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12 de set de 2016

Objetos soltos no carro podem ser fatais em caso de acidente. Entenda por que


Caixinha de óculos, garrafa d’água, guarda-chuva. É comum encontrar alguns desses itens dentro do carro de quem passa boa parte do dia no trânsito. Mas você sabia que em uma colisão, aquele sapato de salto que foi deixado no banco de trás pode causar um acidente ainda maior?

Isso acontece porque, ao sair do repouso, um objeto tende a continuar o movimento anterior sem perder aceleração, fazendo com que seu peso seja multiplicado em função desta velocidade.

Em outras palavras: se seu carro estiver a 60 km/h e se chocar contra um poste, o guarda-chuva que está no banco de trás será lançado para frente como se pesasse mais de 22 kg, podendo atingir a cabeça de dos ocupantes. Agora imagine um carro cheio de brinquedos de criança, compra de supermercado, livros e assim por diante.

O cuidado deve ser redobrado em viagens. É comum deixarmos no banco tudo aquilo que não cabe no porta-malas (desde que não obstrua a visão do motorista), mas essa não é uma boa ideia. Nas estradas, a velocidade média é maior, o que aumenta também o peso com que os objetos podem ser lançados.

Imagine o peso com que uma mala de viagem pode ser projetada contra os passageiros em uma batida se você levá-la no banco de trás, ao invés de carregá-la no porta-malas.

É proibido andar com objetos soltos dentro do carro?

O Código Brasileiro de Trânsito não traz uma lei específica que proíba a circulação com objetos soltos dentro do veículo. Há artigos, por exemplo, que proíbem o transporte de pessoas e animais à esquerda do condutor e a condução de pessoas ou carga em partes externas do veículo. A primeira é uma infração média, enquanto a segunda é grave.

O CTB é amplo e pode ser interpretado de várias maneiras, por isso, vale o bom senso do motorista. Como cuidado nunca é demais, vale fazer uma limpa no seu carro ainda hoje e colocar no porta-malas tudo o que for realmente útil. O que não for, pode ficar do lado de fora. 

Fonte:

10 de set de 2016

Até que idade posso dirigir um veículo?

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior*

O Código de Trânsito Brasileiro não define idade limítrofe para a interrupção da atividade. Saber o momento de parar é essencial.

O Código de Trânsito Brasileiro prevê o início da concessão para a direção de veículos a partir dos 18 anos, mas nada define para a aposentadoria dessa concessão.

Sabemos que à medida que passam os anos limitações vão aparecendo. Em média, a partir dos 60 anos começamos ter um declínio na execução de nossas atividades. Em alguns, esse declínio é lento e progressivo, em outros, temos acentuação muitas vezes brusca devida ao aparecimento de alguma doença.

A direção veicular não é um procedimento tão simples, fácil como se imagina. É na realidade bastante complexa. Inicialmente podemos afirmar que depende de três funções básicas:

1 - a cognitiva que envolve raciocínio, entendimento, memória, comunicação, atenção, concentração, vigília e respostas imediatas;

2 - a motora responsável pela liberdade de movimentos, rapidez, força, agilidade, coordenação;

3 - a sensório perceptiva é onde se relaciona sensibilidade tátil, visão, audição e percepção.

Além de tudo isso, sabemos que existe uma grande repercussão dos fatores de risco presentes na direção veicular, no meio ambiente e no estresse causado que atuam diretamente sobre o organismo causando distúrbios agudos e processos degenerativos. A complexidade da atividade leva-nos a entender que estão presentes as repercussões do organismo sobre a direção e da direção sobre o organismo. É na realidade um somatório de agressões de um e de outro lado.

Quando se é portador de doenças primárias como hipertensão arterial, diabetes, doenças ósteoarticulares, distúrbio mental e emocional, doenças metabólicas e outras, certamente terão agudização desses processos, comprometendo as funções essenciais para a atividade.

Cada organismo é um organismo diferenciado. Nem todos apresentam os mesmos problemas de saúde, daí não termos no código de trânsito uma data definida para a interrupção da concessão. A única referência aos idosos (acima de 65 anos) é que seja feita avaliação médica a cada três anos, com o que não concordamos. Os processos degenerativos e a alternância de sinais e sintomas e mesmo do aparecimento súbito de doença é comum, o que nos leva a indicar exames periódicos a cada ano.

Temos observado que o próprio motorista muitas vezes ao perceber suas limitações passa a ter medo de assumir a direção acabando por abandoná-la. Outras vezes vemos alguns com limitações, mas insistindo em manter-se em atividade. A família tem importância capital quando detecta alguma das alterações aqui descritas ou quando do surgimento de doença aguda ou crônica, impedindo o idoso de assumir a direção veicular.

Todos sabem que a direção veicular é uma necessidade para o idoso, tornando-o integrado à família, à sociedade e conectado com o mundo.

Estimular, deixá-lo motivado para a vida, soerguer o moral, incentivá-lo é uma necessidade real. As limitações levam a depressão que por sua vez acelera o processo degenerativo e gera desarmonia interna. Aí é o caos.

Torna-se de extrema importância lembrar que normalmente nessa faixa etária faz-se uso de algum medicamento, às vezes múltiplos e que podem ter repercussão quando na direção. O médico da família saberá orientar quando riscos houver, não só o idoso, a família e o médico que habilita e renova a Carteira Nacional de Habilitação.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego
Ocupacional da ABRAMET - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
www.abramet.com.br
dirceurodrigues@abramet.org.br
dirceu.rodrigues5@terra.com.br

28 de ago de 2016

Quanto a velocidade do carro eleva o consumo de combustível

Marco de Bari/Quatro Rodas
 
Painel
Painel: reduzir o tempo de viagem em 33% pode significar um aumento de 103% no gasto com combustível 

Péricles Malheiros, da Quatro Rodas
 

Este é um teste tão diferente quanto os quatro carros convocados para protagonizá-lo: Fox 1.0 três-cilindros (82 cv), Grand Siena 1.6 (117 cv), Fusion 2.0 turbo (240 cv) e Azera 3.0 V6 (250 cv).

A ideia da reunião: descobrir o quanto o aumento da velocidade de cruzeiro influencia na elevação do consumo e, consequentemente, dos gastos com combustível.

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Numa viagem simulada de 200 km, o teste analisou o consumo médio em três velocidades constantes (80, 100 e 120 km/h). A partir dos resultados criamos tabelas cujos indicativos podem fazer com que você repita o teste com seu carro e reveja o ritmo de suas próximas viagens.

Antes de iniciar o teste, abastecemos os carros no mesmo posto: etanol para os flexíveis Fox e Grand Siena e gasolina para Azera e Fusion. Em seguida, os pneus foram calibrados com a pressão recomendada pela fábrica.

As medições foram realizadas no mesmo padrão dos testes da QUATRO RODAS: ar-condicionado e demais equipamentos desligados, vidros fechados e apenas o piloto a bordo.

Os números apresentados abaixo refletem a média de duas passagens em cada velocidade. Para percorrer os 200 km, claro, o tempo gasto é o mesmo independentemente do carro: 2h30 minutos a 80 km/h; 2 horas a 100 km/h; e 1h40 minutos a 120 km/h.

Para as tabelas abaixo, consideramos o preço médio da gasolina (R$ 3,40) e do etanol (R$ 2,25) na cidade de São Paulo durante o mês de agosto de 2016.

A maior diferença no bolso foi a encontrada no Fusion 2.0. A 80 km/h, foram consumidos 8,26 litros de gasolina, o equivalente a R$ 31,48. Se a velocidade for aumentada para 120 km/h, a conta sobe para R$ 67,34.

O gasto adicional de R$ 35,84, porém, traz como vantagem uma redução de 50 minutos no tempo de uma viagem de 200 km.

Por outro lado, além da economia em reais, outra vantagem de aliviar a pressão sobre o acelerador está no aumento da autonomia.

Se a 120 km/h a distância até o seu destino for maior que a nossa viagem imaginária e exigir uma parada para encher o tanque (algo que raramente consome menos que 15 minutos), talvez seja mais vantajoso reduzir a velocidade para 100 km/h (aumentando o tempo de viagem em 10 minutos a cada 100 km) e passar direto pelo posto.

Com 48 litros de capacidade, o tanque do Grand Siena, por exemplo, garante autonomia de 422 km a 120 km/h, mas sobe para 619 km a 100 km/h.


FOX 1.0 TRÊS CILINDROS - 200 KM - ETANOL
Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 21,33 R$ 28,84 R$ 43,26
Consumo total 9,48 litros 12,82 litros 19,23 litros
Consumo médio 21,1 km/l 15,6 km/l 10,4 km/l
RPM 2.450 3.200 3.800

GRAND SIENA 1.6 - 200 KM - ETANOL
Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 30,82 R$ 34,87 R$ 51,14
Consumo total 13,7 litros 15,5 litros 22,73 litros
Consumo médio 14,6 km/l 12,9 km/l 8,8 km/l
RPM 2.100 2.600 3.200

FUSION 2.0 TURBO - 200 KM - GASOLINA
Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 31,48 R$ 44,16 R$ 67,32
Consumo total 9,26 litros 12,99 litros 19,8 litros
Consumo médio 21,6 km/l 15,4 km/l 10,1 km/l
RPM 1.500 2.000 2.400

AZERA 3.0 V6 - 200 KM - GASOLINA
Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 41,20 R$ 51,13 R$ 64,77
Consumo total 12,12 litros 15,04 litros 19,05 litros
Consumo médio 16,5 km/l 13,3 km/l 10,5 km/l
RPM 1.450 1.750 2.150




Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/quanto-a-velocidade-do-carro-eleva-o-consumo-de-combustivel - Acesso em  28/08/2016

27 de ago de 2016

Cinto de segurança protege mesmo?

De acordo com a biomecânica dos traumas, médicos e engenheiros não hesitam em destacar a importância do cinto de segurança. Você já sabe como usá-lo corretamente. Mas como ele funciona? Como é a proteção que ele oferece? Que riscos ele evita? 

É necessário compreender que, dentro do sistema de proteção, o cinto é um mecanismo de retenção. Em decorrência disto, nos casos de colisão ou freada brusca, contribui para reduzir a probabilidade de choque dos corpos contra a estrutura interna dos veículos (painel de instrumentos, volante e, principalmente, para-brisa). É também função do cinto absorver parte da carga do impacto e distribuir a restante, uniformemente, por toda a extensão de contato com o corpo – que são áreas mais fortes. 

A dinâmica de qualquer impacto (batida ou freada brusca) gera ou pode gerar até três colisões: a primeira, do veículo contra um objeto fixo; a segunda, dos ocupantes entre si e/ou contra o interior do veículo; e a terceira, dos órgãos internos contra a estrutura óssea do corpo humano. Mesmo sem a primeira, a segunda e terceira podem ocorrer com uma simples freada. A maior parte das lesões sofridas por ocupantes de veículos se origina na segunda colisão. 

Essa é uma noção fundamental: o cinto diminui a probabilidade de morte de seu usuário – por evitar a ejeção (o lançamento da pessoa do banco devido à inércia) – mas não garante que partes do corpo (pernas e braços) irão ficar imóveis no interior do veículo, chocando-se com essa estrutura sob risco de lesões diversas.

                                                          Crédito: Divulgação
                              O cinto é o item de segurança mais essencial do veículo.

O cinto como parte de um sistema
 
É mais seguro trafegar com o cinto de segurança, ainda que as lesões internas não possam ser prevenidas ou evitadas com seu uso. No caso do “efeito chicote” (movimento brusco para frente e para trás da cabeça do ocupante em caso de impacto, que pode resultar em fraturas da coluna cervical e/ou lesão medular), a presença do encosto ajustado corretamente é fundamental para garantir que o cinto não agrave as consequências. Saiba mais sobre o posicionamento do encosto de cabeça aqui. É inquestionável o poder que esse mecanismo possui de reduzir a probabilidade de mortes e de lesões graves de ocupantes e, ainda hoje, não há qualquer outra solução de engenharia que suplante a proteção proporcionada pelo cinto de segurança. 

Entretanto, é importante que se saiba que todo benefício no quesito segurança depende da existência e ações combinadas dos elementos do sistema de proteção, no qual o cinto representa cerca de 90% de sua eficácia. Complementam a ação do cinto outros elementos de segurança passiva, como o airbag, o encosto de cabeça, a coluna de direção retrátil, portas com reforço lateral e tanque de combustível resistente a impactos e ao fogo. 

Assim, conhecer e saber usar corretamente os equipamentos de proteção é uma garantia de se expor a riscos menores. Por exemplo, crer que é seguro passear de carro sem cinto devido ao airbag é uma falácia. Este, como segurança complementar, foi pensado e desenvolvido com base no trabalho de ação e reação do corpo no caso de estar utilizando cinto. Então, o bom e velho cinto retém o corpo para dar tempo de o airbag inflar e garante a trajetória dos ocupantes em direção à bolsa de ar, de modo que a falta ou uso inadequado desses equipamentos é altamente perigoso para a vida ou integridade física dos ocupantes de veículos automotores.

Melhorando o cinto
 
Se ainda não foi criado nenhum item mais eficaz que o cinto, algumas montadoras já perceberam que ele pode ser ainda melhor. A Fiat, por exemplo, apostou no ano passado em atrair o interesse das crianças que já podem usá-lo (com mais de 1,45 m e acima de 36 kg – cerca de 10 anos) com capas de heróis da DC Comics, como o Batman, a Mulher Maravilha e o Flash. A campanha foi batizada de “Abraço Herói” . Outro exemplo é a Ford, que determinou que o Fusion 2014 fosse produzido com airbag de série no cinto, aumentando a segurança do item. Confira:

                                                            Créditos: Divulgação
                Montadoras buscam aprimorar o uso ou a atração do cinto em relação aos usuários.

Tipos de cinto e cuidados em seu uso
 
A variedade é grande, mas – afinal – qual é a melhor alternativa? Originalmente, os cintos de segurança envolviam apenas a pélvis do usuário, permitindo assim que o tronco fosse projetado para a frente no momento da desaceleração, facilitando fraturas com toda a energia cinética do indivíduo aplicada na pélvis. Depois, tivemos o cinto diagonal, que evitava o problema do cinto anterior, mas continha o risco de as pessoas escorregarem por baixo. Aperfeiçoados, os equipamentos modernos (chamados de cintos de segurança de três pontos, criados pela Volvo em 1959) cruzam o peito do usuário, proporcionando-lhe maior segurança. Contudo, e apesar da obrigatoriedade de seu uso, o cinto é frequentemente desprezado no banco de trás dos veículos. Isto é um erro, porque – em caso de acidente – os ocupantes de trás sempre são projetados para a frente, ferindo-se e pondo em maior risco a integridade dos ocupantes dos assentos dianteiros. 

Com o tempo, surgiram mais novidades: o cinto de quatro pontos, que segura o tórax dos dois lados, e não apenas de um, como no de três pontos. Junte-se a isso a bolsa de ar acoplada ao cinto, que infla na hora da desaceleração, e você tem um sistema com ótimos resultados na proteção dos ocupantes do veículo.


                                      Créditos: Ford Motor/Wieck Media Services

                    A Ford tem inovado com o cinto de quatro pontos com airbag acoplado.

Além disso, é importante que não esteja desgastado pelo sol; as fibras não podem estar se desprendendo, o equipamento não pode estar amarrado, costurado, o sistema de engate-desengate e estiramento deve estar em perfeito estado e o item não pode ser modificado ou instalado por profissionais sem conhecimento específico. Além disto, não o use torcido, embaixo do ombro, com o banco reclinado, com postura torácica inadequada. Tudo isto anula o sistema de segurança.
Para os pequenos passageiros existem dispositivos específicos, que são as cadeiras ou assentos de segurança. Veja como transportar crianças aqui.

Fontes: Apresentação do Eng.º MARCUS ROMARO, MScRede Sarah de hospitais de reabilitaçãoIntelogDetran-PRG1EstradasConsciência prevencionista

 Estatísticas
 
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), um dos maiores componentes operacionais do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, o uso do cinto diminui em praticamente 50% o número de mortes e ferimentos graves decorrentes de acidentes automotores. Dados da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), autarquia do Departamento de Transportes norte-americano, dão conta de que o cinto de três pontos reduz em 45% o risco de danos fatais e em 50% o de ferimentos moderados a críticos. Uma estatística do mesmo órgão, que comprova isto muito bem, é a de que – em 2008 – o cinto salvou a vida de mais de 13 mil pessoas acima dos 4 anos. Se todos desta amostragem (acima dos 4 anos) estivessem usando o cinto, este número saltaria a quase 17,5 mil.

A Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação, uma das maiores nesta área no Brasil, informa que – no 1º semestre de 2013 (dado mais atual disponível) – quase 45% dos internados por causas externas se deram devido a acidentes de trânsito, sendo que 68% não usavam cinto de segurança. Dos acidentados internados na Rede SARAH, apenas 30% dos que estavam nos bancos dianteiros relataram o uso do equipamento, enquanto que – em relação aos ocupantes do banco traseiro – este número cai para 24%.

Crédito: Divulgação/Rede SARAH

A incidência dos eventos de trânsito é tão grande que ninguém está imune; por isto, o cinto é fundamental.

A importância do cinto no banco de trás, muitas vezes ignorado pela população, não é pouca. Sete em cada dez internados na Rede SARAH após viajarem sem o item no banco traseiro sofreram lesão medular. Em um material de divulgação, a instituição explica o porquê: se a pessoa que está atrás pesa cerca de 60 kg e o veículo se choca frontalmente (como a maioria das colisões) a 60 km/h, os ocupantes do veículo continuarão a “viagem” na mesma velocidade, deslocando-se para frente e para cima, rumo a um “alvo” que os pare. O problema é que o ocupante do banco traseiro, antes de alcançar o para-brisa, poderá “atropelar” quem estiver na frente, impondo grande risco de morte a estas pessoas. Afinal, um corpo de 60 kg a 60 km/h tem a potência de, no choque, oferecer uma força de uma tonelada.

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