos à música cresceram mais depressa que os que não tinham nenhum tipo de som. Se a música provoca este efeito nas plantas imagina no homem. Zagury (2004) perguntou a 943 adolescentes como gastam seu tempo livre. Deviam indicar quatro das oito opções sugeridas por ela. Através de sua pesquisa foi constatado que a música é uma das atividades preferidas entre os adolescentes. 72,9% assinalaram a música entre as quatro atividades realizadas no tempo livre.

Temos que aproveitar este interesse dos adolescentes para construir o conhecimento. As letras de músicas são umas excelentes ferramentas de aprendizagem. A partir delas é possível inserir mensagens e desenvolver atividades sobre diversos temas.

Referência:
ZAGURY, Tânia. O adolescente por ele mesmo. 14ª ed. Rio de Janeiro. Record, 2004.

15 de jul de 2009

Após lutar por sinal, pedestres reclamam de desrespeito

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009 17:29

Danúbia Burema Depois de lutar durante três anos com protestos e até fechamento de rua para conseguir sinalização no cruzamento das ruas Paulo Coelho Machado (antiga Furnas) e Antônio Maria Coelho, quem vive na região descobriu que o maior problema não era a falta de semáforo.

A "frustração coletiva" ficou mais forte ontem à noite, quando a jovem Dayane de Campos Delmondes, de 21 anos, morreu no cruzamento - já sinalizado, depois colidir com uma pick-up Courier.

“Eu jamais esperava que, depois da luta que tivemos aqui para colocar semáforo, tivesse outra morte”, diz inconformada a vendedora Elza Horácio Guimarães.

Ela conta que o semáforo apenas ‘amenizou’ os acidentes, mas não resolveu o problema porque os motoristas não respeitam a sinalização. Nem a mão única no trecho da Antônio Maria Coelho, a 50 metros do cruzamento, é respeitada, conta a vendedora. Além de trafegar na contramão, os motoristas furam o sinal vermelho e não respeitam a faixa de pedestres.

“Eu não sei que campanha dá para ser feita pra corrigir isso. Acho que é cultura do campo-grandense”, desabafa.

Elza confessa que chega a ‘fiscalizar’ o trânsito no local e avisa quando os motoristas estão fazendo alguma manobra proibida. Como resposta, costuma receber xingamentos. O saldo da negligência no cruzamento é negativo. Apesar de já ter perdido as contas de quantos acidentes já viu, se lembra bem dos que mais marcaram: duas mortes, incluindo a de ontem, e três vítimas que ficaram na cadeira de rodas.

A vendedora Luzia Santos, de 46 anos, também reclama do desrespeito ao semáforo instalado depois de tanto esforço. “Os motoristas passam correndo muito aqui”, revela.

Para ela, os acidentes no cruzamento poderiam acabar se os motoristas, simplesmente, respeitassem a sinalização.
 
Imprudência – De acordo com o comandante geral da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito), Major Edmilson Lopes da Cunha, o que fica comprovado na maior parte dos acidentes na Capital é a falta de consciência dos motoristas. Ele destaca que tem aumentado o número de acidentes em cruzamentos sinalizados, como o da Antônio Maria Coelho com a Paulo Coelho Machado, que resultou na morte da jovem. “Só a sinalização não resolve, os motoristas têm que ter consciência”, destaca.  

Mau costume - A perita em trânsito Rosane Miguel afirma que cerca de 80% dos acidentes no trânsito ocorrem por falha humana. A situação é ainda mais grave se tratando dos motoristas de Mato Grosso do Sul, que desrespeitam as leis de trânsito. “O condutor de MS não sabe respeitar a sinalização”, afirma. Para ela, só será possível resolver isso quando a educação para o trânsito for ensinada desde cedo. “Tem que começar em casa”, diz.
 
Fonte: http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=259424 (acessado em 15/07/09)

Esse fato me lembra uma frase que ouvi no Congresso Nacional de Educação para o Trânsito, em Porto Alegre (2005), não lembro qual dos palestrantes que proferiu, mas ficou gravado em minha mente: "O trânsito não melhora só com educação, mas o trânsito não melhora sem educação".

Toda e qualquer ação de trânsito, seja de engenharia, de legislação ou de operação, precisa ser acompanhada de educação. As mudanças ocorrem de dentro para fora. Por isso não basta trabalhar a estética, é necessário trabalhar também a ética.

Não vamos esperar nossas crianças crescerem e se tornarem adultos sem ética, com valores invertidos, vamos educá-las agora e fazê-las perceber o que realmente é importante na vida.

Para atingir as crianças precisamos educar os professores. É importante inserir a disciplina de Educação para o Trânsito no curso de pedagogia. É imprescindível sensibilizar e preparar os educadores para que construam valores positivos nos alunos. Ao fazerem isso estarão educando para o trânsito.

É fundamental a busca de alternativas para a conscientização dos pais, eles são os maiores resposáveis pela educação das crianças. É neles que elas se espelham.

Professores e pais precisam usar uma única linguagem para que a aprendizagem ocorra e seja permanente.

Irene Rios da Silva

NOVAS ESPECIALIZAÇÕES EM TRÂNSITO

Após 4 anos de experiência com formação de Especialistas em “Gestão e Normatização de trânsito” e mais de cem alunos atendidos, o CEAT – Centro de Estudos Avançados e Treinamento / Trânsito decide inovar em sua Pós-graduação, passando a oferecer um Curso modulado, que possibilita: - a participação de profissionais que não possuem Curso superior (que recebem o Certificado de Capacitação Profissional); - a livre escolha dos módulos de interesse do discente (conforme programação acadêmica); e - a Certificação daqueles que possuem Curso superior, em três especialidades diferentes: GESTÃO E DIREITO DE TRÂNSITO GESTÃO, ENGENHARIA E OPERAÇÃO DE TRÂNSITO GESTÃO, PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO Carga horária: 400 h/a. Duração do Curso: 18 meses. Período das aulas: UM final de semana por mês, com aulas no SAB e DOM, das 8h às 18h. Corpo docente constituído por Doutores, Mestres e Especialistas com notório saber e atuação profissional na área de trânsito. Coordenação do Curso: Julyver Modesto de Araujo, Mestre em Direito do Estado pela PUC/SP, com Especialização em Direito Público pela Escola Superior do Ministério Público de SP; Oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde exerceu, de 1996 a 2008, diversas atividades relacionadas ao policiamento de trânsito; Conselheiro do CETRAN/SP, de 2003 a 2008 e representante dos CETRANS da região sudeste no Fórum Consultivo do Sistema Nacional de Trânsito, por dois mandatos consecutivos; Autor de diversos artigos e livros, destacando-se: "Código de Trânsito Brasileiro anotado", Editora Letras jurídicas (em sua 4ª edição), “Instalação e funcionamento de JARIS e o julgamento de recursos”, Editora Cantareira e "Trânsito - reflexões jurídicas", Editora Letras jurídicas; Diretor do Conselho Consultivo da ABRAM – Associação Brasileira de Motociclistas e Presidente da ABPTRAN – Associação Brasileira de Profissionais do Trânsito. Realização: CEAT – Centro de Estudos Avançados e Treinamento / Trânsito. Faculdade INESP – Instituto Nacional de Ensino Superior e Pesquisa. Credenciamento Ministério da Educação: Portaria MEC 434/05. Em conformidade com o artigo 1º da Resolução MEC/CNE 01, de 08/06/07. TURMAS EM ANDAMENTO: São Paulo / SP - início em 17/01/09 Marília / SP - início em 07/03/09 NOVAS TURMAS (INSCRIÇÕES ABERTAS): Blumenau / SC - 18/07/09 São Paulo / SP - 22/08/09 EM BREVE: Concórdia / SC Cuiabá / MT Porto Velho / RO São José do Rio Preto / SP Fonte: http://www.ceatnet.com.br/modules/tinycontent/index.php?id=8 (acesado em 15/07/09)

Substantivo, Trânsito e Valores

ANDANDO NA RUA

 Ritmo: "Se esta rua fosse minha"

Toda rua, toda rua tem perigos,
Você deve, você deve se cuidar,
Pois sua vida, pois sua vida é importante,
Para que, para que se aventurar.

Olhe bem, olhe bem por onde anda,
Atravesse, atravesse com atenção,
Use sempre, use sempre a faixa branca,
Para sua, para sua proteção.

Se o sinal, se o sinal está vermelho,
É preciso, é preciso esperar,
Se o sinal, se o sinal estiver verde,
Você pode, você pode atravessar.  

SILVA, Irene Rios da. Transitando com Segurança: Educação para o trânsito. Ilha Mágica Editora. Florianópolis. 2ª edição, 2006. Página 115. 

Após ler e cantar a música Andando na Rua, responda: 

a) Quais os perigos que podemos encontrar na rua? 

b) Que cuidados devemos ter ao andar na rua? 

c) Você considera sua vida importante? Por quê? 

d) Que cor deve está o sinal para pedestre e o sinal para motorista para podermos atravessar?

e) Retire e classifique todos os substantivos da música. 

Professor(a), Debater com os alunos as respostas, destacando os cuidados necessários ao andar na rua e enfatizando o valor da vida.  

Irene Rios da Silva

14 de jul de 2009

Prêmio CET de Educação de Trânsito

A Companhia de Engenharia de Tráfego – CET de São Paulo está organizando o Prêmio CET de Educação de Trânsito com o objetivo de incentivar a reflexão, a criatividade e a produção de trabalhos voltados para a segurança no trânsito. Poderão concorrer pessoas que residam ou exerçam atividade profissional no município de São Paulo, como estudantes, professores, condutores, terceira idade, empresas / entidades e profissionais com atuação técnica na área de trânsito / transporte. Os prêmios serão microcomputadores, impressoras multifuncionais, micro systems, aparelhos de DVD, máquinas fotográficas. As inscrições deste concurso serão realizadas no ato da entrega dos trabalhos, no período de 17 a 22 de agosto de 2009, das 09h00 às 16h00, exclusivamente no prédio do CETET – Centro de Treinamento e Educação de Trânsito, situado na A. Marquês de São Vicente, 2154 – Barra Funda. Todos os trabalhos apresentados deverão adotar a concepção de trânsito como um direito de todos, em consonância ao estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro – CTB. Os trabalhos deverão privilegiar a adoção de valores, posturas e atitudes de cidadania no trânsito, tendo como palco a cidade de São Paulo. Leia o Edital do Concurso:
http://cetsp1.cetsp.com.br/pdfs/educacao/Edital010709Concurso.pdf As informações e dúvidas relacionadas com este concurso e seu regulamento podem ser esclarecidas através do e-mail: premiocet@cetsp.com.br CET - Companhia de Engenharia de Tráfego, São Paulo, SP, Brasil Fonte: http://www.cetsp.com.br/internew/educa/premio.html (acessado em 14/07/09)

Alunos da rede municipal ganham livros didáticos sobre trânsito

15h19 14/07/2009 O programa "Educação para o Trânsito: João Pessoa uma cidade que anda" coordenado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Sedec) irá intensificar dentro da formação continuada dos educadores, a temática trânsito no uso do currículo escolar, perpassando pelas demais áreas de conhecimento. Entre as novidades está a distribuição em todas as escolas da rede municipal da coleção de livros "Viva o Trânsito", produzido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para uso didático em sala de aula. Os livros com textos acessíveis e ilustrados são adequados a diferentes faixas etárias do ensino fundamental, com histórias, curiosidades e sugestões de atividades com objetivo de levar à análise e reflexão de diversos temas relacionados ao trânsito brasileiro. A coleção de livros vem acompanhada também de dois softwares educativos. "Assim, de forma lúdica e interativa, será possível trazer à tona questões relacionadas ao transito e desenvolver valores, posturas e atitudes éticas e de espaço público", enfatiza Micherlane de Melo Souto, coordenadora do programa pela Sedec. Os seis mil educadores da rede municipal estão todos envolvidos com o processo educativo do trânsito, nas atividades dentro e extra-classe. O Programa funciona em todas as 93 escolas do município desde que a lei federal Nº 9.503 institui a obrigatoriedade de se trabalhar o trânsito de forma transversal e interdisciplinar em todas as escolas públicas. O prefeito Ricardo Coutinho reforçou esta iniciativa federal também através de uma lei, a de Nº 11.350, de 2008, que direcionou ainda mais aos educadores para tal tarefa, sendo o tema incorporado à formação. O Programa Educação para o Trânsito parte dos seguintes eixos temáticos: o jeito de ser dos lugares; transitar é conviver; locomoção; as cidades; ir e vir, direito de todos. A diretora da escola Carlos Neves da Franca, localizada no bairro José Américo, Lúcia Maria Teixeira, tem apostado no programa dentro das atividades educativas. "Estamos continuamente trabalhando o trânsito através de oficinas. Além disso, realizamos ações comunitárias, com panfletagens de conscientização, discussão dos problemas de trânsito no bairro e várias atividades dentro das próprias disciplinas, como história, geografia e até matemática", enfatiza. Valores de Trânsito – Este segundo semestre várias atividades estão sendo planejadas como o Seminário de Educação para o Trânsito, destinada a toda sociedade civil, uma ação de parceria entre o STTrans e a Educação. A Sedec está incentivando também para que todas as escolas da rede participem da Semana Nacional do Trânsito, que acontece de 18 a 23 de setembro. Cada unidade educacional deverá programar suas atividades, pautadas nas temáticas dos valores que devem ser obrigatórios nas relações de trânsito como: respeito, gentileza, cooperação, tolerância e colaboração. A diretoria de gestão curricular da Sedec estará também trabalhando junto às escolas-pólos para planejamento das ações de trânsito, para incentivar as ações coletivas e o trabalho integrado entre as disciplinas. "Nosso maior compromisso é ensinar que o trânsito é maior do que carros e avenidas, sinais e pedestres, mas envolve todo o nosso andar, nosso transitar na vida, como pessoas e valores", enfatiza Micherlane. Fonte: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=11190 (acessado em 14/07/09)
Saiba mais sobre o programa Viva o Trânsito no site do Denatran:
http://www.denatran.gov.br/projetos/vivaotransito.asp

Gestão e Segurança de Trânsito

Nova Turma!
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13 de jul de 2009

Detran luta por execução da Política Estadual de Educação para o Trânsito

Seg, 13 de Julho de 2009 12:47

Desde que foi implantada em 2007, a Política de Educação para o Trânsito de Mato Grosso do Sul vêm sendo executada na rede de ensino de Mato Grosso do Sul. Para ajudar os gestores e professores, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS), através da Divisão de Educação, e o Conselho Estadual de Trânsito (Cetran-MS) vêm disponibilizando informações e ajudando na implantações de projetos pedagógicos. Com o intuito de alcançar efetiva execução da Política em todas as escolas do estado, o Detran-MS está participando da discussão do Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégia de Ação, do Ministério da Educação (MEC).

O Plano está sendo discutido em todo o país através das Conferências Intermunicipais e Estaduais de Educação. Técnicos do Detran-MS e do Cetran-MS estiveram presentes nas conferências realizadas em oito municípios de MS, para garantir que a Educação de Trânsito seja discutida. “Queremos a ajuda dos representantes estaduais e municipais da educação para que todas as escolas apliquem a Política de Educação para o Trânsito”, afirma a chefe da Divisão de Educação do Detran-MS, Professora Inês Esteves. Uma das argumentações do Detran-MS é o crescente número de mortos em acidentes de trânsito em todo o país. “Acreditamos que a efetiva execução da Política Estadual de Educação para Trânsito no Sistema de Educação do Estado neste momento vai mudar o comportamento de toda a sociedade, garantindo um trânsito menos violento e mais humano no futuro. Esse é o objetivo do Detran-MS: pensar o presente e construir o futuro”, explica a diretora de Habilitação e Educação de Trânsito do Detran-MS, Elizabeth Félix.

Quatorze municípios de Mato Grosso do Sul ainda vão realizar as Conferências Municipais de Educação, que contarão com a presença de um técnico do Detran-MS. Além da participação nas Conferências Intermunicipais, a Divisão de Educação do Detran-MS está disponibilizando uma cópia da Política Estadual de Educação para o Trânsito de Mato Grosso do Sul para os Detrans do país. A intenção é que a educação de trânsito seja discutida em todos os estados, através das experiências de MS. A Política Estadual de Educação de Trânsito está disponível no site www.detran.ms.gov.br, no link Educação.

  Fonte:
http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/index.php?option=com_content&view=article&id=16461:detran-luta-por-execucao-da-politica-estadual-de-educacao-para-o-transito&catid=28:dia-dia&Itemid=119 (acessado em 13/07/09)